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terça-feira, 31 de agosto de 2010

I Assembleia Paroquial de Catequese (domingo)

O domingo na primeira Assembleia Paroquial foi um momento de refazer as forças e deixar o Espírito Santo tomar conta de nossas vidas. Padre Nonato dirigiu o encontro durante todo o dia. Só lamentou a falta de tantos catequistas na hora em que "eles - catequistas" mais precisavam estar presente. Independente da necessidade que ocasionou a falta dos catequistas, não dá para entender porque da ausência.

Uma mini síntese da Espiritualidade.

A vocação do catequista é um chamado de Deus para a santidade, e para compor de forma concreta a sua igreja. O catequista é um apóstolo de Jesus, e por isso, um enviado de Deus que tem como missão Evangelizar, dando de Graça o que recebeu de Graça: O seu Amor. A fidelidade do catequista depende muito do quanto ele ama a Deus. E a prova deste amor é a sua constante presença diante do Senhor, adorando-O, contemplando-O, desejando-O na Hóstia consagrada. Quem ama quer estar presente. O catequista também é um facilitador da ação do Espírito Santo na vida dos catecúmenos e na sua própria conversão. Para que isto aconteça, o catequista precisa de uma profunda vida espiritual, relacionada com a palavra contida na revelação, celebrada na liturgia e vivida essencialmente pelos santos.

O catequista, assim como todo cristão é templo do Espírito Santo, por isso tem que ter uma estreita relação de amor com Ele. Sua santidade vem da sabedoria Divina, ação de Graça do catequista. Este dom tem que ser zelado e colocado a serviço da igreja. Ser catequista e se deixar seduzir por Deus. Quem Não se deixa seduzir por Deus, é seduzido pelo mundo. A força vital de uma boa ação do catequista vem da oração, da Palavra de Deus e da Eucaristia. A vocação do catequista tem caráter incondicional; não tem meio termo. Não dá para brincar de ser catequista.

Na oração o catequista fala com Deus, no serviço Deus te fala. A oração tem que ser vivida pelo catequista para fazer parte de sua espiritualidade. A oração exige silencio, contemplação, reflexão... resposta. Deve ser uma relação amorosa de Deus, diferente de rezar! A dinâmica da oração do catequista é o combustível para um bom relacionamento com Deus. Um relacionamento de quem ama com aquele que nos amou primeiro. Enfim, o catequista é um apaixonado por Deus e por sua missão.