quarta-feira, 25 de março de 2015

Pastoral em Chave Missionária.





A catequese da Paróquia do Ipu está fazendo uma Dinâmica Pascal que vai da quaresma a pascoa. Esta dinâmica terá 2 partes: 1ª Parte - A alegria de voltar à casa do Pai (O primeiro momento será para abrirmos a porta do Coração de Jesus e n’Ele fazermos morada). 2ª Parte – A Alegria de Evangelizar (O segundo momento será para abrirmos a porta do nosso coração e deixarmos Jesus, nele fazer morada).

Da Quaresma à Páscoa.

Do Coração de Jesus ao nosso coração.



Foram 40 dias de muita penitência e reflexão. Ainda iremos passar mais 7 dias de conversão para ressuscitar com Cristo e viver a Alegria do Evangelho. Depois disso iremos nos preparar para o grande envio do Senhor: “Ide fazer discípulos meus” Mt 28, 18.

Tendo Jesus Cristo como porta para Deus, fizemos da nossa quaresma o tempo ideal para encontrarmos as chaves certas e abri-la.

Disse Jesus: “Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo”. Apocalipse 3:20 Disse ainda “Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo; entrará, e sairá, e achará pastagem” João 10,9.

Estamos buscando Sair de nós mesmos para adentrar o coração de Jesus. Abandonaremos nossos velhos hábitos para adquirirmos novos, de acordo com a vontade do Senhor. Este entrar e sair será constante, pois logo sairemos do Coração de Jesus para retornar ao nosso, e transbordando o amor de Deus, iremos levar este amor a todos os corações que encontrarmos.

Depois de todo este processo realizado, teremos a ALEGRIA de fazermos o Reino de Deus acontecer em nosso meio. Para encontrarmos a chave certa iremos construir um Acróstico baseado nas Palavras do Senhor: “Fiquem ALEGRES porque os nomes de vocês estão escritos no céu” Lucas 10,20.

Queremos responder ao desafio de abrir a porta para passar do encontro pessoal com Jesus Cristo, ao anúncio renovado que proporciona aos crentes, uma nova alegria na fé e uma fecundidade evangelizadora. (Papa Francisco)

O maior anseio da humanidade é amar e ser amado e o maior sentido da vida é ser feliz em santidade, amando os irmãos como se fosse o próprio Deus e a Deus sobre todas as coisas. É esta maneira de ser que dá sentido a nossa vida nos tempos em que estamos vivendo.

Esta dinâmica que estamos fazendo tem como objetivo contagiar alegremente o coração de nossos catequistas e catequisandos a viverem como cristãos autênticos e espalharem por onde forem, a felicidade de pertencer ao Reino de Deus.

O ditado popular diz que tudo o que é bom está guardado com sete chaves. O nosso está guardado com 14. 7 chaves para adentrarmos o coração de Jesus. 7 para adentrarmos o nosso. O Papa Francisco exorta através da sua Carta apostólica e nos convida de maneira especial, para vivermos intensamente o Evangelho na Alegria de Ser Cristão Discípulo do Senhor.

No primeiro parágrafo desta exortação, somos introduzidos com muita ternura aos novos rumos da nossa caminhada missionária: “A ALEGRIA DO EVANGELHO enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus. Quem se deixa salvar por Ele será libertado do pecado, da tristeza, do vazio interior, do isolamento. Com Jesus Cristo, renasce a alegria de ser e de viver.

No capítulo I o Papa nos convida a fazermos da pastoral uma chave missionária, sendo ousados e criativos nesta tarefa de repensar os objetivos, as estruturas, o estilo e os métodos evangelizadores das respetivas comunidades. Somos exortados a aplicarmos, com generosidade e coragem, as orientações deste documento, sem impedimentos nem receio. Ele pede que não caminhemos sozinho, mas tenhamos sempre em conta os irmãos e, de modo especial, a guia da igreja, num discernimento pastoral sábio e realista.

Em obediência ao nosso querido Pastor, queremos abri o coração do Evangelho e vivermos a nossa fé atuando pelo amor (EG 33-35). Nesta 2ª Parte queremos receber a visita do Cristo Ressuscitado e Glorioso. Queremos abrir a nossa mente e o nosso coração e em uma atitude de servo, se colocar a disposição do Senhor para fazer a sua vontade. Quem quiser vir conosco é só acessar este link. Dinâmica na Catequese


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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Quaresma - A alegria de voltar à casa do Pai



Do Coração de Jesus ao nosso coração.
               A quaresma é tempo de nos convertermos para celebrarmos dignamente a grande festa da Páscoa. A igreja nos convida a vivermos 40 dias reflexão e penitencia, buscando em tudo a conversão, para recuperarmos a dignidade de filhos de Deus, vivendo a santidade proposta pelo Evangelho.
Neste tempo, Cristo nos convida a mudar de vida. O tempo da Quaresma é o momento oportuno para ouvirmos João Batista: Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías. João 1, 23. A maneira correta de endireitarmos o caminho do Senhor é escutando a Palavra de Deus, orando, compartilhando com o próximo e praticando boas obras. As nossas atitudes devem ser de verdadeiros cristãos, discípulos de Jesus Cristo, já que por ação do pecado, o mundo nos afasta de Deus. Por isso, a quaresma é tempo de perdão, de reconciliação fraterna, tempo de retirar de nossos corações o ódio, o rancor, a inveja, os zelos que se opõem a nosso amor a Deus e aos irmãos.
A quaresma é o momento oportuno para escolhermos que porta queremos abrir para entrarmos no Reino de Deus. Assim disse Jesus: “Entrai pela porta estreita, pois larga é a porta e amplo o caminho que levam à perdição, e muitos são os que entram por esse caminho”. Mateus 7,13. E Ele lhes exortou: “Esforçai-vos por adentrar pela porta estreita, pois Eu vos asseguro que muitas pessoas procurarão entrar e não conseguirão”. Lucas 13,24.

Palavra da Santa Mãe Igreja

Trecho da mensagem do Santo Padre, o Papa Francisco:
Deus ama tanto o homem a ponto de entregar o seu Filho pela sua salvação. Na encarnação, na vida terrena, na morte e ressurreição do Filho de Deus, abre-se definitivamente a porta entre Deus e o homem, entre o Céu e a terra. E a Igreja é como a mão que mantém aberta esta porta, por meio da proclamação da Palavra, da celebração dos Sacramentos, do testemunho da fé que se torna eficaz pelo amor (cf. Gl 5, 6). O mundo, porém, tende a fechar-se em si mesmo e a fechar a referida porta através da qual Deus entra no mundo e o mundo n’Ele.
Os livros do Antigo Testamento preanunciaram a alegria da salvação, que havia de tornar-se superabundante nos tempos messiânicos. O profeta Isaías dirige-se ao Messias esperado, saudando-O com regozijo: «Multiplicaste a alegria, aumentaste o júbilo» (9, 2). E anima os habitantes de Sião a recebê-Lo com cânticos: «Exultai de alegria!» (12, 6).
A quem já O avistara no horizonte, o profeta convida-o a tornar-se mensageiro para os outros: «Sobe a um alto monte, arauto de Sião! Grita com voz forte, arauto de Jerusalém» (40, 9). A criação inteira participa nesta alegria da salvação: «Cantai, ó céus! Exulta de alegria, ó terra! Rompei em exclamações, ó montes! Na verdade, o Senhor consola o seu povo e se compadece dos desamparados» (49, 13).
 Zacarias, vendo o dia do Senhor, convida a vitoriar o Rei que chega «humilde, montado num jumento»: «Exulta de alegria, filha de Sião! Solta gritos de júbilo, filha de Jerusalém! Eis que o teu rei vem a ti. Ele é justo e vitorioso» (9, 9).
Mas o convite mais tocante talvez seja o do profeta Sofonias, que nos mostra o próprio Deus como um centro irradiante de festa e de alegria, que quer comunicar ao seu povo este júbilo salvífico. Enche-me de vida reler este texto: «O Senhor, teu Deus, está no meio de ti como poderoso salvador! Ele exulta de alegria por tua causa, pelo seu amor te renovará. Ele dança e grita de alegria por tua causa» (3, 17).
É a alegria que se vive no meio das pequenas coisas da vida quotidiana, como resposta ao amoroso convite de Deus nosso Pai: «Meu filho, se tens com quê, trata-te bem (...). Não te prives da felicidade presente» (Sir Ben Sirá (ou Eclesiástico)14, 11.14). Quanta ternura paterna se vislumbra por detrás destas palavras!
 O Evangelho, onde resplandece gloriosa a Cruz de Cristo, convida insistentemente à alegria. Apenas alguns exemplos: «Alegra-te» é a saudação do anjo a Maria (Lc 1, 28). A visita de Maria a Isabel faz com que João salte de alegria no ventre de sua mãe (cf. Lc 1, 41). No seu cântico, Maria proclama: «O meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador» (Lc 1, 47).
E, quando Jesus começa o seu ministério, João exclama: «Esta é a minha alegria! E tornou-se completa!» (Jo 3, 29). O próprio Jesus «estremeceu de alegria sob a ação do Espírito Santo» (Lc 10, 21). A sua mensagem é fonte de alegria: «Manifestei-vos estas coisas, para que esteja em vós a minha alegria, e a vossa alegria seja completa» (Jo 15, 11).

A nossa alegria cristã brota da fonte do seu coração transbordante. Ele promete aos seus discípulos: «Vós haveis de estar tristes, mas a vossa tristeza há-de converter-se em alegria» (Jo 16, 20). E insiste: «Eu hei-de ver-vos de novo! Então, o vosso coração há-de alegrar-se e ninguém vos poderá tirar a vossa alegria» (Jo 16, 22). Depois, ao verem-No ressuscitado, «encheram-se de alegria» (Jo 20, 20). O livro dos Actos dos Apóstolos conta que, na primitiva comunidade, «tomavam o alimento com alegria» (2, 46). Por onde passaram os discípulos, «houve grande alegria» (8, 8); e eles, no meio da perseguição, «estavam cheios de alegria» (13, 52). Um eunuco, recém-baptizado, «seguiu o seu caminho cheio de alegria» (8, 39); e o carcereiro «entregou-se, com a família, à alegria de ter acreditado em Deus» (16, 34). Porque não havemos de entrar, também nós, nesta torrente de alegria?
Tendo Jesus Cristo como porta para Deus, vamos fazer da nossa quaresma o tempo ideal para encontrarmos as chaves certas e abri-la.
Disse Jesus: Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo. Apocalipse 3:20 Quem desejar comer a Ceia Pascal que o Senhor preparou para seus amados, ainda é tempo de conversão. Aproveite.
A nossa catequese, buscando aprofundar o processo de Iniciação a Vida Cristã irá fazer uma dinâmica tão significativa que terá início na quaresma e não terá mais fim. Digo que não terá fim, pois queremos penetrar o Coração de Jesus, princípio e Fim. Para isso usaremos a simbologia da porta. De acordo com a passagem a cima, a porta do nosso coração é trancada por dentro e só nós temos a chave. Jesus está a porta e bate. Precisamos da chave certa para abrir a porta.
Esta dinâmica terá dois grandes momentos: O primeiro momento será para abrirmos a porta do Coração de Jesus e n’Ele fazermos morada. O segundo momento será para abrirmos a porta do nosso coração e deixarmos Jesus, nele fazer morada.
Disse Jesus “Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo; entrará, e sairá, e achará pastagem” João 10,9.
Iremos utilizar a linguagem do entrar e sair: Sairemos de nós mesmos para adentrar o coração de Jesus. Abandonaremos nossos velhos hábitos para adquirirmos novos, de acordo com a vontade do Senhor. Este entrar e sair será constante, pois logo sairemos do Coração de Jesus para retornar ao nosso, e transbordando  o amor de Deus, iremos levar este amor a todos os corações que encontrarmos.
Depois de todo este processo realizado, teremos a ALEGRIA de fazermos o Reino de Deus acontecer em nosso meio. Para encontrarmos a chave certa iremos construir um Acróstico baseado nas Palavras do Senhor:  “Fiquem ALEGRES porque os nomes de vocês estão escritos no céu” Lucas 10,20.
Queremos responder ao desafio de abrir a porta para passar do encontro pessoal com Jesus Cristo, ao anúncio renovado que proporciona aos crentes, uma nova alegria na fé e uma fecundidade evangelizadora. (Papa Francisco)
Da Quaresma
Ao Tempo Pascal
I Domingo                   Arrepende-te
II Domingo                 Levanta-te
III Domingo               Edifica
IV Domingo               Glorifica
V Domingo                Recria-te
Domingo de Ramos   Imita
Páscoa                            Anuncia

II Domingo de Páscoa        Acreditai
III   Domingo de Páscoa     Levai
IV  Domingo da Páscoa      Escutai
V  Domingo da Páscoa       Guardai

VI  Domingo da Páscoa      Respondei
Ascensão do Senhor            Ide
Pentecostes                                   Avançai
Quer saber como fazer a dinâmica? Iremos fazer um recipiente em forma de Coração para colocar o Evangelho dentro. A frente do coração será móvel contendo sete desenhos de porta em forma de bolso. Em cada semana da quaresma colocaremos uma palavra chave (ação). No domingo da ressurreição colocaremos a última chave que abrirá a porta e revelará o Amor de Deus contido no Coração de Jesus (A Palavra de Deus). Durante a quaresma estudaremos os pecados capitais e na Páscoa as Virtudes. Para saber mais clique aqui: Dinâmica de Páscoa. Ou abra a porta.do seu coração e deixe Jesus fazer morada.
Um Coração humano, um coração Divino, repleto de amor, sete portas para adentrar estes corações, sete chaves. Encontre a sua e abra a porta do seu coração para entrar no coração de Jesus.
Como fazer a Dinâmica Pascal 
Dinâmica Pascal – I Domingo da Quaresma - Arrepender
Dinâmica Pascal – II Domingo da quaresma – Levantar
Dinâmica Pascal – III Domingo da quaresma – Edificar
Dinâmica Pascal – IV Domingo da quaresma – Glorificar
Dinâmica Pascal – V Domingo da quaresma – Recriar

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Catequese - Fevereiro, Mês do Conhecimento, Entendimento e Sabedoria.




Para que você entenda o conteúdo deste mês.
Começa a catequese e novamente nos reunimos para receber as crianças na catequese. Muitas estão vindo da pré para o primeiro ano da catequese; outras estão vindo do primeiro para o segundo ano da catequese. Novatos ou veteranos estamos começando mais um ano catequético com um gostinho especial e próprio. É que este ano a Diocese de Sobral estará celebrando o seu primeiro centenário. Por este motivo estamos celebrando na Diocese o “Ano Eucarístico”. Atualmente não temos um Pastor pois o nosso Bispo, Dom Odelir foi transferido para Chapecó. Quem esta no comando da Diocese é Dom José Luiz Gomes de Vasconcelos, bispo auxiliar de Fortaleza, hoje ADMINISTRADOR APOSTÓLICO DA DIOCESE DE SOBRAL. Ele recebe este título por ser um bispo e ter sido nomeado pelo Papa.
Este mês de fevereiro a catequese direciona seus encontros para o conhecimento. É hora de todo mundo se apresentar e ser apresentado; é o momento de buscarmos conhecimento e sabedoria. Par entendermos melhor precisamos ouvir a Palavra de Deus e meditar bem.
 Assim começa a Bíblia, assim começa o Genesis: Deus disse: “Que exista a luz!” E a luz começou a existir.  Deus viu que a luz era boa. E Deus separou a luz das trevas: Genesis 1 /  Deus fez brotar do solo todas as espécies de árvores formosas de ver e boas de comer. Além disso, colocou a árvore da vida no meio do jardim, e também a árvore do conhecimento do bem e do mal. Genesis 2. ‘Deus que ordenou que a luz brilhasse em nossos corações’, plantou a árvore da vida, acessível ao homem, e uma árvore de luz (a árvore do conhecimento do bem e do mal).  Está escrito: Então entenderás o temor do Senhor, e acharás o conhecimento de Deus. Porque o Senhor dá a sabedoria; da sua boca é que vem o conhecimento e o entendimento. Ele reserva a verdadeira sabedoria para os retos. Escudo é para os que caminham na sinceridade, Provérbios 2:5-7 Como o apóstolo diz: ‘Ora, nós não temos recebido o espírito do mundo, mas sim o Espírito que provém de Deus, a fim de compreendermos as coisas que nos foram dadas gratuitamente por Deus; as quais também falamos, não com palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas com palavras ensinadas pelo Espírito Santo, comparando coisas espirituais com espirituais. 1 Coríntios 2:12-13’.
Vamos meditar?
No mês do conhecimento vamos aprender de onde vem a sabedoria, o entendimento... vamos nos conhecer mutuamente, conhecer Jesus Cristo, sua igreja... conhecer o certo e o errado, o bem e o mal, a luz e as trevas... tudo depende do conhecimento para as escolhas e da sabedoria para o seguimento. Todo conhecimento vem de Deus. Não precisava Adão e Eva comer do fruto proibido para ter conhecimento, pois é um dom. A serpente só queria que o homem desobedecesse a Deus, e conseguiu.
Uma bola só tem dois lados: o de dentro e o de fora, pois por ser redonda, não tem começo e nem fim. A nossa vida é mais ou menos parecida: Ou tomamos conta dela fazendo as escolhas certas e sendo nós mesmos ou vamos viver a vida na superficialidade, copiando os outros. Na vida, enquanto satanás envia seus anjos do mal para nos afastar da salvação o Senhor nosso Deus, que é também nosso Pai nos protege que seus anjos do bem. Eles nos indicam o caminho do bem, da sabedoria divina, da salvação. Você sempre terá as duas opções: Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, de que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência, Amando ao Senhor teu Deus, dando ouvidos à sua voz, e achegando-te a ele; pois ele é a tua vida, e o prolongamento dos teus dias; para que fiques na terra que o Senhor jurou a teus pais, a Abraão, a Isaque, e a Jacó, que lhes havia de dar. Deuteronômio 30:19-20


            Durante este mês vamos buscar o entendimento e a sabedoria divina para conhecermos tudo aquilo que irá mudar as nossas vidas. Estaremos publicando semanalmente nossos encontros de catequese infantil aqui: Encontros de Catequese
 Se vc quer nos conhecer melhor entre e fique a vontade:
Notícias.
Dinâmicas.
Organização.
Formação de Catequistas.
Este ano vamos tentar postar nossos encontros - conteúdo e fotos. Aguardem e rezem por nós.
2º Encontro - Conhecendo a Catequese, formadora de discípulos de Cristo.


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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Começa a catequese de Iniciação a Vida Cristã na Paróquia de Ipu



 Iniciamos neste domingo, 4 de janeiro de 2015, o segundo ano do Projeto de Iniciação a vida cristã, na Paróquia do Ipu. O tema da Iniciação à Vida Cristã se coloca dentro da inquietação missionária que perpassa hoje toda a Igreja, preocupada com a santificação da vida de todos os cristão. Não é um tema novo, mas o desdobramento do Diretório Nacional de Catequese (2005), de Aparecida (2007: uma Igreja em estado de missão), da Missão Continental (2008)... e tantos apelos atuais da Igreja.


Por Iniciação Cristã se entende o processo pelo qual alguém é incorporado ao mistério de Cristo Jesus; não se reduz à catequese, mas inclui, sobretudo a ação celebrativo-litúrgica. A catequese é um elemento, o mais longo e importante, do complexo processo pelo qual alguém é iniciado à fé cristã. Teologicamente falando a verdadeira iniciação se dá na celebração dos sacramentos do Batismo, Eucaristia e Crisma, chamados justamente, a partir do século XIX, de Sacramentos da Iniciação. Trata-se de uma iniciação que poderíamos chamar de sacramental. A estrutura catequética está em função dessa iniciação sacramental e vital. 

Diante de tantas dificuldades que a catequese enfrenta todos os anos com afastamento de crianças após a primeira Eucaristia, sentimos a urgência de desenvolver em nossas comunidades um processo de iniciação na vida cristã que comece pelo kerygma e guiado pela Palavra de Deus, permita um encontro pessoal cada vez maior com Jesus Cristo, experimentado como plenitude da humanidade e que leve à conversão, ao seguimento em uma comunidade eclesial e a um amadurecimento de fé na prática dos sacramentos. Em outras palavras, um verdadeiro discípulo de Jesus.
Neste primeiro mês de 2015 os catequistas desenvolverão um trabalho missionário em suas comunidades, buscando anunciar o projeto e a data de inicio.
Na Paróquia serão feitas inscrições de crianças com idade de catequese em todas as comunidades catequizadoras da Paróquia, até mesmo nas capelas. 
As inscrições dos catequisandos acontecerão a partir do dia 31 de janeiro. Os Pais deverão procurar imediatamente o centro catequético de sua comunidade para renovar as inscrições dos seus filhos, pois o número de vagas é limitado devido a falta de catequistas. Os pais devem levar seus filhos, pois, enquanto um catequista faz a inscrição o outro dá o primeiro encontro. Na Catequese não se perde tempo. Após a primeira quinzena de fevereiro não serão mais aceitas inscrições. Dia 21 de fevereiro será o Rito de Admissão na Capela de Nossa Senhora no Patronato, dia 22 no Santuário das Graças e depois de acordo com as missas nas comunidades. Até lá todas as comunidades já devem estar com suas turmas prontas.  

A catequese para a Eucaristia tem três anos de preparação, começando aos sete anos com o querigma, 1º Tempo do pré catecumenato. Aos oito anos a criança passará para o primeiro ano do 2º Tempo para ter seu encontro pessoal com Jesus Eucarístico aos dez anos, pois são dois anos com um rito de passagem. Veja o quadro que ilustra o desenvolvimento da catequese de iniciação a vida cristã e as idades de aceitação na catequese:

 

    Pré catequese - 7 Anos completos


Rito de Admissão na catequese:
            Catequese na Infância 1ª Fase – 8 Anos completos - Entrega do primeiro catecismo - Livro Oração do Cristão. 
Rito de Passagem no final do ano com a entrega do Símbolo Apostólico, nossa profissão de fé "O Credo".

Catequese Eucarística 2ª Fase – 9 Anos completos - Entrega da sua primeira Bíblia, os Evangelhos.
Após a Primeira Eucaristia a criança deve continuar na catequese:
Infância e Adolescência Missionária - Acólitos - Coral de Crianças

Agenda resumida das Atividades da Catequese Paroquial

Janeiro - O catequista faz ou renova sua inscrição na Paróquia e recebe as primeiras orientações para o ano. Este mês fica reservado para a organização de cada grupo catequizador. Aproveitamos para fazer uma leitura do Livro: “Relações Humanas na Catequese”. A proposta deste livro é a organização de um grupo de Catequese. Este ano, as inscrições começam dia 31 de Janeiro.

Fevereiro – Na primeira quinzena acontecem as inscrições das crianças na Catequese em toda a Paróquia, seguida dos primeiros encontros de apresentação mútua em todos os grupos da Matriz. A inscrição é feita com a presença dos Pais ou Introdutor para a assinatura das fichas de inscrição e primeiras orientações e a apresentação de um documento de identificação da criança. Não devem ultrapassar este tempo para facilitar a organização. Acontecem o rito de admissão para os novos catequisandos da primeira fase.

Março – Rito de Admissão na Matriz. No mesmo rito o líder da comunidade oferta no altar do Senhor os seus trabalhos, representado em uma pasta contendo todas as fichas das crianças. Com este rito inicia-se também a missa na catequese. É o momento de celebrarmos as vitórias conquistadas com muito amor e pedir a presença de Jesus, princípio e fim de nossa catequese.

Abril – Os catequistas recebem uma ficha de chamada que será acompanhada pela Coordenação. Celebração de Páscoa coletiva na catequese.

Junho - Hora de chamar os pais e conversarem com eles sobre a participação ativa das famílias na catequese.

Setembro – A Coordenação e o Pároco preparam a celebração da Primeira Eucaristia. Catequistas relacionam as crianças que realmente estão preparadas e apresentam a coordenação.

Outubro –Ensaios dos cânticos para a primeira Eucaristia (dentro da Celebração Eucarística).

Novembro – Na última semana, por ocasião da festa de Cristo Rei, acontece o Batismo dos catecúmenos e o rito de passagem de fase na catequese com a entrega do Credo..

Dezembro – Na festa da Imaculada Conceição, a Festa da Primeira Eucaristia das crianças.

Osorio Soares Gomes – Coordenação de Catequese paroquial.

Palavras do Santo Padre, o papa:

Amados catequistas, recomeçar sempre de Cristo! Agradeço-vos pelo que fazeis, mas sobretudo porque estais na Igreja, no Povo de Deus em caminho, porque caminhais com o Povo de Deus. Permaneçamos com Cristo – permanecer em Cristo –, procuremos cada vez mais ser um só com Ele; sigamo-Lo, imitemo-lo no seu movimento de amor, no seu sair ao encontro do homem; e saiamos, abramos as portas, tenhamos a audácia de traçar estradas novas para o anúncio do Evangelho.

Que o Senhor vos abençoe e Nossa Senhora vos acompanhe! Obrigado!
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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

O encontro de catequese na dinâmica dos Discípulos de Jesus

Nestes últimos anos a Catequese tem inovado muito na maneira de trabalhar. Catequista que não se prepara fica estacionado no tempo, congelado, sem ações que possam se concretizar. A 30 anos utilizamos a propostas da Catequese Renovada, muito visíveis: o uso da Palavra de Deus, a importância de ligar a fé com a vida, perceber e respeitar as situações dos catequizandos tais (interesses, jeito de viver, idade, cultura...), a preocupação em fazer uma catequese mais comprometida com a comunidade, envolvimento da família, o uso de uma metodologia mais criativa, dinâmica, mas que insira o catequizando na sua família cristã que é a igreja...

A nossa preocupação é que se possa superar uma fé que apenas passa por um texto, ou doutrina, e que, com os nossos catequizandos, possam fazer uma verdadeira experiência de Deus durante o seu caminho rumo a Iniciação à Vida Cristã, vivenciada como processo e encarnada no dia-a-dia, na luta por mais justiça e acolhendo a vida como maior dom de Deus.

Diz o documento que a finalidade da catequese é a “maturidade da Fé, num compromisso pessoal e comunitário de libertação integral” (CR 318).

A maturidade da fé não se faz de um dia para o outro. Ela tem início na família, contínua na comunidade e acompanha a pessoa por toda a vida.

No Estudo 97 da CNBB Cap. V 114 diz o seguinte: Os participantes do processo de Iniciação Cristã devem ser vistos como interlocutores e não simples destinatários da Iniciação à Vida Cristã de inspiração catecumenal. Eles têm direito, portanto, a animadores, agentes e catequistas competentes e testemunhas do Reino, bem como a todo o apoio da comunidade eclesial que com eles trabalhem num processo participativo (Também está escrito no DNC, cap. VI).

Enquanto catequistas precisamos agir e acolher o que a igreja nos oferece para nossa formação, pois catequista que não se prepara não prepara ninguém para uma vida de fé. Pensando nisto, estamos preparando nossos catequistas para este grande desafio da igreja.

Para meditarmos na nossa maneira de catequizar,  uma dinâmica que fez parte da nossa semana catequética. Foi a leitura orante da passagem: Os Discípulos de Emaús. Não vamos fazer uma leitura orante, mas pontuar os passos que Jesus ensinou aos discípulos na hora em que eles mais precisavam. São sete passos e queremos a participação de todo mundo que quiser contribuir. Prometemos publicar tudo que nossos visitantes contribuírem para enriquecer nossa dinâmica. Iremos dar pistas para os passos e vocês dinamizarão e dirão como deve agir um verdadeiro catequista, Discípulo do Senhor.
Acesse a dinâmica aqui                                                                 

QUAL A DIFERENÇA ENTRE APÓSTOLO E DISCÍPULO?

Discípulos

Segundo o Dicionário Caldas Aulete, discípulo é: 1 Indivíduo que recebe ensinamentos ou segue as ideias de um mestre; 2 Aquele que aprende, que estuda (qualquer disciplina); ALUNO; 3 Rel. Segundo os Evangelhos, cada um dos seguidores próximos de Jesus, a quem transmitiu seus ensinamentos; Aprendiz; Aluno. 4 Seguidor e continuador do trabalho de alguém; Epígono.: discípulos de Kant ; 5 Seguidor de um ideal, de uma filosofia, de uma virtude: discípulos da fé.

Então discípulo é aquele que aprende com um mestre, ou o que segue os princípios desse mestre, como por exemplo os discípulos de Moisés (Jo 9.28), ou de João Batista (Mt 9.14), ou de Jesus (Mt 22.16) - mas de um modo mais exato se dá a qualidade de discípulo, àquele que segue um mestre.

Apóstolo

Pela definição do Dicionário Caldas Aulete, apóstolo é: 1 Rel. Cada um dos doze discípulos de Jesus. 2 Pioneiro na difusão da fé cristã em uma região; Catequizador; Evangelizador. 3 P.ext. Rel. Missionário abnegadamente dedicado à catequização, à evangelização. 4 Fig. Defensor e divulgador de uma instituição, de uma ideologia, de um sistema de crenças etc.: apóstolo da democracia

Apóstolo também significa um ‘mensageiro’ especial: literalmente significa ‘enviado’, que sugere a ideia de que esse mensageiro representa a pessoa que o envia para alguma missão, como um procurador, delegado, embaixador, ou algo desse tipo. Por exemplo, no Novo Testamento, nos Evangelhos de S. Lucas ele fala que o nome apóstolos foi dado aos doze por Jesus (6.13) aos seus missionários, e em mais quatro outras oportunidades, Lucas emprega essa designação a respeito dos discípulos (9.10, 17.5, 22.14, 24.10).

Em cada um dos outros Evangelhos a designação de Apóstolo aparece apenas uma vez (Mt 10.2 - Mc 6.30 - Jo 13.16).

Nos Atos e Epístolas, como as escritas por S. Paulo, a palavra Apóstolo é mencionada mais vezes. E isso tem uma razão de ser porque Jesus chamou alguns ‘discípulos’ para acompanhá-lo e viverem com ele, para que fossem aprendendo bem os Evangelhos, e assim pudessem ser enviados por toda parte como seus representantes.

Podemos então definir Apóstolos como os Padres e Bispos e Discípulos como todos os seguidores de Jesus, que não são os batizados, mas os batizados que assumiram a missão de serem profetas, sacerdotes e reis. Ou seja, os batizados que estão a serviço de sua igreja, fundada por Jesus Cristo.
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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Catequese de Ipu priorizando a Iniciação a vida Cristã


A formação continuada sempre foi e sempre será essencial para os catequistas, como também para toda a comunidade, com seus dons e carismas, se envolvendo no processo de iniciação a vida cristã. A formação é uma necessidade de todos: “evangelizar-se para evangelizar”, a fim de cultivar a espiritualidade, de “beber no próprio poço” (Pr 5,15) ou seja, aprofundar-se na realidade e no mistério da vida da fé para saciar-se do mistério de Deus e transbordá-lo, para que todos saciem, de modo especial os interlocutores/destinatários que chamamos de catequisandos.
Para isso toda comunidade paroquial deve abrir a mente e o coração para entender que todos são responsáveis (alguns diretamente outros indiretamente) pelo processo de Iniciação, tornando-se uma Igreja servidora, misericordiosa, acolhedora, orante, evangelizadora e celebrativa.
Sempre disse que catequese é formadora de cristão convictos, e que os sacramentos são uma consequência natural d’aquele que conheceu, passou a amar, desejou e agora quer servir Jesus Cristo com sua vida. Por tanto, catequese forma para uma vida Eucarística. A comunidade precisará transmitir pelo exemplo, que o aspecto central da vida cristã é a unidade, como lemos em São Paulo: “A meta é que todos juntos nos encontremos unidos na mesma fé e no conhecimento do Filho de Deus, para chegarmos a ser o homem perfeito que, na maturidade do seu desenvolvimento, é a plenitude de Cristo” (Ef 4, 13).
E esse conhecimento do Filho de Deus precisa ser construído dia a dia, passo a passo, ser amadurecido tanto individual como coletivamente. A catequese precisa ser continuada e orgânica, não deixando espaço ocioso na vida do cristão. As Paróquias precisam formar seus melhores agentes para enfrentar este desafio proposto pela igreja, para uma iniciação não só cristã como aprendemos, mas para uma vida cristã. O caminho a percorrer é longo, a forma não é nova, mas para muitos é desconhecida, o desafio é contínuo, o trabalho é instigante.  
Tivemos em 2010 um estudo aprofundado, com o Padre Almir Magalhães da Arquidiocese de Fortaleza, onde ele deixava claro que se alguém quiser realmente fazer um trabalho sério precisaria parar e começar do zero.  Pensando nisto, nossa Paróquia aos poucos está investindo na formação de nossos agentes. 

Em 2013 fizemos um estudo mais aprofundado do 5º capítulo do documento 97 para todos os catequistas da catequese infantil.  O DAp (12, 243-244) aponta com clareza: A fé é dom de Deus! “Não se começa a ser cristão por uma decisão ética ou uma grande ideia, mas pelo encontro com um acontecimento, com uma Pessoa, que dá um novo horizonte à vida e, com isso, uma orientação decisiva”.
Por estes motivos fizemos uma semana catequética com o tema:
“INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ... Onde será? Com quem contar?”
Neste estudo procuramos descobrir:
1 Os sujeitos e os agentes da Iniciação Cristã
2 O sujeito do processo de iniciação
3 Animadores da iniciação: ministérios e funções
4 A Família no processo da Iniciação à Vida Cristã
5 Os catequistas do catecumenato propriamente dito
Neste estudo vimos a necessidade da Igreja (pastores e agentes de pastoral) investirem mais no acolhimento e orientação da pessoa na trilha deste encontro pessoal e intransferível com Jesus Cristo vivo, da sua inserção na comunidade eclesial, e do engajamento na construção do Reino de Deus, como o todo da vida cristã. Isso é comprometimento consciente pessoal e comunitário com a vida de Cristo, dada por amor até a morte.
Logo em seguida, 2014, visitamos todas as comunidades falando da nova maneira de catequizar e lançamos o processo de iniciação a Vida Crista de crianças em nossa Paróquia. Como dependemos do material humano, e isto inclui na vida de nossos catequistas, família, trabalho, relacionamentos e outros problemas que não podemos prever, o primeiro ano não achei muito proveitoso.
Fizemos o rito de Admissão de acordo com o RICA: nesta celebração os pais trazem seus filhos e os confia à igreja. O sacerdote os acolhe em nome de Jesus e os entrega aos cuidados dos catequistas. Acompanhamos passo a passo toda a formação destas crianças, mas como sempre, + ou - 20% se afastaram durante o primeiro ano. Isto é sinal de falta de compromisso dos Pais. Infelizmente, a maioria dos familiares, hoje, se dizem cristãos, mas não seguem em nada a doutrina cristã. Estamos vivendo em um modo em que o ter vale muito mais do que o ser e por isso a educação da fé de seus filhos está por conta de uma sociedade secular, onde a fé é vendida através de camelôs.

No final do ano celebramos na festa de Cristo Rei o rito de passagem, onde entregamos o Credo, nossa profissão de fé, para as crianças que completaram o primeiro ano.
Resta a nós, catequistas, sermos mais fiéis a Nosso Senhor, colocando em prática a nossa missão, levando estas crianças a um encontro pessoal e personalizado, para que eles, desde já se sintam um verdadeiro discípulo de Jesus. Para isto, os encontros de formação, a participação ativa e o compromisso pessoal de cada catequista é imprescindível.
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domingo, 18 de janeiro de 2015

Projeto de Iniciação a Vida Cristã das Crianças da Paróquia de Ipu

Sempre disse que catequese é formadora de cristãos convictos, e que os sacramentos são uma consequência natural d’aquele que conheceu, passou a amar, desejou e agora quer servir Jesus Cristo com sua vida. Por tanto, catequese forma para uma vida Eucarística. A comunidade precisará transmitir pelo exemplo, que o aspecto central da vida cristã é a unidade, como lemos em São Paulo: “A meta é que todos juntos nos encontremos unidos na mesma fé e no conhecimento do Filho de Deus, para chegarmos a ser o homem perfeito que, na maturidade do seu desenvolvimento, é a plenitude de Cristo” (Ef 4, 13).
A catequese precisa ser uma verdadeira e autentica experiência com a Pessoa de Jesus Cristo. Cada catequista deve deixar "A Palavra de Deus" se manifestar em suas atitudes e palavras. Mas para isso, é preciso desenvolver, em nossas comunidades, um processo de iniciação à vida cristã que conduza a um encontro pessoal e prazeroso com O Cristo, ou seja, nos tornarmos uma Igreja, casa da Iniciação à vida cristã.
Preocupada com as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 2011-2015, a Paróquia do Ipu realizou em 2013 a XI Semana Catequética com um estudo mais aprofundado do 5º capítulo do documento 97 para todos os catequistas da catequese infantil.  O tema foi:
Neste estudo buscamos descobrir:
1 Os sujeitos e os agentes da Iniciação Cristã
2 O sujeito do processo de iniciação
3 Animadores da iniciação: ministérios e funções
4 A Família no processo da Iniciação à Vida Cristã
5 Os catequistas do catecumenato propriamente dito
Infelizmente, devido a inúmeros problemas, houve uma ausência de + - 40 % dos catequistas. Como é nosso desejo desenvolver em nossa Paróquia Um projeto de Iniciação a Vida Cristã de acordo com os documentos da Igreja, o nosso Pároco resolveu dar mais uma oportunidade aos catequistas faltosos e desenvolveu a segunda edição da XI SemanaCatequética.
A partir destes estudos, elaboramos um “Projeto para as Crianças” de nossa Paróquia. O Projeto é todo embasado nos diversos documentos de nossa Santa Mãe Igreja, a começar pelo Concílio Vaticano II.
Eis os temas já divulgados:
 Igreja povo santo de Deus - De acordo com o Concílio Vaticano II
 Catequese a serviço da iniciação cristã De acordo com o Diretório Geral para a catequese
É nosso desejo ver todos os cristãos autênticos em sua fé professada, transformando a vida de sua comunidade como fermento na massa, iluminando a vida da sociedade para que sejam mais fraterna e justa.
Na foto ao lado você vê uma criança colocando uma folha com seu nome em uma cruz, simbolizando a árvore da vida (João 15) em que Jesus é a Videira verdadeira e nós os seus ramos. Veja a dinâmica e como fazer.
Segundo o DGC a missão da Igreja no mundo é sentida de maneira nova. Com base numa renovação interior, o Concílio abriu aos católicos à exigência de uma evangelização ligada necessariamente com a promoção humana, à necessidade do diálogo com o mundo, com as diversas culturas e religiões e à urgente busca da união entre os cristãos. A ação evangelizadora da Igreja, e nesta a catequese, deve buscar mais decididamente uma sólida coesão eclesial. Para isso, é urgente promover e aprofundar uma autêntica eclesiologia de comunhão, para gerar nos cristãos, uma profunda espiritualidade eclesial. (DGC 28)
Em 2014 iniciamos o Processo de Iniciação a Vida Cristã das Crianças em nossa Paróquia.  A experiência é de 2 anos e estamos esperançosos que seja muito positiva. Sabemos que os obstáculos são inúmeros e que a família é a principal chave para o bom desenvolvimento deste processo más, precisamos fazer a nossa parte. A catequese em nossa Paróquia já deu um avanço muito grande no desenvolvimento da Iniciação Cristã de crianças, porem ainda temos muito o que fazer para penetrarmos os lares das famílias destas crianças. Acreditamos que é um processo lento e que, com perseverança, as famílias compreenderão a verdadeira importância da vida cristã. Marcamos a catequese com dois grandes rito: A Admissão e a passagem de fase. Contamos com a participação ativa de todos os nossos catequistas nas formações mensais e desenvolvimento dos temas que iremos propor porque, ou educamos na fé, colocando as pessoas realmente em contato com Jesus Cristo e convidando-as para segui-lo, ou não cumpriremos nossa missão evangelizadora. DAP 287.


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