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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

A Paróquia é uma comunidade de comunidades vivas


Toda a Igreja tem nesse ano um momento forte onde estamos assumindo o projeto, os ensinamentos, o documento apresentado à nossa Igreja para que nós possamos seguir com passos largos rumo à evangelização correta de libertação para nosso povo. E este projeto o qual faço referência é o Documento de Aparecida que de forma clara vem nos apresentar o que é ser Igreja. E dentro deste ser Igreja aprendemos um novo ensinamento: O que é ser Paróquia. Analisando os temas específicos que cada dia estamos estudando, entenderemos um pouco melhor o que é ser paróquia. O tema proposto para a nossa reflexão hoje é "Paróquia: comunidade de comunidades vivas." Isso nos faz parar um pouco e pensar neste grande significado: o que é ser paróquia? o que é ser comunidade e o que é ser comunidade viva?

Uma comunidade de vida é um grupo onde encontramos agentes, pessoas comprometidas com os ensinamentos do Evangelho de Jesus. Comprometer-se é assumir o desafio. Assumir o desafio é acolher e aceitar em sua vida Jesus Cristo como a única verdade a ser seguida. Sendo ele a única verdade, não devemos escolher caminhos contrários que se apresentam para nós com falsas idéias, com falsas ideologias, com falsos ensinamentos. Tudo aquilo que vai contra os ensinamentos de Jesus, é uma mentira e deve ser rejeitada. A rejeição de Jesus não deve existir. Só é possível esta rejeição quando fugirmos de nós mesmos, fugirmos do encontro com Deus e passamos a perder em nossa vida o que nós chamamos de fé. Em contra partida a fé é o ponto de ligação entre eu e Deus, entre eu e o outro, entre eu e a Igreja.

E aqui termino dizendo: Deus ama aquele que vem a Igreja na mesma proporção que ama aquele que não vem. Deus ama aquele pratica sempre o bem, a verdade e aquele que não pratica o bem e nem faz uso da verdade. Deus não faz distinção de pessoas. A diferença está no tipo de amor que nós oferecemos a Deus. Se você ama mais a Deus do que mim, você está mais propensa a realizar aquilo que Deus pede. E se eu rejeito o amor de Deus em minha vida eu estou mais propenso a realizar aquilo que Deus não pede. Se eu amo pouco vou lutar para amar mais. E se muito eu amar mais eu irei amar a minha igreja, a minha Paróquia, a minha comunidade. E se eu amo, eu sou capaz de me entregar. E se eu me entrego eu realizo um ato de doação. E se eu me dou eu realizo em minha própria vida e deixo acontecer este envio que Deus nos faz. Dois a dois, dez a dez, cinco a cinco para anunciar o evangelho de Deus. Porque se nós anunciamos nós somos hoje e sempre discípulos e missionários de Jesus, conscientes do que a nós é permitido e o que não é permitido. Sejamos fiéis, sinceros, comprometidos com aquilo que Deus nos pede.

Pe. Antonio Denilson de Sousa – Pároco de Taperuaba

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