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sexta-feira, 30 de julho de 2010

Festa de São Vicente - Ação de Graças por Pe. Nonato

30 de julho de 2010, 7h da noite, Novena e Missa da festa de São Vicente de Paulo, na Capela de São Vicente e Santa Luisa no Alto da Boa Vista. A festa de São Vicente começou ontem, dia 29, com a 1ª novena. Na Santa missa, quem animou a liturgia foi a comunidade Unidos em Cristo e os convidados foram o MESC (Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão) e a SSVP (Sociedade São Vicente de Paulo). Hoje a liturgia estava a cargo da Comunidade Nossa Senhora das Graças e São Vicente de Paulo, porém foram mudados os animadores da liturgia devido a celebração em ação de graças pelo dom da vida do Padre Nonato. Os convidados de hoje foram: grupo de Escoteiros Águias do Ipuçaba e Voluntárias da Caridade.

Nos comentários a comunidade agradece a Deus por nos conceder um pastor tão dedicado e hoje celebrarmos juntos mais um ano de sua vida como dádiva divina para todos nós. O dia todo foi de festa e até depois da celebração muitos ainda fizeram suas homenagens e doaram seus presentes, entre eles, um pergaminho com o nome das pastorais que fizeram a doação dos R$ 2.580,60.

Cada noite a novena tem um tema específico. O tema de hoje foi “A Paróquia é uma comunidade de comunidades vivas”.

Em sua homilia, Pe. Nonato lembrou o que caracteriza uma paróquia é a comunidade. A paróquia é um conjunto de comunidades. Estas comunidades têm que ser comunidades vivas. Dizer que pertence a uma comunidade e esta comunidade está às portas da morte ou do túmulo (faltam agentes ou não fazem nada pela paróquia), é o mesmo que não pertencer a comunidade alguma. Portanto, paróquia missionária quer dizer ter corpo, legalizado e digno de um determinado lugar, que pertence a uma comunidade e esta comunidade é extremamente ativa. Aí se pode falar em paróquia missionária, porque os membros que dela participam são pessoa engajadas, atuantes.

Comunidade não quer dizer somente uma determinada Capela. Uma capela tem varias comunidades. Por exemplo, a Capela de São Vicente: tem comunidades? Sim. A comunidade São Vicente de Paulo, o Grupo Verbo de Deus, Juventude Marial Vicentina. Podemos observar ainda as pastorais que tem pessoas engajados: os ministros, o apostolado, grupos jovem, catequese infantil, juvenil, adulta, preparação para o batismo, matrimônio. Tudo isto tem que ter um espírito de unidade. E quando se tem um espírito de unidade, se está vivendo a comunidade. Agora, se a gente olhar toda a Paróquia de São Sebastião de Ipu, com quase 30 pastorais, se todos esses grupos tiverem o dinamismo de estarem vivos e atuantes, a Paróquia, por natureza, será extremamente missionária, ninguém ficará de fora. Veja que grupo você pertence e analise: esse grupo é atuante? Está vivo? Se estiver, você estará dando uma grande contribuição para a paróquia. Não basta ter um território, ter um padre, para dizer que é paróquia. É preciso que tenham comunidades vivas. Se formos olhar direitinho, são muitas as comunidades: grupos de famílias, círculos bíblicos, etc. É muito importante sabermos a quem nós pertencemos. Celebrar agora a festa de um padroeiro, hoje, São Vicente, estamos celebrando a nossa vivência evangélica, estamos celebrando a nossa própria pastoral, estamos celebrando a nossa vida.

Celebrar a festa de um padroeiro é celebrarmos nós mesmos, lembrando da vivacidade de um determinado santo, hoje, celebrando São Vicente, homem extremamente preocupado com a formação do clero, dedicado à caridade pastoral, principalmente com as crianças, doentes, idosos, numa região de guerras e abandono público. E ele fez só? Claro que não. Tinha apoio da sociedade, Damas da Caridade, em que Santa Luisa de Marilac foi a grande colaboradora de São Vicente. Pois bem, é isto que estamos celebrando: a Vida de nossa Comunidade. Logo após a Missa aconteceu uma linda quadrilha apresentada pela Juventude Marial Vicentina. Amanhã, às 8h da manhã, acontecerá um bazar e após a novena, à noite, o tradicional leilão. Domingo, o encerramento dos festejos. As novenas sempre começam às 19h. A comunidade local está fazendo uma campanha de aquisição de banquinhos e cadeiras para a Capela. Já foram doados mais de 50 banquinhos. Você também pode doar o seu. Participe!

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A família Paroquial doa R$ 2580,00 para reforma da Matriz



O Padre Raimundo Nonato está começando a reforma da Igreja Matriz de São Sebastião de Ipu. O trabalho não será fácil. A dificuldade maior é financeira. Nossas pastorais se reúnem em todos os festejos dos santos, celebrados em nossa paróquia e mais algumas vezes durante o ano, para fazer bingos arrecadando dinheiro para a reforma. Isso, porém, é insuficiente.

Vamos começar a reforma pelo teto, que será de telhas em alumínio tipo sanduíche. É um teto termo-acústico com grande durabilidade e excelente segurança. O valor desse teto está avaliado em R$ 100.000,00. Nos planos do nosso pároco precisaríamos de muitas famílias ipuenses, de boa aquisição financeira, que pudessem doar, no mínimo, R$ 1.000,00 cada. Pensando nisso, as pastorais de nossa paróquia se reuniram para formar a 1ª Família Ipuense a fazer a sua doação: “A Família Paroquial do Ipu”.

Foram 4 dias de barraca e quermesse. Trabalhamos no dia 9 de julho, dia em que o prefeito Sávio Pontes apresentou aos ipuenses o projeto do balneário da Bica. Nossa idéia era trabalhar dias 10, 17 e 24, com o dia 9 totalizaram 4 dias de trabalho. Todos os dias tinham uma quantidade razoável de pessoas participando e contribuindo, principalmente dia 24, quando a Comunidade Cristo Rei animou a noite com um tradicional forró pé de serra.

Aconteceu um desfile da Rainha da paróquia de São Sebastião de Ipu. As participantes foram: Luisa Madeira, bisneta da Dona Ilza Camelo, Emmily Maria, filha do Anselmo e Isa Madalena, filha do Antonio Raimundo o Rey do Frango. A eleita Rainha foi Luisa Madeira e as demais eleitas princesas. Também foi confeccionado um livro de ouro, onde algumas pessoas fizeram as suas assinaturas, doando quantias para aumentar a renda. Pela manha apresentamos a quantia de R$ 2.550,60.O trabalho porem rendeu R$ 2.580,60 que foi dado de presente no dia do seu aniversário. Infelizmente 3 pastorais deixaram de participar.


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Reunião de Formação para Catequistas de Ipu

A Paróquia do Ipu oferece todos os meses a seus catequistas um encontro de formação e planejamento. Neste encontro a coordenação procura trazer formação permanente e sistemática, voltada para a pessoa do catequista e formação de comunidades. Desde o ano passado que adotamos para formação o livro “Catequista, formador de Discípulos-Misisonários”, da editora Pão e Vinho, Pe. Cristovan Iubel. Na oportunidade tiramos as dúvidas dos catequistas em relação aos encontros e preparamos as atividades paroquiais discutidas em conselho, planejamos juntos os eventos mensais.

Neste domingo, dia 01 de agosto, após a Missa de 7 horas, no Patronato Sousa Carvalho, a reunião será dedicada aos catequistas da Matriz. A presença de todos os catequistas é indispensável, pois, neste encontro estaremos planejando a nossa I Assembleia Catequética Paroquial, que irá acontecer dias 28 e 29 de agosto de 2010. A Assembleia Paroquial visa avaliar a diferença de encontros que está acontecendo em nossa cidade, em relação colégios – comunidade. Os colégios, devido às férias escolares, trancam suas portas, não permitindo os catequistas de fazerem seus encontros.

A catequese acontece somente uma vez por semana, ficando impossível concluir os encontros de formação em apenas 9 meses de formação. Com a luz do Espírito Santo, procuraremos discernir os melhores caminhos para não prejudicar ninguém. Na oportunidade também haverá uma oficina de catequese com formação metodológica, visando preparar principalmente os novos catequistas. A espiritualidade da Assembleia ficará por conta do Pe. Raimundo Nonato Timbó, em um retiro que acontecerá no último dia, dia do catequista. No segundo sábado do mês, 14 de agosto, a partir de 7 horas, no Patronato Sousa Carvalho, ocorrerá a reunião de formação e planejamento para os catequistas das Capelas e Comunidades com os mesmos objetivos.
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Aniversário do Padre Nonato


Hoje, 30 de julho de 2010, nós paroquianos da Matriz de São Sebastião, estamos em júbilo. O motivo da nossa alegria é amanhecer celebrando o aniversário de uma pessoa que tem sido para nós mais que importante em todos os sentidos: um PADRE, que tem usado da caridade para praticar a justiça, acima de tudo, assumindo seu papel missionário, não prendendo a Matriz ou capela já construídas, mas buscando formar novas comunidades;

um PAI, que do seu jeito procura entender a todos, a pesar de muitas vezes não concordar; um AMIGO, que nas horas em que mais se precisa, busca sempre uma solução, procurando amenizar a dor e o sofrimento, principalmente dos mais necessitados.As comemorações deram início às 7h da manhã com um farto café servido por todas as pastorais, em sua residência. Estiveram presentes membros das pastorais, amigos, parentes vindos de Hidrolândia e irmãos.

Quando o aniversariante despertou, foi acolhido com homenagens emolduradas com as notas musicais que compõem harmoniosamente a bela canção Parabéns e cânticos celebrativos, elevando aos céus nossos louvores a Deus pelo dom de sua vida, acompanhados pelo seresteiro Ninja. Esse símbolo de gratidão é um justo tributo que os paroquianos fazem ao seu pároco, mostrando o sentimento de fé, de verdade e de amor.

Muito agradecido, ele participou alegremente, mas aproveitou para manifestar o seu desejo de reformar o quanto antes a Igreja Matriz. Recebeu muitos presentes, mas pediu como presente que qualquer um poderia dar, informações de alguém que faça transportes de São Paulo para o Ceará, e possa trazer umas encomendas para a confecção do telhado da Igreja Matriz (sem dúvidas este seria um presente que o deixaria muito feliz). Entre as homenagens recebeu também das mãos dos representantes presentes de todas as pastorais, um cheque simbólico de R$ 2.550,60 que ele irá investir na reforma da Igreja Matriz.

A Graça Ayres recitou um lindo poema:

Senhor, tantas vezes já pensei em mim, e descobri que sozinha não sou ninguém.

Tenho um colorido cuja veste dos homens jamais experimentou.

Mas, o que seria de mim se uma pétala só formasse a flor.

Agradeço, Senhor, a presença de minhas companheiras.

Sem elas não seria parte desta flor que os homens acham tão linda.

Obrigada pelas outras pétalas que me ajudam a ser mais com elas.

Obrigada pela for que formamos unidas.

Obrigada pela vida que juntas podemos mostrar.

E reunidas com a riqueza de sermos diferentes podemos viver felizes.

Você pode ler todo o poema no nosso blog de mensagens.

As homenagens continuarão durante todo o dia. Ao meio-dia foi servido um almoço, onde participarão os padres Edmilsom Eugênio, Emanuel Franklin e Bonifácio. À noite a Celebração Eucarística em Ação de Graças pelo dom de sua vida será na Igreja de São Vicente e Santa Luisa de Marilac, no Alto dos 14.


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quinta-feira, 29 de julho de 2010

Mês Vocacional


A fé cristã nos ensina que não nascemos apenas do encontro do amor de um homem com uma mulher, mas, todos somos pensados e queridos por Deus desde sempre e para sempre. Toda pessoa tem uma origem divina e humana ao mesmo tempo.
O mês de agosto foi instituído na Igreja, como mês vocacional, na Assembléia Geral dos Bispos, no ano de 1981, com um objetivo bem definido:
“Despertar a consciência vocacional em toda a comunidade, mostrando que todas as pessoas são chamadas pela Trindade a serem “discípulos missionários”.
Durante este Mês precisamos refletir no que diz o Senhor :
"De fato a colheita e grande, mas os trabalhadores são poucos. Peçam ao dono da messe que mande mais trabalhadores para fazer a colheita" (Mt 9,37-38).
“Ide, pois, fazer discípulos meus entre todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo” ( Mt 28, 19-20).
No Mês de Agosto precisamos refletir, meditar e rezar muito para despertar na mente e no coração das pessoas o amor pelo serviço ao reino de Deus. Jesus nos manda fazer de todos os povos seus discípulos, batizando em nome da Trindade. Enquanto todos não estiverem a serviço de Deus teremos muito que fazer. Cada semana de agosto tem uma vocação especifica para meditarmos:
Motivado pela festa de São João Maria Vianney, o Cura d’Ars, no dia 04, patrono de todos os padres, no primeiro domingo celebramos a Vocação ao Ministério Ordenado.
Motivado pelo dia dos pais, no segundo domingo, celebramos a vocação Matrimonial, chamados a ser pai, mãe, gerar a vida;
Motivado pela festa da Assunção de Nossa Senhora, no terceiro domingo: celebramos a vocação à vida consagrada;
· No quarto domingo (quando há só 4 domingos no mês): é o dia do catequista: onde destaca-se a relação da vocação com a missão de anunciar a Palavra de Deus, formar o povo de sacerdotes; e, quando há 5 domingos, o 4º é o dia dos ministérios leigos: destaca-se a disponibilidade para o serviço à comunidade, ao Povo de Deus; aí o dia do catequista passa para o 5º domingo (é sempre o último domingo do mês de agosto).

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segunda-feira, 26 de julho de 2010

Festa de São Joaquim no Passa Sede

25 de julho de 2010. Na comunidade do Passa Sede, no distrito de Pires Ferreira, aconteceu o encerramento dos festejos do padroeiro desta localidade, São Joaquim. O Passa Sede pertence a Pires ferreira, mas por estar nos limites com o Ipu, a comunidade religiosa pertence a esta paróquia. Os festejos começaram no dia 22, acontecendo 3 novenas. Na última novena, o tradicional leilão e domingo a Missa de encerramento com a 1ª Eucaristia de 11 crianças que receberam Jesus Eucarístico pela 1ª vez. Você pode ver a relação das crianças na página Festa dos Santos.

Em sua homilia, Padre Raimundo Nonato, refletiu sobre a 1ª leitura. O diálogo que Abraão teve com Deus em relação às cidades malditas, Sodoma e Gomorra. O mal contamina muito rápido. Naquelas 2 cidades não havia se quer 40 justos? Esta contaminação ainda vemos hoje: Políticos que deveriam zelar pelos interesses do povo que deu seu voto de confiança, enriquecem ilicitamente enquanto o povo sofre as agruras de viver sobrepujados por um poder corrupto. Mas, por outro lado, existe muita gente boa, que trabalha para engrandecimento da comunidade, que devem também contagiar a todos com seus exemplos de humildade, caridade, partilha, doação e desejo de ver uma sociedade mais justa e fraterna.

Em referência às crianças que aguardavam ansiosas pelo seu primeiro contato com Jesus, Pe. Nonato frisou a oração de Jesus, que a pesar do evangelista não dizer como era sua oração, ficamos a imaginar que seria tão bonita a ponto dos discípulos pedirem a Jesus: “Mestre, ensina-nos a rezar…”. Então Jesus ensina a mais bonita de todas as orações, a qual conhecemos com o nome de Pai Nosso. Padre nonato fez um colocação muito importante. Os pais não se preocupam mais em ensinar seus filhos a rezar. As crianças ao ingressarem na catequese não sabem nem mesmo o Sinal da Cruz, o que é lamentável, pois o primeiro passo da educação religiosa deve partir dos pais. É pedido de Deus que os pais ensinem seus filhos a rezarem a um só Deus, nosso Pai misericordioso (Dt 6, 4-9).

Quando os pais não dão o exemplo, os filhos deveriam fazer o mesmo pedido dos discípulos: “Pai, ensine-nos a rezar!”. Que os pais comecem a pensar melhor na herança que querem deixar para os seus filhos, para que as crianças privadas dos bens eternos que são a Oração, a Eucaristia e o Amor, não venham a interessar-se mais pelos bens mundanos, pois acreditem, onde estiver o seu tesouro, aí estará seu coração. Pouca gente compareceu à Celebração. Poucos visitantes. Registrei nesta noite só a presença da Comunidade “Unidos em Cristo” do bairro dos Pereiros, de Ipu.

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sábado, 24 de julho de 2010

Reforma da Igreja Matriz do Ipu



A Igreja Matriz de São Sebastião de Ipu foi Inaugurada no dia 14 de Janeiro de 1940.

Hoje, com 70 anos está necessitando de uma renovação.

Este ano, Padre Raimundo Nonato está dedicado a reformar nossa Paróquia. Já declarou que todos os nossos esforços este ano será para a reforma da Igreja Matriz. Vamos começar pelo teto. As telhas são de amianto e já estão muito trincadas, ocasionando respingos e goteiras. Tenho certeza que não será fácil, pois alem de serem muito caro os materiais, precisamos contar com a ajuda de todos que tiverem um bom coração, devoção com nosso santo padroeiro e amor pela nossa igreja. Imagino que nossos conterrâneos que estão fora de nossa cidade também poderiam nos ajudar, já que os gastos serão muito grandes. Se você se sentir tocado, procure entrar em contato conosco.

Que São Sebastião livre da desgraça e da peste, e de todas as coisas ruim todos aqueles que colaborarem com esta obra.

Lembre-se que Jesus tinha o maior zelo pela casa de seu Pai, a igreja. Siga o seu exemplo.


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domingo, 18 de julho de 2010

Missão e formação do catequista


No Cânon da Igreja Católica, nos pontos 773 e 777 está escrito que a tarefa da Catequese é confiada, em primeiro lugar, a toda a comunidade eclesial, que, com toda a sua vida, contribui para a educação de seus membros na fé. Bispos, presbíteros e diáconos, são os primeiros responsáveis pela Catequese, mas isso não dispensa a figura do catequista; ao contrário: a comunidade devido as transformações sociais e culturais do nosso tempo precisa de um catequista que seja protagonista da sua história - “comunidade social - comunidade eclesial”. O catequista tem que ser alguém integrado na comunidade, que conheça bem sua história, suas aspirações, saiba animar e coordenar a participação de todos com igual fervor.


O catequista tem que ser um bom comunicador, mas deve levar em conta que nem fala sozinho e nem o que lhe convém. Ele deve despertar e provocar a palavra dos membros, dedicar-se de modo específico ao serviço da Palavra, tornar-se porta-voz da Igreja na comunidade e da comunidade na Igreja. O catequista lê e ensina a ler os sinais da fé, entre os quais o principal é a própria Igreja. Neste caso, a catequese tornar-se um verdadeiro ministério, a serviço da comunidade cristã, sustentada por um especial carisma do Espírito de Deus.

O catequista é aquele que tudo faz em nome de Deus, profetiza em comunhão com os pastores da Igreja. Anuncia e denuncia tudo o que impede o homem de ser feliz e de viver sua vocação de filho de Deus. O catequista está sempre atualizado ajudando a comunidade a interpretar criticamente os acontecimentos, proporcionando a reflexão explicita da fé. Ele deve surgir do seio da comunidade para ajudá-la a libertar-se do egoísmo e do pecado e a celebrar juntos a sua fé na Ressurreição. Ele é uma pessoa de profunda espiritualidade, que fala mais através de exemplos do que de palavras.

O catequista vive alegremente o Evangelho apresentando com sua vida os verdadeiros para a cristandade. Supomos assim, que o catequista tenha uma experiência de vida na fé capaz de chegar ao coração daquele a quem catequiza. Neste caso, o catequista é um verdadeiro discípulo a quem leva os catequizandos a se tornarem também discípulos de Jesus Cristo, frutos da graça e da liberdade, mas sempre respeitando as decisões e dificuldades de cada um.

Desta maneira o catequista enquanto discípulo deve estar em formação permanente e, para isso, precisa contar com todo o apoio da comunidade para possibilitar, ao longo de seu compromisso, os seguintes dados básicos: consciência crítica da realidade sócio-econômico-política, cultural e ideológica, para aprender a ler nela os sinais de Deus; conhecimento atualizado e experiencial da Bíblia; fidelidade à Tradição e ao Magistério; visão da história da Igreja; vida de oração; ciências humanas que favoreçam de perto sua missão, como, por exemplo, psicologia, pedagogia, didática, comunicação etc.

Diante desta realidade sabemos que a tarefa do catequista não é fácil. Ele tem a sua vida pessoal, na qual precisa dividir com sua família e o seu trabalho, de onde retira o seu sustento, tempo para a sua formação catequética. Se ele não tiver grande amor pelo seu trabalho catequético, acaba desistindo precocemente. Por esta e outras razões precisamos fazer da comunidade catequizadora um local de vivência pessoal e comunitária da fé como compromisso com a transformação do mundo, a fim de que a atuação do catequista nunca esteja separada do seu testemunho de vida.

A experiência cristã do catequista deve ser sempre de trabalho em grupo, dando continuidade à formação, nunca se esquecendo da oração em comum, da reflexão, da avaliação das tarefas realizadas, do planejamento e da preparação dos trabalhos futuros, visando formar novas lideranças. Assim, o grupo de catequistas expressa mais visivelmente o caráter comunitário da tarefa catequética.

Diante de tudo isto concluímos que, não esperamos que o catequista seja um “super-herói”, mesmo porque isso é ficção, mas o catequista precisa de uma força divina para que possa executar suas tarefas. Portanto acreditamos que o catequista deve ter algumas qualidades como trabalho em equipe, unir fé e vida, esforçar-se para praticar o que ensina, ter equilíbrio entre as dimensões doutrinal, vivencial, social, política, cultural, espiritual e etc. Ninguém nasce catequista, mas aqueles que são chamados e dizem sim a este ministério devem evitar dois extremos: 1) achar-se despreparados a ponto de não poder ser catequista; 2) julgar-se tão preparado que não tenha de participar das reuniões de formação. Neste caso, o catequista aprende ensinando e ensina o que aprende.

Este foi o tema do último encontro de catequese realizado no Patronato Sousa Carvalho, sábado, 17 de julho, onde tivemos a presença dos catequistas das Capelas e será tema do próximo encontro de catequese, dia 1 de agosto, com os catequistas da Matriz.

Você encontra mais texto sobre este e outros temas no site da catequese.

Fontes: CR: Catequese Renovada 2.2.8

Conferência de Puebla 1114

DCG: Diretório Catequético Geral 35

DGC: Diretório Geral de Catequese 234

CDC: Código de Direito Canônico 773 a 780

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quarta-feira, 7 de julho de 2010

Conferencista destaca importância da espiritualidade para quem quer ser missionário


congressomissiopejoachimA espiritualidade do missionário foi o tema estudado hoje, 7, no Congresso Missionário de Seminaristas, que acontece, desde domingo, 4, em Brasília. O padre Joachim Andrade, indiano radicado no Brasil há 18 anos e provincial dos padres do Verbo Divino, no Paraná, fez a conferência sobre o tema.

Segundo o conferencista, é necessário dar mais destaque ao ser do que ao fazer do padre. “A nossa formação deve oferecer as possibilidades aos candidatos de terem uma experiência direta de Deus. O fazer do sacerdote é mais destacado ao longo da formação do que o ser do sacerdote”, disse.

Padre Joachim disse, ainda, que a espiritualidade de cada um é aprendida com os pais, na Igreja, na escola , mas que isso está desaparecendo na medida em que a pessoa vai se deslocando. “Isso deve ser recuperado”, defendeu.

congressomissionariopejoachimindEle chamou a atenção, também, para a necessidade de uma espiritualidade inculturada do missionário. “Ao nos aproximarmos de outro povo, outra cultura e outra religião, nosso primeiro dever é tirar os sapatos, pois o lugar do qual estamos nos aproximando é sagrado. Caso contrário, podemos nos descobrir pisando no sonho de outra pessoa. Mais sério ainda: podemos esquecer que Deus estava lá antes que chegássemos”.

De acordo com o padre Joachim, a espiritualidade deve ser movida pela capacidade da pessoa de ouvir, ver e ser fiel. “A fidelidade não está em recusar a mudança, mas em fazer todas as mudanças necessárias para trazer de volta os ideais a partir dos quais operamos. Fidelidade não é a estabilidade do lugar, mas do coração”, acentuou.

A conversão foi outro aspecto ressaltado pelo conferencista como necessário para uma espiritualidade missionária. “Na mudança do paradigma da missão, a conversão pessoal do formando ou do missionário deve ser valorizada ao longo da caminhada”.

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Ele aponta quatro conversões fundamentais: do ativismo à contemplação; do individualismo à colaboração; da conquista ao diálogo e evangelizar e ser evangelizado. “Evangelizar e ser evangelizado apresenta um quadro em que o missionário deve ir para a missão com meia mala para que seja preenchida com os elementos de outra cultura. Ir para a missão com a mala chei” pode trazer riscos para a atividade missionária”, concluiu.

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sexta-feira, 2 de julho de 2010

CATEQUESE PRA QUE?


Infelizmente ainda escuto muita gente perguntar: “Pra que catequese?”. Começo então a refletir: “O homem, para que possa conseguir um emprego, precisa estudar no mínimo 12 anos. Para ter um bom emprego passa mais 4 anos na faculdade. Para ter uma boa colocação social precisar fazer 6 anos de faculdade ou uma pós graduação, que acaba dando no mesmo. Para ser mestre em sua área ainda tem que fazer mestrado… doutorado… Enfim, se você não nasceu com seu testamento pronto precisa da sua juventude inteira para conseguir uma boa posição social. E para não perder esta posição, vai precisar de maturidade. E para não perder o que conquistou, não aproveita nem a velhice.

E depois que morrer, será que acabou?” Na verdade não. Durante todo este processo, ou seja, toda sua vida, o homem precisa de amor, fé e esperança. Por mais pobre ou mais rico que seja o homem, sempre desperta estas virtude que são vínculos ou elos com Deus. São os meios que nos ligam a Deus, mesmo que não queiramos. Deus está sempre presente na vida de todas as suas criaturas. Porém, Deus, na esperança de ter um mundo perfeito, pois este mundo foi feito com amor, por amor e para amor, depositou toda sua fé no homem, sua melhor criação (Gn. 1-13). Para provar o seu amor, deu ao homem o livre arbítrio ou liberdade.

Por que o homem não retribui toda esta graça que conquistaste? Porque o homem ainda vive no tempo das cavernas, onde precisava desesperadamente aprender como lidar com seus inimigos. O inimigo de nossos antepassados era o desconhecimento, a ignorância, o despreparo para lidar até com a própria natureza,… hoje não é muito diferente. O homem ainda luta para vencer seu primeiro inimigo. O pouco de conhecimento que conseguiu não foi suficiente para dominar nem sobre si mesmo (Gn 1,28). Ao contrário, o homem continua tentando sobrepujar, escravizar. Assim, os outros inimigos continuam vencendo. O homem, dominado pelo seu maior inimigo, a ignorância, gasta sua juventude para conquistar sua liberdade. Se o homem procurasse se catequizar não teria apenas que passar por esta vida sem usufruir um bem garantido (a liberdade).

A catequese é para formar, informar, transformar, ajudar as pessoas a vencer suas ignorâncias e, assim, viverem em harmonia uns com os outros e com a natureza. Desde os primeiros anos DC que a Igreja se esforça para educar os cristãos nos ensinamentos evangélicos, articular para a missão de anunciar o Evangelho, buscar razões para a crença em um Deus que é puro amor, educando a sua fé para uma vivência cristã em comunidade, para formar uma sociedade justa e fraterna, a serviço do Reino de Deus. A vida da Igreja é a Eucaristia, a Missão e a Catequese. Mas a catequese encontra muitas deficiências. Se por um lado a catequese é orgânica e sistemática, nas bases encontra falta de agentes. Os recursos humanos, sem dúvidas, são fundamentais para a apresentação de tanta riqueza de conteúdo. Como havia começado a matéria, encontramos barreiras para conseguir pessoas comprometidas com o projeto evangelizador de Jesus Cristo. O envio do Senhor: “Ide a todos os povos e fazei-os meus discípulos” (Mt 28,19-20), está longe de ser cumprido. A dificuldade está na adesão das pessoas que se preocupam tanto com seu sucesso pessoal e não entendem que ninguém pode ser feliz sozinho. Infelizmente, diante da história, está claro o enfraquecimento da vida cristã no conjunto da sociedade e da e da própria pertença à Igreja Católica (DA 100b).

Precisamos repensar o nosso ministério inicial. Precisamos olhar a realidade do nosso povo e da nossa Igreja, com seus valores, suas limitações, suas angústias e esperança. Sofrendo e se alegrando devemos permanecer no amor de Cristo, vendo o nosso mundo e procurando discernir seus caminhos com a alegre esperança e indizível gratidão de crer em Jesus Cristo (DA 22)

Nós, que já tivemos o nosso encontro com o Cristo Ressuscitado, a quem reconhecemos como Filho de Deus encarnado e redentor, precisamos levar esta boa nova do Reino de Deus e anunciar que Jesus Cristo é o único caminho para a Salvação, não somente na vida eterna, mas uma salvação que começa aqui. Precisamos mostrar os caminhos da vida plena, que são caminhos abertos pela fé que nos conduzem à plenitude da vida trazidas por Jesus. Nesta vida divina se manifestar a plenitude da existência humana, em sua dimensão pessoal, familiar, social e cultural.

O catequista é um discípulo de Jesus. Somos agraciados por este discipulado e por isto somos felizes. O catequista que irradia a fé e a felicidade de ser discípulo leva em seu testemunho o antídoto para o mundo secularizado. Para que o catequista tenha êxito em sua missão precisa seguir os passos de Jesus e adotar suas atitudes (cf. Mt 9,35-36). No Evangelho aprendemos a ser pobres seguidores de Jesus pobre (cf. Lc 6,20; 9,58) e de anunciar o Evangelho da paz sem bolsa ou alforge, sem colocar nossa confiança no dinheiro nem no poder deste mundo (Lc 10, 40s). Sucesso na vida todos devem buscar, porém, não existe sucesso profissional sem sucesso espiritual. Tudo que vem deste mundo é passageiro. Ajuntai para vós tesouros no céu, onde os ladrões não furtam nem roubam. Onde estiver o tesouro do homem, aí está o seu coração (cf Mt 6, 20s.).

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quinta-feira, 1 de julho de 2010

1ª Eucaristia na festa de são João

Dia 27 de Junho foi o encerramento da festa de São João Batista padroeiro da comunidade de São João na subida da Serra da Ibiapaba, a 15 km do centro da cidade. A comunidade é pequena e nos últimos anos tem crescido o numero de pessoas que se desviaram de sua religião de batismo para aderirem a igrejas pentecostais e até a seitas, segundo depoimentos de moradores e agentes pastorais locais.
A capelinha da localidade é muito bem cuidada porem muito pequena. No dia do encerramento dos festejos estava lotada e muita gente do lado de fora. É que neste dia vem muita gente das localidades vizinhas e até do Ipu. O Padre Marcone foi o celebrante da festa. Os festejos começam 9 dias antes com as novenas da comunidade. Nos dias 24, 25 e 26 e a celebração da novena e missa, e no dia 27 o encerramento.

Sempre nos festejos acontece a celebração da primeira Eucaristia para as crianças da comunidade. No São João, infelizmente a 2 anos não temos catequistas para prepararem estas crianças. Tivemos a celebração batismal antes da missa. Foram 10 crianças que se tornaram filhos adotivos em Jesus Cristo. Através do batismo estes novos cristãos passaram a ser herdeiros do céu.

O Batismo abriu as portas da vida cristã aos batizados, inserindo-os no grande Corpo Místico de Cristo, que é a Igreja em si. Entre os 10 novos cristãos, 2 também receberam o sacramento da Eucaristia. Os que receberam o sacramento da Eucaristia foram 17 crianças da comunidade do sitio Mato Grosso. Veja todas as fotos da catequese no Flickr.

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