domingo, 17 de maio de 2015

Retiro dos Catequistas - Testemunhar para servir.





A Paróquia do Ipu reuniu neste sábado, dia 16 de Maio de 2015, os seus catequistas para um dia de retiro Espiritual. É um momento em que nos afastamos dos problemas diários, da agitação corriqueira para vivermos um momento de graça, avaliar a nossa caminhada, animar a nossa ação pastoral e continuar a Evangelizar na catequese “para que todos tenham vida, rumo ao Reino definitivo”.
Chamamos de retiro porque é um momento especial de encontro com Deus através de sua igreja, porem é o mais curto de todos os retiros. O retiro mais longo que se tem conhecimento é o do povo hebreu registrado na História Sagrada, que durou 40 anos. Este povo se entregou nas mãos de Deus e o Senhor os purificou. Por isso durou tanto tempo, pois o retiro é um momento de nos santificarmos (Dt 29, 4-5). Jesus costumava se retirar também. Toda vez que precisava tomar um atitude ou ia para outro povoado, passava noites sozinho com SEU PAI. O retiro mais longo de Jesus Cristo registrado nos Evangelhos foi o de preparação para sua missão que durou 40 dias (Mt 4,1). Todo cristão é chamado a fazer da quaresma um retiro de 40 dias, porem quase nunca isto acontece. Existem muitos outros relatos de retiros na Bíblia, onde profetas passavam dias sozinhos, meditando para recuperar suas energias espirituais.
Os Santos costumavam a praticar dias de retiros para que suas ações fossem de acordo com a vontade de Deus. Santo Inácio de Loyola sugeriu um itinerário para 30 dias de retiro, sendo que muitos religiosos fazem este retiro ao menos uma vez em suas vidas. Todo religioso tem a obrigação de fazer o seu retiro, sendo que variam de 7 até 3 dias.

Hoje é comum e se faz necessário um retiro entre os agentes de pastoral, sendo que a duração varia de acordo com a realidade de cada grupo.

A importância do retiro na vida do cristão é indiscutível. É uma oportunidade de avaliarmos o rumo que estamos dando à nossa vida, confrontando-a com a pessoa de Jesus Cristo e a missão da Igreja. O retiro é momento de parar, olhar e retomar o caminho com novo ânimo, a exemplo do que aconteceu com os apóstolos ao presenciarem a transfiguração de Jesus (Mc 9,1-10). É momento especial para retomar os compromissos batismais e se animar na fé, esperança e caridade.

Confrontando com a doutrina da igreja, o retiro é também um momento em que avaliamos a nós mesmos, a nossa condição de vida, as minhas motivações, as nossas ações e refletimos se estamos contribuindo com o desenvolvimento da minha comunidade. É aqui onde nos deparamos com a vontade de Jesus: Eu vim para que todos tenham vida, e a tenham com abundância. João 10,10. E agora, a nossa ação catequética tem levado as pessoas à este encontro com Jesus?

O pregador de nosso retiro foi o nosso Pároco, Padre Raimundo Nonato. É um muito gratificante passar um dia na companhia de uma pessoa tão inspirada pelo Espírito de Deus.

O tema do retiro foi: “Testemunhar para Servir”.

De maneira bem sucinta, Padre Nonato dividiu o tema em 6 subtemas:

1. O Catequista e sua Vocação.

2. O Catequista e sua Missão.

3. O Catequista e seu ministério.

4. O Catequista e seus catequizandos.

5. O catequista e sua comunidade.

6. O catequista e sua formação.

1. O Padre deixou bem claro que ser catequista não é uma vocação. A vocação do cristão é ser santo: Porque eu sou o SENHOR vosso Deus; portanto vós vos santificareis, e sereis santos, porque eu sou santo; Levítico 11:44 Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus. Mateus 5,48. Antes de ser catequistas, somos cristãos chamados a santidade. Portanto, todo ser humano, independente do serviço que exerce em sua igreja é chamado a ser santo. Esta é a vocação do catequista.

2. O Catequista, como cristão, tendo como vocação a santidade de vida, tem como missão a evangelização. A Catequese é um dos serviços específicos, indispensável e insubstituível na igreja e na Evangelização: Portanto, vão e façam com que todos os povos se tornem meus discípulos, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo o que ordenei a vocês. Mateus 28,19-20.

3. A Evangelização é a prioridade máxima de uma Igreja que nasceu do Coração de Jesus com esta finalidade. Jesus envia os discípulos a fazerem novos discípulos. Em outras palavras, o catequista testemunha Jesus com o seu serviço voluntário e amoroso, anunciando o Reino de Deus presente na igreja, comunidade dos filhos amados do Pai. O catequista é enviado em nome da Igreja, portanto, ele se faz conhecedor da Palavra de Deus, da tradição dos Apóstolos e da Doutrina da igreja. Como ele está a serviço, a catequese passa a ser um ministério.

4. Por ser um ministério, o catequista assume um compromisso de servir a comunidade, assim como Jesus o fez: “Eu vim para servir” (Mc 10,45). Neste serviço feito com amor o catequista ganha uma nova família, a família da comunidade. Seus catequisandos passam a ser seus filhos espirituais. O carinho e a atenção passa a ser a essência de uma boa catequese. O catequista passa a ser um elo entre as pessoas mais queridas de Deus: Jesus - Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo. Mateus 3:17 e as crianças - Deixai vir a mim as criancinhas, e não os impeçais, porque delas é o reino de Deus. Lucas 18:16

5. Como o catequista ganhou uma nova família, a sua comunidade, seu trabalho precisa ser feito com muita atenção e zelo. A caridade é uma virtude que nascemos com ela e desenvolvemos sempre e onde estivermos. Não dá para se imaginar um bom catequista sem que ele seja uma boa pessoa. Explicando melhor, antes de ser catequista, o cristão precisa ser: um bom esposa(a), um bom pai (mãe), um bom dono(a) de casa, um bom profissional. Segundo o Padre Nonato, que tanto valoriza a vida dos seus agentes de pastoral, o cristão precisa galgar estes cinco degraus para se realizar na vida. A ação pastoral é o quinto degrau.

6. A maior dificuldade dos catequistas em seus serviço pastoral é a sua própria agenda pessoal. No inicio do retiro o Padre Nonato perguntou quais eram os piores demônios (tentações) que nos afastavam de Jesus. No final deu muito bem para compreender que são nossas escolhas e organizações. Vemos e ouvimos as pessoas pedindo subsídios para seus trabalhos e sabemos o quanto é difícil trabalhar sem apoio. Más, ele deixou bem claro que mais importante do que pilhas de manuais é a pedagogia divina que cada um tem quando se deixa iluminar pelo Espírito Santo. Quando o cristão assume o ministério catequético, a igreja propõe uma forma para que ele seja um autêntico Evangelizador. A Igreja é uma das instituições mais ricas em material pedagógico. A formação não dá para ser antes e por isso acontece durante o ministério catequético, mesmo porque, Jesus disse: Eis que faço novas todas as coisas. Apocalipse 21:5 O catequista precisa estar em constante formação. Precisamos saber dividir e valorizar bem o nosso tempo.

Para concluir, o que eu poderia dizer é que os catequistas que se auto excluem de momento como estes acabam fazendo sempre do mesmo jeito, transformando a catequese em monotonia e dificultando o serviço de Evangelização que o Senhor os confiou. Como disse Jesus: Permanecei em mim, e Eu permanecerei em vós. Nenhum ramo pode produzir fruto por si mesmo, se não estiver ligado à videira. Vós igualmente não podeis dar fruto por vós mesmos, se não permanecerdes unidos a mim. João 15, 4. A nossa gratidão é eterna a todos os que participaram. Encerramos o nosso retiro com a santa missa na catequese, tendo a participação de algumas crianças que animaram a liturgia. Além de nos alimentarmos com o Corpo do Senhor para vivermos por Cristo, com Cristo e em Cristo, nos fortificarmos para a missão e fomos enviados na liturgia pelo próprio Jesus: “'Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura! Marcos 16,15 (Evangelho de domingo, hoje, 17-05)”. “Através deste testemunho todos reconhecerão que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns pelos outros.” João 13, 35.





http://catequesedeipu.blogspot.com.br/2015/05/retiro-dos-catequistas-testemunhar-para.htmlO tema do retiro foi: “...
Posted by Catequese da Paróquia de Ipu on Domingo, 17 de maio de 2015
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quarta-feira, 15 de abril de 2015

Catequese e Internet, não dá para separar.


Concurso Minha Primeira Eucaristia 026 Nome - Adrielly Soares Soares Por favor, clique na foto para curtir ou...
Posted by Catequese da Paróquia de Ipu on Domingo, 19 de abril de 2015

A Internet e o celular estão revolucionando o nosso tempo e a catequese precisa acompanhar as mudanças de cada geração. Cada época tem seus desafios e possibilidades. As gerações convivem, muitas vezes em conflito ou dificuldade de diálogo por se prenderem no próprio mundinho, não querendo penetrar no desconhecido. Conhecer a realidade que nossas crianças e jovens estão vivendo hoje é uma necessidade urgente na vida da igreja.

Nos últimos tempos sofremos uma intensa mudança na comunicação humana, que tem se deslocado para as redes sociais nas nuvens e tem alterado toda a noção de mundo até então conhecido. É um novo contexto existencial que desponta em um ambiente virtual onde pessoas, mesmo sem se conhecerem, tornam-se amigas. É um verdadeiro espaço humano, pois já é habitado pelo homem. O real e o virtual se misturam. E, as pessoas estão cada vez mais conectadas: 24 horas. Hoje não sabemos mais distinguir o que é público ou privado, real ou virtual.




O modo como a experiência na internet acontece, passa prioritariamente pela visão e audição, impactando ativamente a religiosidade das pessoas. Pode-se aprofundar a fé e até ser ambiente propício para uma autêntica experiência de Deus. João Paulo II prenunciava uma “divinização da engenhosidade humana” e o Bento XVI definiu como “um verdadeiro dom para a humanidade.” Assim sendo, devemos ter um olhar crítico, mas indubitavelmente positivo em relação as novas mídias. O ambiente virtual possui linguagem própria. Mesmo no mundo real percebe-se que tal linguagem tem interferido na maneira de comunicar. Verbos que fazem parte do fundamento cristão como salvar, converter e compartilhar mudaram seu sentido a partir da rede. Exige de nós esforço e abertura, principalmente para dialogar com aqueles que chamamos de nativos da rede.

Tudo que dá prazer é válido! Voláteis e muito criativos na linguagem, principalmente pela rede, a internet passou a ser usada como extensão do próprio corpo. As relações são intensas e autônomas: a família já não dita mais! Os pais são vistos muito mais como amigos. A Igreja também! Não é mãe, nem mestra. A Igreja é companheira das aflições, emoções e questões existenciais. Têm dificuldade de respirar o que é íntimo e público. Os sentimentos são expostos e as redes sociais são como que um diário onde todos podem acompanhar ou até sentir o que se está passando com a pessoa. Alterna nas redes sociais o convívio/isolamento privado da tribo as quais pertencem e também os pontos de vista que querem escancarar para toda a rede de relações virtuais. Geração que descobriu um novo jeito de se rebelar: através das redes. Mas suas utopias são mais pessoais que integradoras de uma mudança na sociedade.

Olhando para este quadro vemos o desafio e a plasticidade que temos que ter ao evangelizar o mundo de hoje. As gerações que predominantemente chegam até nós, hoje, na catequese não são virtuais, mas podemos de maneira virtual adentrar o mundo real na qual convivem.

As Igrejas tem a obrigação de orientar crianças, jovens e adolescentes quanto aos perigos escondidos na web.

A Internet, qual espada de dois gumes, corta à direita e à esquerda. Ora cura, ora fere; ora traz vida, ora semeia morte; ora destrói as belezas interiores, ora evangeliza. Sentimo-nos em um pequeno barco em face de ondas Gigantescas. Temos o leme e os remos, porem muitas vezes não sabemos para onde nortear porque desconhecemos os espaços cibernéticos e temos medo mergulhar neste mundo infinito.


Para nós, educadores da fé, ainda leigos no ciberespaço, cabem duas atitudes evangelizadoras: seleção e criação. Adentrarmo-nos cada vez mais na Sociedade do conhecimento. Este nos banha por todos os lados. Parados, estonteados, sem iniciativa, molhamo-nos com todas as águas, desde as lustrais até as pútridas. Se não queremos contaminar-nos, não há outro remédio: apliquemos o olfato crítico, escolhamos águas que nos purifiquem, nos perfumem.

Concurso Minha Primeira Eucaristia036 Nome - Daiana Silva e sua irmã Solange SoaresPor favor, clique na foto para...

Posted by Catequese da Paróquia de Ipu on Domingo, 26 de abril de 2015


Cabe aos pais, mestres, educadores, catequistas a relevante tarefa evangelizadora na escolha e na divulgação de sites sadios e educativos. A evangelização da seleção. Ainda não exploramos pedagógica e catequeticamente tal fonte. Em vez de deixar os jovens entregues, sem mais, às solicitações perversas de inúmeros sites que vão da mais nojenta pornografia até o incentivo do suicídio, adiantemo-nos a oferecer-lhes prato saboroso e são.

Foi pensando desta maneira que a catequese da Paróquia do Ipu tem tentado penetrar o mundo virtual para Evangelizar nossos cristãos também quando estão navegando.

Este ano, dentro da Dinâmica Pascal que tem início na Quaresma, a Coordenação de Catequese Paroquial preparou uma maneira de unir Pai e Filho, assim como também os seus amigos para falarem de catequese. São tarefas relacionadas com a dinâmica que devem ser desenvolvidas virtualmente.




Veja os critérios.

1- Cada criança da segunda fase deve escrever um texto (Não precisa ser 10 linhas) dizendo por que está na catequese (para ser discípulo de Jesus) e o que pretende fazer depois que se encontrar pela primeira vez com Jesus Eucarístico. Qual será sua missão? Que setor (pastoral) da igreja pretende participar e por quê? O que deseja fazer pelo Reino de Deus.
2- O texto deve ser digitado com o nome da criança, do catequista e do centro catequético e colocado como mensagem no chat do: www.facebook.com/OsorioSoaresGomes acompanhado de uma foto sua (Se não tiver facebook fazer pelo facebook da mãe, pai ou padrinhos, desde que a foto seja dos dois juntos. Durante a semana pode postar no chat de mensagens do www.facebook.com/OsorioSoaresGomes
3- As imagens com as mensagens serão postadas na linha do tempo da página da catequese em forma de imagem. www.facebook.com/catequesedaparoquiadeipu 
4- A imagem que tiver o maior número de curtidas, mais pessoas alcançadas, e mais compartilhamentos ganhará. 
5- Para validar a participação cada participante terá que curtir a página da Catequese. www.facebook.com/catequesedaparoquiadeipu 
6- O 1º Lugar ganhará - um kit completo de Primeira Eucaristia: Uma blusa, uma lembrança, uma vela, 1 foto com o Padre e um Dvd.
7- O 2º lugar ganhará- Uma coleção completa de desenhos bíblicos contando a vida de Jesus: são 23 episódios de 30 min. E um filme da vida de Jesus segundo São Lucas.
8- A promoção será durante toda a Páscoa, sendo que na festa de Pentecostes será a última tarefa e o resultado será divulgado no sábado que antecede a Festa da Santíssima Trindade. Cada semana será divulgado mais tarefas nos comentários desta foto.


Você pode nos visitar: https://www.facebook.com/catequesedaparoquiadeipu curtir nossa página e interagir com nossas crianças, Evangelizando e incentivado-as no seguimento a Jesus Cristo.
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quinta-feira, 9 de abril de 2015

Celebração de Páscoa – Anunciar e Acreditar

Do Coração de Jesus ao Coração do Mundo!

Preparando o Ambiente – Celebração da Páscoa na catequese. Coloque uma vela ou círio, acesa, próximo ao coração. Prepare as sete chaves antecipadamente. A Celebração da Páscoa será o momento de oração do I Domingo de Páscoa. Símbolos Pascais, o coração no centro.  Esta celebração pode ser feita no segundo horário, ao invés de ser no início. Precisamos de 2 Anjos, Jesus Cristo ressuscitado (vestido de branco), Maria Madalena e os dois discípulos, Pedro e João. Tomé fica a parte. Um grupo de discípulos sentados no chão de um outro lado. Panos brancos dobrados e colocados no pé do altar onde está o coração.

Ressurreição do Senhor – Anuncia
1º Momento - O Pai bondoso acolhe seus filhos no colo com Amor
Acolhida: Celebrar a Páscoa e fazer memória da paixão, morte e ressurreição de Cristo - é testemunhar nossa fé na vida, na vitória do bem. Por isso convidamos vocês para juntos entoarmos cantos alegres, celebrando a vitória do Salvador. Não é só celebrar, também somos convidados a testemunhar nossa fé por meio da prática do amor, da fraternidade, da solidariedade. Durante a quaresma fizemos um propósito de mudar de vida. Agora com a ressurreição de Cristo somos convidados a dar um sentido novo a nossa vida, que seja marcada pelo otimismo, pela alegria, pelo compromisso de amor a Deus e aos irmãos e pelo discipulado cristão.
Abertura: Hoje vamos abrir duas portas. Abriremos a última porta para adentrarmos o coração de Jesus. Nesta porta está o segredo da felicidade. Depois abriremos a segunda que nos levará a espalhar esta felicidade no mundo. (Dramatizar a ressurreição do Senhor.)
Oração Inicial: As crianças devem persignar-se com o auxílio dos catequistas. 
Catequistas.: Repitam comigo. Alegremo-nos todos! O Senhor ressuscitou! Aleluia! Com esses sentimentos, queremos celebrar a nossa Páscoa. A nossa vida agora é só ALEGRIA. Vejamos as palavras chaves que já utilizamos: (Relembrar as palavras) Para que a nossa ALEGRIA seja completa precisamos da última chave. Sabe quem vai nos dar a última chave? O Próprio Jesus.
Oração Catequistas: Senhor nosso Deus, que pelo vosso Espírito ressuscitastes o vosso Filho, nós Vos pedimos: não deixeis de nos assistir com a força desse mesmo Espírito Santo, para que, ressuscitados como homens novos, saibamos testemunhar Cristo, vivo e atuante no mundo. Ele que é Deus convosco, na unidade do Espírito Santo. 
Oração Crianças.: Ó Deus de grande misericórdia e bondade infinita. Eis que hoje venho suplicar pela Vossa misericórdia as graças necessárias para mim e meus familiares: Jesus Ressuscitado rolai as pedras do meu caminho para que eu possa anunciar a BOA NOVA da vossa ressurreição. Amém.
 Todos: Alegremo-nos todos! O Senhor ressuscitou! Aleluia!
2º Momento – A Palavra de Deus é Luz para nós. Jo 20, 1-17.
(Hoje a nossa leitura será dramatizada. Os Anjos ficam próximo ao coração. Jesus fica logo atrás para aparecer a Madalena. Madalena sai de onde está o grupo de crianças e entra correndo onde está o coração enquanto é narrado o início (...) logo depois vem os dois discípulos. Os três se esbarram.)
Narrador.: No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus bem de madrugada, quando ainda estava escuro. Ela viu que a pedra tinha sido retirada do túmulo.  Então saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo que Jesus amava. 
Madalena.: Tiraram do túmulo o Senhor, e não sabemos onde o colocaram. (Maria sai para o lado e fica como que estivesse procurando alguma coisa. Enquanto é narrado os acontecimentos os discípulos vão fazendo os gestos. No começo de admiração e quando saírem devem sair alegres, dizendo: Ele ressuscitou!)
Narrador.:  Então Pedro e o outro discípulo saíram e foram ao túmulo.  Os dois corriam juntos. Mas o outro discípulo correu mais depressa do que Pedro, e chegou primeiro ao túmulo.  Inclinando-se, viu os panos de linho no chão, mas não entrou. Então Pedro, que vinha correndo atrás, chegou também e entrou no túmulo. Viu os panos de linho estendidos no chão  e o sudário que tinha sido usado para cobrir a cabeça de Jesus. Mas o sudário não estava com os panos de linho no chão; estava enrolado num lugar à parte. Então o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo, entrou também. Ele viu e acreditou.  De fato, eles ainda não tinham compreendido a Escritura que diz: “Ele deve ressuscitar dos mortos.” Os discípulos, então, voltaram para casa. 
(Maria volta para perto do túmulo chorando e quando Jesus fala ela se ajoelha e quando Ele disser Mestre, Maria faz gestos de tocar nos pés de Jesus)
Narrador.:  Maria tinha ficado fora, chorando junto ao túmulo. Enquanto ainda chorava, inclinou-se e olhou para dentro do túmulo.  Viu então dois anjos vestidos de branco, sentados onde o corpo de Jesus tinha sido colocado, um na cabeceira e outro nos pés.  
Jesus.:  Mulher, por que você está chorando?
Madalena.: Porque levaram o meu Senhor, e não sei onde o colocaram.
Narrador.:  Maria virou-se e viu Jesus de pé; mas não sabia que era Jesus. 
Jesus.: Mulher, por que você está chorando? Quem é que você está procurando?
Madalena.: Se foi o senhor que levou Jesus, diga-me onde o colocou, e eu irei buscá-lo.
Jesus.: Maria. (Maria se ajoelha nos pés de Jesus.)
Madalena.: Mestre.  (Jesus pega a Chave “ANUNCIAR” coloca na porta, abre o coração e retira o Evangelho e dá para Maria enquanto fala)
Jesus.: Não me segure, porque ainda não voltei para o Pai. Mas vá ANUNCIAR aos meus irmãos: Subo para junto do meu Pai, que é Pai de vocês, do meu Deus, que é o Deus de vocês. 
Madalena.: Repitam comigo. Alegria! Alegria! Alegrem-se todos! O Senhor ressuscitou! Aleluia! Aleluia! 
A tampa do coração é recolocada no coração.
Ressurreição do Senhor – Acredita Jo 20,19-29
Narrador.:  Era o primeiro dia da semana. Ao anoitecer desse dia, estando fechadas as portas do lugar onde se achavam os discípulos por medo das autoridades dos judeus, Jesus entrou. Ficou no meio deles e disse:
Jesus.: A paz esteja com vocês.
Narrador.:  Dizendo isso, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos ficaram contentes por ver o Senhor. Jesus disse de novo para eles:
Jesus.: A paz esteja com vocês. Assim como o Pai me enviou, eu também envio vocês.
Narrador.:  Tendo falado isso, Jesus soprou sobre eles, dizendo: Recebam o Espírito Santo.  Os pecados daqueles que vocês perdoarem, serão perdoados. Os pecados daqueles que vocês não perdoarem, não serão perdoados.
(Jesus sai, entra Tomé e os outros contam para ele)
Discípulo.: Nós vimos o Senhor.
Tomé.: Se eu não vir a marca dos pregos nas mãos de Jesus, se eu não colocar o meu dedo na marca dos pregos, e se eu não colocar a minha mão no lado dele, eu não acreditarei.
(Jesus entra sem que eles percebam e diz primeiro para todos, depois para Tomé)
Jesus.: A paz esteja com vocês. Estenda aqui o seu dedo e veja as minhas mãos. Estenda a sua mão e toque o meu lado. Não seja incrédulo, mas tenha fé.
Tomé.: Meu Senhor e meu Deus!
Jesus.: Você acreditou porque viu? Felizes os que acreditaram sem ter visto.

Abertura da Porta

Catequistas.: Crianças,  a alegria que sentimos hoje, pela ressurreição de Jesus deve permanecer para sempre no nosso coração. Não foi apenas hoje que Jesus ressuscitou, mas, toda vez que você melhora a sua vida, a vida de seus familiares e amigos, vivendo um amor descomprometido, sem interesses, a não ser no bem estar do outro, é Jesus ressuscitando no seu coração. Não duvide nunca do Amor que Jesus tem por você. Assim como os apóstolos digamos sempre: “Senhor, aumentai a nossa fé” (Lc.17,5). Acreditar na presença real de Jesus vivo, transubstancial na Sagrada Eucaristia e viver esta fé é a alegria do verdadeiro cristão.
(Abrir a porta “ACREDITAR”.)
Crianças.: Vem Senhor Jesus, toma conta do nosso coração para que acreditemos sempre no seu amor por nós. Ainda temos um coração puro e queremos que continue assim. Senhor, toma conta do nosso coração.

Catequistas.: Devemos Partilhar a fé, como uma verdadeira chave, que abre no coração a porta da alegria. Procuremos levar esta chave todas as pessoas, para que também eles, possam conhecer Jesus e façam parte do seu Reino de Amor.
Crianças.: Senhor, fazei de nós um instrumento de vossa paz e do vosso amor. Toma conta de nossa boca, para que saibamos Evangelizar, apesar de tão pequenos. Queremos ser também seus discípulos, não como Tomé, que duvida, más como Maria que não se cansa de anunciar a sua ressurreição.
Catequistas.: O Evangelho nos convida a abraçar o desejo do encontro com o irmão, a troca de aprendizagem e a vontade de que todos sejam discípulos de Jesus. “Alegra-te por não estares sozinho na fé. Une o teu coração a tantos outros que chamam a Deus Pai e a Cristo de irmão. Sente a união que pode existir em nós”. Bendiga a Deus Pai Criador por tantas maravilhas.
Crianças.: Senhor que a Sua Ressurreição aproxime os nossos corações a ponto de serem um como o Vosso coração é Um com Deus Pai.
Catequistas.: Obras do Senhor, bendizei o Senhor, louvai-O e exaltai-O para sempre. Céus, bendizei o Senhor, Anjos do Senhor, bendizei o Senhor.
Crianças.: Sol e lua, bendizei o Senhor,  estrelas do céu, bendizei o Senhor. Chuvas e orvalhos, bendizei o Senhor, todos os ventos, bendizei o Senhor.
    Todos.: Bendiga a terra o Senhor, louve-O e exalte-O para sempre.
Catequistas.: Montes e colinas, bendizei o Senhor,
tudo o que germina na terra bendiga o Senhor.
Crianças.: Animais e rebanhos, bendizei o Senhor, homens, bendizei o Senhor.
  Todos.: Bendiga Israel o Senhor, Louve-O e exalte-O para sempre.
Catequistas.: Sacerdotes do Senhor, bendizei o Senhor, servos do Senhor, bendizei o Senhor.
Crianças.: santos e humildes de coração, bendizei o Senhor. Louvai-O e exaltai-O para sempre.
  Todos.: Bendigamos o Pai, o Filho e o Espírito Santo;
Catequistas.: louvemo-l’O e exaltemo-l’O para sempre.
Todos.: Bendito sejais, Senhor, no firmamento dos céus, a Vós o louvor e a glória para sempre.
Crianças:. Ó que alegria! Hoje é o dia. Dia de meditar, de buscar, de agradecer, de plantar a paz. Dia de oração!!! De abrir as mãos, de abrir os braços e abraçar o irmão. Dia de recomeçar, de libertar, ANUNCIAR…
Todos: Alegrem-se todos! O Senhor ressuscitou! Aleluia! Aleluia! Uma feliz páscoa da ressurreição do amor a todos!!!!!!
Crianças: Senhor, Jesus, sabemos como é bom estar junto a Ti, experimentar deste amor tão puro… é enorme a felicidade de quem acredita no teu amor e se deixa tocar pela tua presença… Prometo prestar mais atenção na catequese, na santa missa e também nas minhas orações diárias.
(Postaremos mais fotos quando os outros grupos celebrarem com suas crianças.)
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quarta-feira, 25 de março de 2015

Pastoral em Chave Missionária.





 A catequese da Paróquia do Ipu está fazendo uma Dinâmica Pascal que vai da quaresma a pascoa. Esta dinâmica terá 2 partes: 1ª Parte - A alegria de voltar à casa do Pai (O primeiro momento será para abrirmos a porta do Coração de Jesus e n’Ele fazermos morada). 2ª Parte – A Alegria de Evangelizar (O segundo momento será para abrirmos a porta do nosso coração e deixarmos Jesus, nele fazer morada).
Esquema geral das chaves:

Da Quaresma

Dinâmica Pascal – I Domingo da Quaresma - Arrepender
Dinâmica Pascal – II Domingo da quaresma – Levantar
Dinâmica Pascal – III Domingo da quaresma – Edificar
Dinâmica Pascal – IV Domingo da quaresma – Glorificar
Dinâmica Pascal – V Domingo da quaresma – Recriar
Dinâmica Pascal – Domingo de Ramos – Imitar

Ao Tempo Pascal
II Domingo de Páscoa         Acreditai
III Domingo de Páscoa        Levai
IV Domingo da Páscoa        Escutai
V Domingo da Páscoa         Guardai
VI Domingo da Páscoa       Respondei
Ascensão do Senhor           Ide
Pentecostes                      Avançai

Do Coração de Jesus ao nosso coração.

Do nosso coração ao coração do mundo.
Foram 40 dias de muita penitência e reflexão. Ainda iremos passar mais 7 dias de conversão, vivenciando  a semana santa de uma maneira intensa, para ressuscitar com Cristo e viver a Alegria do Evangelho. 
Para fazermos a abertura da semana santa de uma maneira bem litúrgica, fizemos a procissão de Ramos com a presidência do nosso Pároco, que assim, como um grande Pai que é, educa seus filhos espirituais na fé. Apesar de estarmos celebrando com crianças e sabermos que elas tem um jeito especial de participação, foi muito emocionante ver a multidão de crianças neste dia. A capela lotou.  

Depois disso iremos nos preparar para o grande envio do Senhor: “Ide fazer discípulos meus” Mt 28, 18.


Tendo Jesus Cristo como porta para Deus, fizemos da nossa quaresma o tempo ideal para encontrarmos as chaves certas e abri-la.

Disse Jesus: “Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo”. Apocalipse 3:20 Disse ainda “Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo; entrará, e sairá, e achará pastagem” João 10,9.

Estamos buscando Sair de nós mesmos para adentrar o coração de Jesus. Abandonaremos nossos velhos hábitos para adquirirmos novos, de acordo com a vontade do Senhor. Este entrar e sair será constante, pois logo sairemos do Coração de Jesus para retornar ao nosso, e transbordando o amor de Deus, iremos levar este amor a todos os corações que encontrarmos.

Depois de todo este processo realizado, teremos a ALEGRIA de fazermos o Reino de Deus acontecer em nosso meio. Para encontrarmos a chave certa iremos construir um Acróstico baseado nas Palavras do Senhor: “Fiquem ALEGRES porque os nomes de vocês estão escritos no céu” Lucas 10,20.

Queremos responder ao desafio de abrir a porta para passar do encontro pessoal com Jesus Cristo, ao anúncio renovado que proporciona aos crentes, uma nova alegria na fé e uma fecundidade evangelizadora. (Papa Francisco)
O maior anseio da humanidade é amar e ser amado e o maior sentido da vida é ser feliz em santidade, amando os irmãos como se fosse o próprio Deus e a Deus sobre todas as coisas. É esta maneira de ser que dá sentido a nossa vida nos tempos em que estamos vivendo.

Esta dinâmica que estamos fazendo tem como objetivo contagiar alegremente o coração de nossos catequistas e catequisandos a viverem como cristãos autênticos e espalharem por onde forem, a felicidade de pertencer ao Reino de Deus.


O ditado popular diz que tudo o que é bom está guardado com sete chaves. O nosso está guardado com 14. 7 chaves para adentrarmos o coração de Jesus. 7 para adentrarmos o nosso. O Papa Francisco exorta através da sua Carta apostólica e nos convida de maneira especial, para vivermos intensamente o Evangelho na Alegria de Ser Cristão Discípulo do Senhor.

No primeiro parágrafo desta exortação, somos introduzidos com muita ternura aos novos rumos da nossa caminhada missionária: “A ALEGRIA DO EVANGELHO enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus. Quem se deixa salvar por Ele será libertado do pecado, da tristeza, do vazio interior, do isolamento. Com Jesus Cristo, renasce a alegria de ser e de viver.

No capítulo I o Papa nos convida a fazermos da pastoral uma chave missionária, sendo ousados e criativos nesta tarefa de repensar os objetivos, as estruturas, o estilo e os métodos evangelizadores das respetivas comunidades. Somos exortados a aplicarmos, com generosidade e coragem, as orientações deste documento, sem impedimentos nem receio. Ele pede que não caminhemos sozinho, mas tenhamos sempre em conta os irmãos e, de modo especial, a guia da igreja, num discernimento pastoral sábio e realista.

Em obediência ao nosso querido Pastor, queremos abri o coração do Evangelho e vivermos a nossa fé atuando pelo amor (EG 33-35). Nesta 2ª Parte queremos receber a visita do Cristo Ressuscitado e Glorioso. Queremos abrir a nossa mente e o nosso coração e em uma atitude de servo, se colocar a disposição do Senhor para fazer a sua vontade. Quem quiser vir conosco é só acessar este link. Dinâmica na Catequese
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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Quaresma - A alegria de voltar à casa do Pai



Do Coração de Jesus ao nosso coração.
               A quaresma é tempo de nos convertermos para celebrarmos dignamente a grande festa da Páscoa. A igreja nos convida a vivermos 40 dias reflexão e penitencia, buscando em tudo a conversão, para recuperarmos a dignidade de filhos de Deus, vivendo a santidade proposta pelo Evangelho.
Neste tempo, Cristo nos convida a mudar de vida. O tempo da Quaresma é o momento oportuno para ouvirmos João Batista: Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías. João 1, 23. A maneira correta de endireitarmos o caminho do Senhor é escutando a Palavra de Deus, orando, compartilhando com o próximo e praticando boas obras. As nossas atitudes devem ser de verdadeiros cristãos, discípulos de Jesus Cristo, já que por ação do pecado, o mundo nos afasta de Deus. Por isso, a quaresma é tempo de perdão, de reconciliação fraterna, tempo de retirar de nossos corações o ódio, o rancor, a inveja, os zelos que se opõem a nosso amor a Deus e aos irmãos.
A quaresma é o momento oportuno para escolhermos que porta queremos abrir para entrarmos no Reino de Deus. Assim disse Jesus: “Entrai pela porta estreita, pois larga é a porta e amplo o caminho que levam à perdição, e muitos são os que entram por esse caminho”. Mateus 7,13. E Ele lhes exortou: “Esforçai-vos por adentrar pela porta estreita, pois Eu vos asseguro que muitas pessoas procurarão entrar e não conseguirão”. Lucas 13,24.

Palavra da Santa Mãe Igreja

Trecho da mensagem do Santo Padre, o Papa Francisco:
Deus ama tanto o homem a ponto de entregar o seu Filho pela sua salvação. Na encarnação, na vida terrena, na morte e ressurreição do Filho de Deus, abre-se definitivamente a porta entre Deus e o homem, entre o Céu e a terra. E a Igreja é como a mão que mantém aberta esta porta, por meio da proclamação da Palavra, da celebração dos Sacramentos, do testemunho da fé que se torna eficaz pelo amor (cf. Gl 5, 6). O mundo, porém, tende a fechar-se em si mesmo e a fechar a referida porta através da qual Deus entra no mundo e o mundo n’Ele.
Os livros do Antigo Testamento preanunciaram a alegria da salvação, que havia de tornar-se superabundante nos tempos messiânicos. O profeta Isaías dirige-se ao Messias esperado, saudando-O com regozijo: «Multiplicaste a alegria, aumentaste o júbilo» (9, 2). E anima os habitantes de Sião a recebê-Lo com cânticos: «Exultai de alegria!» (12, 6).
A quem já O avistara no horizonte, o profeta convida-o a tornar-se mensageiro para os outros: «Sobe a um alto monte, arauto de Sião! Grita com voz forte, arauto de Jerusalém» (40, 9). A criação inteira participa nesta alegria da salvação: «Cantai, ó céus! Exulta de alegria, ó terra! Rompei em exclamações, ó montes! Na verdade, o Senhor consola o seu povo e se compadece dos desamparados» (49, 13).
 Zacarias, vendo o dia do Senhor, convida a vitoriar o Rei que chega «humilde, montado num jumento»: «Exulta de alegria, filha de Sião! Solta gritos de júbilo, filha de Jerusalém! Eis que o teu rei vem a ti. Ele é justo e vitorioso» (9, 9).
Mas o convite mais tocante talvez seja o do profeta Sofonias, que nos mostra o próprio Deus como um centro irradiante de festa e de alegria, que quer comunicar ao seu povo este júbilo salvífico. Enche-me de vida reler este texto: «O Senhor, teu Deus, está no meio de ti como poderoso salvador! Ele exulta de alegria por tua causa, pelo seu amor te renovará. Ele dança e grita de alegria por tua causa» (3, 17).
É a alegria que se vive no meio das pequenas coisas da vida quotidiana, como resposta ao amoroso convite de Deus nosso Pai: «Meu filho, se tens com quê, trata-te bem (...). Não te prives da felicidade presente» (Sir Ben Sirá (ou Eclesiástico)14, 11.14). Quanta ternura paterna se vislumbra por detrás destas palavras!
 O Evangelho, onde resplandece gloriosa a Cruz de Cristo, convida insistentemente à alegria. Apenas alguns exemplos: «Alegra-te» é a saudação do anjo a Maria (Lc 1, 28). A visita de Maria a Isabel faz com que João salte de alegria no ventre de sua mãe (cf. Lc 1, 41). No seu cântico, Maria proclama: «O meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador» (Lc 1, 47).
E, quando Jesus começa o seu ministério, João exclama: «Esta é a minha alegria! E tornou-se completa!» (Jo 3, 29). O próprio Jesus «estremeceu de alegria sob a ação do Espírito Santo» (Lc 10, 21). A sua mensagem é fonte de alegria: «Manifestei-vos estas coisas, para que esteja em vós a minha alegria, e a vossa alegria seja completa» (Jo 15, 11).

A nossa alegria cristã brota da fonte do seu coração transbordante. Ele promete aos seus discípulos: «Vós haveis de estar tristes, mas a vossa tristeza há-de converter-se em alegria» (Jo 16, 20). E insiste: «Eu hei-de ver-vos de novo! Então, o vosso coração há-de alegrar-se e ninguém vos poderá tirar a vossa alegria» (Jo 16, 22). Depois, ao verem-No ressuscitado, «encheram-se de alegria» (Jo 20, 20). O livro dos Actos dos Apóstolos conta que, na primitiva comunidade, «tomavam o alimento com alegria» (2, 46). Por onde passaram os discípulos, «houve grande alegria» (8, 8); e eles, no meio da perseguição, «estavam cheios de alegria» (13, 52). Um eunuco, recém-baptizado, «seguiu o seu caminho cheio de alegria» (8, 39); e o carcereiro «entregou-se, com a família, à alegria de ter acreditado em Deus» (16, 34). Porque não havemos de entrar, também nós, nesta torrente de alegria?
Tendo Jesus Cristo como porta para Deus, vamos fazer da nossa quaresma o tempo ideal para encontrarmos as chaves certas e abri-la.
Disse Jesus: Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo. Apocalipse 3:20 Quem desejar comer a Ceia Pascal que o Senhor preparou para seus amados, ainda é tempo de conversão. Aproveite.
A nossa catequese, buscando aprofundar o processo de Iniciação a Vida Cristã irá fazer uma dinâmica tão significativa que terá início na quaresma e não terá mais fim. Digo que não terá fim, pois queremos penetrar o Coração de Jesus, princípio e Fim. Para isso usaremos a simbologia da porta. De acordo com a passagem a cima, a porta do nosso coração é trancada por dentro e só nós temos a chave. Jesus está a porta e bate. Precisamos da chave certa para abrir a porta.
Esta dinâmica terá dois grandes momentos: O primeiro momento será para abrirmos a porta do Coração de Jesus e n’Ele fazermos morada. O segundo momento será para abrirmos a porta do nosso coração e deixarmos Jesus, nele fazer morada.
Disse Jesus “Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo; entrará, e sairá, e achará pastagem” João 10,9.
Iremos utilizar a linguagem do entrar e sair: Sairemos de nós mesmos para adentrar o coração de Jesus. Abandonaremos nossos velhos hábitos para adquirirmos novos, de acordo com a vontade do Senhor. Este entrar e sair será constante, pois logo sairemos do Coração de Jesus para retornar ao nosso, e transbordando  o amor de Deus, iremos levar este amor a todos os corações que encontrarmos.
Depois de todo este processo realizado, teremos a ALEGRIA de fazermos o Reino de Deus acontecer em nosso meio. Para encontrarmos a chave certa iremos construir um Acróstico baseado nas Palavras do Senhor:  “Fiquem ALEGRES porque os nomes de vocês estão escritos no céu” Lucas 10,20.
Queremos responder ao desafio de abrir a porta para passar do encontro pessoal com Jesus Cristo, ao anúncio renovado que proporciona aos crentes, uma nova alegria na fé e uma fecundidade evangelizadora. (Papa Francisco)
Da Quaresma
Ao Tempo Pascal
I Domingo                   Arrepende-te
II Domingo                 Levanta-te
III Domingo               Edifica
IV Domingo               Glorifica
V Domingo                Recria-te
Domingo de Ramos   Imita
Páscoa                            Anuncia

II Domingo de Páscoa        Acreditai
III   Domingo de Páscoa     Levai
IV  Domingo da Páscoa      Escutai
V  Domingo da Páscoa       Guardai

VI  Domingo da Páscoa      Respondei
Ascensão do Senhor            Ide
Pentecostes                                   Avançai
Quer saber como fazer a dinâmica? Iremos fazer um recipiente em forma de Coração para colocar o Evangelho dentro. A frente do coração será móvel contendo sete desenhos de porta em forma de bolso. Em cada semana da quaresma colocaremos uma palavra chave (ação). No domingo da ressurreição colocaremos a última chave que abrirá a porta e revelará o Amor de Deus contido no Coração de Jesus (A Palavra de Deus). Durante a quaresma estudaremos os pecados capitais e na Páscoa as Virtudes. Para saber mais clique aqui: Dinâmica de Páscoa. Ou abra a porta.do seu coração e deixe Jesus fazer morada.
Um Coração humano, um coração Divino, repleto de amor, sete portas para adentrar estes corações, sete chaves. Encontre a sua e abra a porta do seu coração para entrar no coração de Jesus.
Como fazer a Dinâmica Pascal 
Dinâmica Pascal – I Domingo da Quaresma - Arrepender
Dinâmica Pascal – II Domingo da quaresma – Levantar
Dinâmica Pascal – III Domingo da quaresma – Edificar
Dinâmica Pascal – IV Domingo da quaresma – Glorificar
Dinâmica Pascal – V Domingo da quaresma – Recriar

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