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domingo, 9 de agosto de 2009

Busto Mons. Moraes - Pronunciamento Dona Rosa, irmã de M. M


Pronunciamento de D, Rosa Ferreira de Morais, irmã do Mons. Moraes.







“Deus sabe recompensar todo trabalho. Jesus Cristo disse que não ficava um copo d’água sem recompensa. O povo do Ipu, povo bom que ajudou ao mons. Moraes, que deu conforto a vida dele: vida de trabalho e de luta. Ninguém pode negar nem ocultar que ele era trabalhador. Desde menino mostrou que tinha vocação sacerdotal. Quando criança foi a Canindé com a minha mãe e queria ficar com os frades. A mamãe disse que não era possível. Ela dizia que queria que o seu filho mais velho fosse padre, que é pai do Dr. Zé Maria. Ele dizia ‘Não mamãe eu não vou ser padre’. Mons. dizia ‘Mamãe guarde pra mim que eu vou ser padre’.
E lutou, sofreu para ir ao seminário. Não foi fácil porque naquele tempo as coisas eram difíceis. Depois no seminário teve a doença da vista e muitos colegas diziam que ele não ia se ordenar porque o bispo não ordenaria um padre cego. Mas ele não desistiu. Passava férias, às vezes, em fortaleza para se tratar.
Dom José, que era muito amigo, disse para o médico: ‘Se você não garantir a melhora dele eu o levarei para o Rio de Janeiro’. Quando deixou a Paróquia quisemos levá-lo para Crateús, terra dele. Ele, porém disse que gostava de sua terra, tanto que preferiu ser sepultado lá, mas queria morrer no Ipu. Gostava também de Nova Russas, que foi sua primeira paróquia.
Assim só o que posso dizer neste momento, cheia de gratidão da iniciativa do Padre Nonato, da Irmã do Patronato: ‘muito obrigada’ a todos que colaboraram para não só o busto de Mons. Moraes, mas para que ele seja lembrado nas orações de todos os fiéis paroquianos de Ipu. Muito obrigada a todos.”
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