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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Bento XVI cria novo Conselho Pontifício e nomeia seu primeiro presidente


BENTOXVI

O papa Bento XVI anunciou na segunda-feira, 28, a criação do Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização. Para presidir o novo Conselho, o papa nomeou, hoje, o arcebispo titular de Voghenza, dom Salvatore Fisichella.

Bento XVI fez o anúncio da criação do novo dicastério na Basílica de São Paulo de fora dos muros na celebração das vésperas da Solenidade de São Pedro e São Paulo. Segundo o papa, o novo Conselho terá a missão de “promover uma renovada evangelização nos países onde já ressoou o primeiro anúncio da fé e estão presentes Igrejas de antiga fundação, mas que assistem a uma progressiva secularização da sociedade e algo como um ‘eclipse do senso de Deus', que constituem desafios na busca por meios adequados de reapresentar a perene verdade do Evangelho de Cristo".

“Há regiões do mundo em que o Evangelho fincou raízes há longo tempo, dando origem a uma verdadeira tradição cristã, mas onde nos últimos séculos, com dinâmicas complexas, o processo de secularização produziu uma grave crise de sentido na fé cristã", acrescentou o papa.

O presidente da CNBB, dom Geraldo Lyrio Rocha, recebeu carta do secretário de Estado, cardeal Tarcísio Bertone, datada de 25 de junho, comunicando o ato do santo padre. Segundo o cardeal, o papa decidiu instituir o novo Conselho para “promover e favorecer a nova evangelização, preocupado com a fé e a situação eclesial em vários países de antiga tradição cristã”.

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domingo, 13 de junho de 2010

Formação de catequistas - A missão de catequizar

No dia 12 de Junho de 2010 aconteceu no NAPAM ( Núcleo de Animação Pastoral Monsenhor Moraes) mais uma reunião de formação para os catequistas das capelas do Ipu. A formação dos catequistas acontecem todos os segundos sábados de cada mês as sete horas da manhã. Desde 2009 estamos estudando o livro: "Apredendo a ser catequistas formador de discípulos missionários". É um livro da Editora Pão e Vinho, escrito pelo Padre Cristovam Iubel. Não temos pressa de esgotar o estudo deste livro por ser uma formação integral, sólida e de carater permanente. Fizemos em 2009 uma semana catequética tendo com base os temas: "Por que sou catequista", "Grupo de Catequistas", "Formação Pessoal" e "A Espiritualidade do Catequista".
Depois retomamos o livro do primeiro encontro. Hoje fizemos a conclusão do segundo encontro. Demora muito porque o Padre Cristovam indica diversas leituras dos documentos da igreja e mergulhamos, nos aprofundamos em todas elas.
A missão de Catequizar - C I C

A catequese é uma educação da fé das crianças, dos jovens e dos adultos, que compreende especialmente um ensino da doutrina cristã para a vida em comunidade, de maneira orgânica e sistemática. A catequese deve iniciar sempre com o primeiro anúncio do Evangelho para suscitar a fé; Durante o processo catequético os catequistas precisam mostrar a face de Jesus como razão única de salvação através de sua experiência de vida cristã; Participar assiduamente das celebrações dos sacramentos; Dar testemunho apostólico e missionário. "O catequista precisa deixar transparecer a sua íntima ligação com toda a vida da Igreja. O catequista é um agente pastoral; Um ministro e Apóstolo de Cristo.

Catequese Renovada (1983), nn. 4-29. 2ª Edição. CNBB. São Paulo: Paulinas.

A catequese na história da Igreja, do século I ao século V acontecia como processo de Iniciação.

No tempo dos Apóstolos, a vivência fraterna na comunidade era celebrada na Eucaristia como o ápice da. Na comunidade dos Cristãos se vivia a doutrina dos Apóstolos, seus ensinamentos recebido do próprio Cristo que, pouco a pouco, foi sendo formulado nos Símbolos da Fé (fórmulas condensadas, como o Credo), nas doxologias (aclamações litúrgicas como as que encontramos, por exemplo, em Ef 1,3-14; Rm 1,8; Rm 16,27; 1Cor 1,2-3), e nas orações. Aos poucos se foi formando uma Catequese prolongada e organizada, que tinha como objetivo levar os convertidos à iniciação na vida cristã. Criou-se assim o catecumenato com seus vários graus, que preparava os candidatos à vivência na comunidade cristã, através da escuta da Palavra, das celebrações e do testemunho. A Catequese introduzia progressivamente o catecúmeno na vida cristã dentro da comunidade. Animada pela fé, sustentada pela esperança, exercida através da caridade fraterna, a própria vida da comunidade fazia parte do conteúdo da Catequese. Esta, por sua vez, era o instrumento a serviço de uma entrada consciente na comunidade de fé e da perseverança nela. Catequese e comunidade caminhavam juntas.

Depois do século V, pode-se dizer que a Catequese já não consistia tanto numa iniciação à comunidade de fé, como verificamos na fase anterior. É que a sociedade inteira, em todos os seus aspectos, se considerava animada pela religião cristã, a ponto de se estabelecer uma aliança entre o poder civil e o poder eclesiástico. Foi o que se chamou de cristandade. A Catequese passou a ser um processo de imersão nessa cristandade. Sem esquecer a influência da família, das escolas episcopais e monacais e da pregação, convém ressaltar que a educação da fé se realizava pela participação numa vida social, profissional e artística marcada pelo religioso, num ambiente cristão presente na sociedade inteira.

A partir do século XVI, a catequese passou, conforme as exigências do tempo, a realizar-se por um processo que valorizava mais a aprendizagem individual, na qual já não era tão marcante a ligação com a comunidade. Vários fatores concorreram para que a Catequese se concentrasse no aspecto da instrução. Salientamos entre outros:

a) a preocupação com a clareza e a exatidão das formulações doutrinais, em face das divisões no meio dos cristãos, no tempo da reforma protestante;

b) a descoberta da imprensa e a difusão das escolas, que concentram a Catequese nos textos para o ensino, isto é, nos catecismos. Após as primeiras tentativas católicas, inclusive latino-americanas, Lutero publicou seu catecismo em 1529. Entre 1550 e 1600 apareceram os grandes catecismos inspirados no Concílio de Trento, como o de São Pedro Canísio, em 1555, e o de São Carlos Borromeu, em 1566, e o de São Roberto Bellarmino, em 1597. O valor sempre inspirador dos catecismos, numa época de confusão doutrinal, foi o de apresentar de maneira clara e pedagógica o conjunto dos principais mistérios da fé cristã (cf. CT 13);

c) a influência do iluminismo: segundo este movimento cultural, a inteligência humana, devidamente instruída, é capaz de encontrar sozinha a solução de todos os problemas da humanidade.

No século XX foi-se redescobrindo na Catequese a importância fundamental da iniciação cristã e do lugar primordial que nela cabe à comunidade de fé. Tal tendência foi gradativamente reforçada por vários elementos:

a) os resultados dos movimentos bíblicos, patrístico, litúrgico e querigmático que, na evangelização, contribuíram respectivamente para a revalorização da Bíblia, da Liturgia e do anúncio de Jesus Cristo;

b) as descobertas da psicologia, da pedagogia e de outras ciências humanas, descobertas essas aplicadas aos processos catequéticos;

c) mais recentemente, a renovação inspirada no Concílio Vaticano II (1962-65), explicitada no Diretório Catequético Geral (1971) e animada pelos Sínodos sobre a Evangelização (1974) e sobre a Catequese (1977). Fruto desses dois Sínodos são as exortações apostólicas Evangelii Nuntiandi (EN) de Paulo VI, sobre a Evangelização no mundo de hoje (1975) e Catechesi Tradendae (CT) de João Paulo II, sobre a Catequese hoje (1979);

d) as transformações no próprio mundo pelo progresso tecnológico-científico, explosão demográfica, urbanização, e pela secularização, fruto do positivismo e do tecnicismo.

Esta sociedade, marcada pela massificação, anonimato, impacto dos meios de comunicação de massa, consumismo, libertinagem moral, violência coletiva e desigualdades sociais chocantes, exige, de modo novo e radical, a segurança da pessoa no abrigo de uma comunidade menor, onde possam ser vividos os valores do relacionamento interpessoal.

Na América Latina, a 2ª Conferência Episcopal realizada em Medellín (1968), percebeu esta nova necessidade e, aplicando os ensinamentos do Concílio Vaticano II à nossa realidade continental, redirecionou a catequese para o compromisso libertador nas situações concretas. À luz do documento final de Medellín, confirmado mais tarde pela Evangelii Nuntiandi e pela Conferência de Puebla (cf. P 978-986), a Catequese na América Latina vem procurando realizar-se em estreita ligação com a realidade da vida, para a construção de comunidades de fé. Neste sentido vem levando os catequistas a caminharem com os mais pobres e oprimidos e a partilharem as suas angústias, lutas e esperanças.

Cabe ressaltar, como características positivas que vem tomando a nossa catequese:

- uma inserção maior no conjunto de toda a pastoral esta vem procurando torna-se cada vez mais uma pastoral orgânica;

- a apresentação de uma nova imagem da pessoa de Jesus Cristo e sua prática, da Igreja, e do homem

- a consideração da pessoa humana como um todo, com seus direitos e deveres, suas dimensões individual, comunitária e social;

- a luta pela libertação integral do homem, reconhecido como sujeito de sua própria história;

- o relevo dado às comunidades eclesiais de base e à opção preferencial pelos pobres;

- a preocupação por um ensino sistemático dos conteúdos da fé, através de um roteiro nacional.

Ao lado dessas aquisições, porém, cabe não perder de vista as deficiências que a catequese no Brasil continua mostrando:

- ainda não atinge permanentemente a todos os cristãos, especialmente os jovens e adultos, os universitários, o operariado nos grandes centros e as elites intelectuais

- às vezes, fica em dualismos e falsas oposições, como entre a catequese sacramental e catequese vivencial, entre catequese doutrinal e catequese situacional;

- publicações catequéticas fracas e às vezes questionáveis do ponto de vista doutrinal e metodológico;

- em certos lugares, a catequese ainda continua a merecer maior atenção de nossa parte, de sacerdotes, de seminaristas, de religiosos, e também não encontra apoio suficiente nas famílias;

É compreensível que cada um, num processo complexo como é o da catequese, acabe por favorecer um ou mais elementos integrantes do processo, em detrimento de outro. Ter bom senso, vida de oração, comunhão com o Cristo Eucarístico vivendo com Ele, por Ele e nEle.

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quarta-feira, 9 de junho de 2010

Entrevista com a Presidente da Família Franciscana

A ordem Franciscana Secular se reuniu no Ipu para o início de mais uma temporada de formação que acontece todos os anos no distrito 3 do Regional Nordeste A2. O regional é dividido em 11 distritos e a região da serra compõe o distrito 3. As fraternidades que participaram deste encontro foram: Viçosa do Ceará, São Benedito, Ibiapina, Ubajara, Guaraciaba, Ipu e Reriutaba. São 2 paróquias da Diocese de Sobral e 5 da Diocese de Tianguá.

O encontro teve início na Igreja Matriz com a Santa Missa as 7 horas da manhã. Depois foram para a Escola Auton Aragão, onde aconteceu a recepção e acolhida, já que muitos dos participantes chegaram atrasados devido a distância. Faz parte da filosofia dos encontros Franciscanos esperarem todos os convidados para o início dos encontros. Depois da palestra, o grupão é dividido em subgrupo para um estudo mais aprofundado. Tivemos a participação especial da presidente da família Franciscana do Brasil, a Eliziane que veio criar o núcleo da família franciscana do Brasil aqui na nossa região. Aproveitamos para uma entrevista com a mesma:

Osorio : Qual o grande empenho da Ordem Franciscana para contribuir com o serviço de Evangelização da Igreja no Brasil?

O desafio que nos é proposto hoje é a defesa do meio ambiente. Nossa bandeira de luta são as questões ambientais, o respeito pela natureza, a promoção de ações que estejam defendendo a vida e o meio ambiente.

Osorio : Diante do que a Igreja está pedindo no mundo inteiro (formador de discípulos missionários), qual a visão dos franciscanos?

A Ordem franciscana foi a 1ª ordem missionária que existiu na Igreja. Quando são Francisco teve aquela intuição de viver o evangelho de Jesus cristo, ele não quis ir aos mosteiros, ele morava em cabanas, porque ele sentia o apelo a ser missionário. A essência do nosso carisma é ser missionários.

Osorio : Gostaria de fazer um convite especial para quem se sentir atraído para o Carisma Franciscano?

O convite que a gente faz é se alguém sente o apelo de viver uma vida em fraternidade, sem apego, e querendo ser missionário, na Família Franciscana você tem espaço. A convivência é muito boa. Eu gosto muito de ser Franciscana, eu me sinto bem, realmente é uma família. Quando você se encontra, você se encontra com um grupo de irmãos, a gente se acolhe, se ama e se respeita profundamente.

Osorio : Qual a mensagem que você deixa para os nossos leitores?

No mundo de hoje precisamos de discípulos missionários. Nós precisamos assumir nosso batismo, nossa vocação cristã, vivendo o evangelho de nosso senhor Jesus cristo, em primeiro lugar, e dando testemunho do seguimento de Jesus para as pessoas que vivem num mundo tão sedento de Deus e de paz.

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terça-feira, 8 de junho de 2010

Turma de 1ª Eucaristia da Várzea do Giló 2010


Várzea do Giló 160, upload feito originalmente por CatequesedeIpu.

Celebrante: Padre Marcone
1 Aislan Alves Bandeira
2 Ana Luiza Vieira Viana
3 Ana Luiza Soares
4 Antonia Gleiciane Oliveira Vieira
5 Antonia Joice Batista
6 Antonia Josilane Oliveira Vieira
7 Antonia Letícia Paiva de Sousa
8 Antonio Eduardo Soares Lima
9 Antonio Rodrigo Gomes do Nascimento
10 Francisca Israele da Silva Batista
11 Antonia Lidiane
12 Francisco Douglas Ribeiro Victor
13 Francisco Ramon de Paiva Maciel
14 João Marcelo Sousa de Farias
15 Jorgiana Rodrigues Pinto
16 Luis Eugenio Dias Amarante
17 Maria da Conceição Araújo dos Santos
18 Maria Nádila Paulino Lima
19 Maria Raiane Vieira de Oliveira
20 Raynara Maria de Paiva Maciel
21 Sabrina Ferreira Araújo
22 Sebastião Soares Matos Neto
23 Yuri Silva Sousa

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Flickr

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segunda-feira, 7 de junho de 2010

Retiro Espiritual na Comunidade N. Sra. das Graças


Entrevista com o coordenador da CNSG, Luis Jocélio Miranda

A CNSG está reunida em retiro com o Pe. Nonato para refletir a importância da comunidade como Igreja, tendo Jesus como o tronco, aquela força maior que faz a Igreja permanecer unida e em missão. A comunidade tem esse privilégio de estar hoje em retiro se fortalecendo para depois levar a todos da comunidade a Palavra de Deus.


Qual tem sido o grande incentivo para manter a comunidade atuante?

Por providência divina, nós temos na comunidade a construção do Santuário dedicado a Nossa Senhora das Graças e através dessa graça que é esse Santuário, a comunidade tem se fortalecido, muitas pessoas tem se aproximado mais da Igreja, está sendo um verdadeiro canteiro de bênção e conversão. Tudo isso confirma a presença de Deus, do Espírito Santo na comunidade.

Diante do grande pedido da Igreja ao mundo inteiro (formador de discípulos missionários), qual tem sido o trabalho da comunidade?

Nós temos, principalmente, agora, no mês de maio, visitar as famílias rezando o terço. Temos também aos domingos, as 18h, o ofício e a novena da Medalha Milagrosa no Santuário, que ainda não está pronto, mas já estamos utilizando o espaço para que as pessoas já fiquem habituadas a frequentar a Igreja da Boa Vista. Todos os meses temos a Santa Missa.

Qual o calendário da comunidade?

Atualmente a comunidade está tendo dia de segunda-feira a catequese de adultos, uma espécie de estudo bíblico para as pessoas aprenderem mais um pouco sobre a Palavra de Deus. Aos sábados, à tarde a catequese das crianças também acontece lá. Uma vez por mês acontece o conselho da comunidade, todo dia 13 tem o ofício de Nossa Senhora e todo sábado tem o mutirão no Santuário, começando 7h da manhã. Tudo isso é movimento de evangelização da comunidade.

Qual o convite para as pessoas participarem tanto do mutirão quanto da comunidade?

Escutem a Palavra de Deus, porque a gente acredita que as pessoas devem ser sensibilizadas, ou devem deixar-se se sensibilizar. Só a gente rezando, falando, nem sempre as pessoas escutam. A gente confia que a comunidade é um local apropriado para as pessoas encontrarem Jesus e nós estamos lá aguardando que as pessoas participem desses momentos que a comunidade oferece. Nós também fazemos missão, tem a missão do dízimo que colabora com a visita nas casas. E que as pessoas ao ouvirem o anúncio das festas, das novenas, das missas também se disponibilizem em ir à Igreja. Não fique só esperando o missionário ir lá convidar. O chamado é de Jesus e nós precisamos obedecer.

Quais as dificuldades da Comunidade?

Nós estamos na construção do templo, todo sábado, 7h da manhã, os trabalhos estão um pouco difíceis porque é na parte superior, não é um trabalho ainda de mutirão, é um trabalho mais especializado e de pessoas que tenham coragem para subir porque as paredes são bem altas. Mas precisamos muito de pedreiros, pessoas que venham nos ajudar a construir. Desde o começo da construção muitos pedreiros falaram que vinham e estamos esperando, que Jesus possa tocar nos seus corações. Estamos precisando dessas pessoas que venham nos ajudar neste trabalho, que agora é um trabalho especializado para profissionais.


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domingo, 6 de junho de 2010

“Missão Franciscana Hoje”

Dia 6 de Junho de 2010 aconteceu mais um encontro da OFS ( Ordem Francisca Secular) do RNA2 (Regional Nordeste A2) ceara e Piauí.. O R é dividido por 11 distrito . a região da serra compõe o distrito 3.
As fraternidades que se encontram aqui é Viçosa do Ceará, São Benedito, Ibiapina, Ubajara, Guaraciaba do Norte, Ipu e Reriutaba. São 2 Paróquia da Diocese de Sobral e 5 da Diocese de Tianguá com a participação de 121 pessoas. Hoje está presente a representante da Família Franciscana no Brasil, a Elisiam, Presidente da Família Franciscana no Ceará.

O objetivo de sua presença é a criação do Núcleo da Família Franciscana no nosso Regional. A criação do Núcleo foi feito no início do encontro e em seguida foi feita a votação sendo eleita a Vera Lúcia Moreno de São Benedito. A ordem Franciscana está dividida em: Ordem 1ª que é os Frades; Ordem 2ª que é as Freiras; Ordem 3ª que é os Leigos Seculares.
A família Franciscana a nível regional tem como assistente espiritual o Frei Wellington que mora em fortaleza que no final do mês estará fazendo a visita fraterna pastoral na Paróquia de São Sebastião do Ipu. A Ordem Franciscana no Ipu tem 16 professos, 5
formandos e 3 iniciandos.

A 16 anos este encontro da Ordem Franciscana é realizado a nível regional que, a partir de junho, portanto deste encontro, a Ordem estará se reunindo mensalmente em uma das cidades do Regional para dar continuidade a pauta. O rodízio de encontros Franciscano tem como tema geral “Missão Franciscana Hoje”.



É o estudo de uma apostila de formação do Regional para a ordem. O propósito da OFS é estudar esta apostila até dezembro nestes encontros mensais. Tema do dia: “O que é formação”. A equipe responsável pela formação foi a fraternidade de São Benedito tendo como coordenadora Vera Lúcia Moreno.



A Cândida que gentilmente nos concedeu esta entrevista, na Fraternidade do Ipu é tesoureira e a nível de Região é coordenadora de formação. No final fez um convite a quem se animar ou sentir o chamado de Jesus através do carisma Franciscano pode participar das reuniões ao menos para conhecer, será bem vindo pois as reuniões são abertas a quem quiser.

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sexta-feira, 4 de junho de 2010

Festa de Corpus Christi


A festa de Corpus Christis é realizada na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade que, por sua vez, acontece no domingo seguinte ao de Pentecostes. É uma festa de 'preceito', isto é, para nós católicos é de comparecimento obrigatório participar da Missa neste dia, na forma estabelecida pela Conferência Episcopal do país respectivo.
Aqui no Ipu, só houve uma missa, as 7 horas da manhã.A origem da Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo remonta ao Século XIII.A Festa de Corpus Christi foi instituída pelo Papa Urbano IV com a Bula ‘Transiturus’ de 11 de agosto de 1264.


A procissão com o Corpo de Cristo Sacramentado pelas vias públicas, atende a uma recomendação do Código de Direito Canônico (cân. 944) que determina ao Bispo diocesano que a providencie, onde for possível, "para testemunhar publicamente a veneração para com a santíssima Eucaristia, principalmente na solenidade do Corpo e Sangue de Cristo."
É recomendado que nestas datas, a não ser por causa grave e urgente, não se ausente da diocese o Bispo (cân. 395).
Conta a história que um sacerdote chamado Pedro de Praga, de costumes irrepreensíveis, vivia angustiado por dúvidas sobre a presença de Cristo na Eucaristia. Decidiu então ir em peregrinação ao túmulo dos apóstolos Pedro e Paulo em Roma, para pedir o Dom da fé. Ao passar por Bolsena (Itália), enquanto celebrava a Santa Missa, foi novamente acometido da dúvida.
Na hora da Consagração veio-lhe a resposta em forma de milagre: a Hóstia branca transformou-se em carne viva, respingando sangue, manchando o corporal, os sangüíneos e as toalhas do altar sem no entanto manchar as mãos do sacerdote, pois, a parte da Hóstia que estava entre seus dedos, conservou as características de pão ázimo.
Por solicitação do Papa Urbano IV, que na época governava a igreja, os objetos milagrosos foram para Orviedo em grande procissão, sendo recebidos solenemente por sua santidade e levados para a Catedral de Santa Prisca. Esta foi a primeira procissão do Corporal Eucarístico. A 11 de agosto de 1264, o Papa lançou de Orviedo para o mundo católico através da bula Transiturus do Mundo o preceito de uma festa com extraordinária solenidade em honra do Corpo do Senhor.
Em muitas cidades portuguesas e brasileiras é costume ornamentar as ruas por onde passa a procissão com tapetes de colorido vivo e desenhos de inspiração religiosa. Esta festividade de longa data se constitui uma tradição no Brasil, principalmente nas cidades históricas, que se revestem de práticas antigas e tradicionais e que são embelezadas com decorações de acordo com costumes locais.
Aqui no Ipu as escolas passam a manhã ornamentando as ruas para a procissão. Cada escola designa a sua equipe para o trabalho. Não fazem o tradicional Tapete de símbolos Eucarísticos, colorindo com material reciclado, mas procuram desenhar os símbolos nas ruas para que o Santíssimo Sacramento possa passar. Aproveitam o máximo o material verde como ramos de árvore e folhas de palmeira ornamental. 10 anos morando aqui e ainda não me acostumei com este dia.
É que morei muitos anos em São Paulo, mas precisamente em Poá e lá eles começam os preparativos dias antes da solenidade e adentram a noite trabalhando. Algumas escolas começam a adquirir o material desde o começo do ano. O trabalho é voluntário e toda a família se envolve para abrilhantarem a festa.
A nossa procissão começou as 18h 30m saindo da Igreja matriz, dando a volta em torno da igreja pela rua Dr. Chagas Pinto, passando detrás da igreja pela antiga av. da municipalidade, passando em frente da Câmara dos vereadores. O percurso não foi longo. Foi praticamente uma volta no quarteirão. Aconteceram 5 bênçãos. Pode ser uma crítica, mas até mesmo os altares para as bênçãos este ano não estavam tão brilhante. Destaco aqui três coisas: 1ª a piedade e comportamento do povo.

Começaram com duas filas, dobraram as filas... Era tanta gente que quando o Padre Marcone chegou com o Santíssimo na primeira benção, o povo ainda estava saindo da igreja. Não dava para escutar o que estavam rezando ou cantando na frente, então todos rezavam o terço atrás. O 2º destaque vai para a quantidade de gente que compareceu à procissão. As ruas escolhidas não são de fácil acesso e escuras já que a procissão sempre acontece a noite e muitos idosos participam com tanta devoção.

Exemplo de Fé, participação e amor pela igreja e pela Eucaristia é o Dr. Tomás. Mais de 80 anos e acompanhando a procissão como nos tempos de sua juventude. O 3º destaque vai para os Ministros Extraordinário da Sagrada Eucaristia que fizeram a proteção do Santíssimo formando um cordão humano, e a coordenadora do grupo que organizou e conduziu a procissão muito bem. Foi evidente a participação da guarda municipal que garantiu a segurança da procissão. Dando apoio a guarda estava o grupo de escoteiros “águias do Ipuçaba. Também foi positivo a participação da Escola particular Patronato Sousa Carvalho.

È claro que não podemos esquecer a exuberância de enfeites e colorido que o Deti e sua esposa usa para enfeitar a frente da Matriz. É magnífico o seu trabalho.


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