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segunda-feira, 28 de março de 2011

Celebração na sede da UMBRASIL marca início do Ano Mariano


Uma celebração, na sede da União Marista do Brasil (UMBRASIL), em Brasília, marcou a abertura do Ano Mariano, que inspira uma reflexão acerca da vivência e do testemunho mariano na vida dos maristas. Entre cantos e bênçãos, diversas comunidades no Brasil e no mundo participaram da cerimônia por meio de videoconferência e de transmissão via internet.
O evento contou com a participação de importantes autoridades do cenário religioso do país, como o secretário executivo da Campanha da Fraternidade, padre Luiz Carlos Dias, representando a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dos conselheiros gerais do Instituto dos Irmãos Maristas, irmão Joseph Soteras e irmã Eugène Kabanguka, e da presidente da Conferência Nacional dos Religiosos do Brasil (CRB), irmã Márian Ambrósio, que relembrou a importância da espiritualidade mariana para a Igreja: “Os religiosos do Brasil vivem este ano focados no tema “com os olhos fixos em Jesus”, quem melhor para nos ensinar a olhar para Jesus, que Maria?” disse irmã Márian.
Na composição da mesa que declarou oficialmente a abertura do Ano Mariano estavam, ainda, o presidente do Conselho Superior da União Marista do Brasil (UMBRASIL) e superior provincial da Província Marista Brasil Centro-Norte (PMBCN), irmão Wellington Mousinho de Medeiros, o diretor-presidente da UMBRASIL, irmão Arlindo Corrent, o superior provincial da Província Marista do Rio Grande do Sul (PMRS), irmão Inácio Nestor Etges, o superior provincial da Província Marista Brasil Centro-Sul (PMBCS), irmão Davide Pedri, o secretário executivo da UMBRASIL, irmão Valdícer Civa Fachi, padre José Maria da Silva, representando a Congregação dos padres Maristas, e irmã Maria Aparecida Cangussú Santana, representando a Congregação das Irmãs Maristas.
Um vídeo com a fala do superior geral dos Irmãos Maristas, irmão Emili Turú, da superiora geral das Irmãs Maristas, irmãs Jane Frances O’Carroll, e do Superior Geral dos Padres Maristas, padre John Hannan, motivando a todos, recordou Maria com a inspiradora de tão grande projeto no mundo.
No final da celebração, o padre José Maria abençoou as imagens de Maria Peregrina da Nova Terra que serão levadas às Províncias Maristas no Brasil e do Distrito da Amazônia em peregrinação, auxiliando na vivência e motivação ao longo do ano.
O evento marcou o início de uma caminha que se estende até 2012, com o encerramento do Ano Mariano. Com o tema “Maria no coração da Igreja” e o lema “Com Maria para uma nova terra”, o desenvolvimento do Ano Mariano acontece com preces, orações, simpósios, peregrinações e diversos movimentos gerados em cada comunidade marista no país. São esses gestos e ações que darão a tônica da participação de cada um nesse ano que quer ser um marco na vivência da espiritualidade mariana no Brasil.
Para o secretário executivo da UMBRASIL, o convite a viver e celebrar o Ano Mariano, mais que conhecer a Maria, nos leva a nos aproximar de Jesus Cristo, centro e sentido de nossas vidas: “Tantas pessoas ansiosamente esperam este Ano, não como uma novidade a mais, mas como possibilidade de redescobrir o sentido de Maria na própria vida e para a Instituição como aquela que indica o caminho do retorno a Jesus Cristo”, concluiu o irmão Fachi.
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quarta-feira, 23 de março de 2011

Nota da CNBB em defesa da Lei Maria da Penha

“Deus os criou homem e mulher” (Gn1,27).

Nós, Bispos do Conselho Episcopal de Pastoral, reunidos em Brasília, nos dias 21 e 22 de março de 2011, manifestamos apoio à mobilização nacional em defesa da Lei Maria da Penha, sancionada pelo Presidente da República no dia 07 de agosto de 2006. Após cinco anos de vigência, a lei recebeu grande apoio da sociedade e merece ampliar seu alcance, assegurando todos os mecanismos e instrumentos nela previstos de modo que todas as mulheres vítimas de violência tenham seus direitos e sua cidadania garantidos.

A Lei representa uma grande conquista para as mulheres brasileiras, pois incorporou o avanço legislativo internacional e se transformou no principal instrumento legal no enfrentamento da violência doméstica contra a mulher no Brasil, inclusive com reconhecimento da Organização das Nações Unidas (ONU), como uma das melhores legislações do mundo.

As estatísticas, no entanto, revelam que o país ocupa a 12ª posição no ranking mundial de homicídios femininos (Mapa da violência - 2010, Datasus). No período de 1997 a 2007, 10 mulheres foram assassinadas por dia no Brasil. Isso merece nosso repúdio e indignação.

São, portanto, motivo de preocupação as interpretações restritivas e as tentativas de revisão dos artigos 16 e 41 da lei que diminuem sua eficácia e representam um significativo retrocesso na sua implementação e aplicabilidade. Tais restrições acarretam menor punição aos agressores, aumento do arquivamento dos processos, o desestímulo das mulheres em denunciar e exigir prosseguimento das investigações.

A Lei Maria da Penha é instrumento que levou a sociedade a realizar ações positivas no enfrentamento dos atos de violência contra a mulher. Cabe aos Poderes Executivo, Judiciário e Legislativo cuidar pela sua manutenção tal como aprovada, não permitindo nenhum tipo de retrocesso ou omissão.

A Igreja, comprometida na defesa dos Direitos Humanos, manifesta-se, mais uma vez, a favor do respeito à dignidade da mulher, incentiva os esforços de instituições e da sociedade na luta pela superação de todo e qualquer tipo de violência, possibilitando a construção de uma cultura de paz no ambiente familiar e social.

Brasília-DF, 22 de março de 2011.

Dom Geraldo Lyrio Rocha
Arcebispo de Mariana
Presidente da CNBB

Dom Luiz Soares Vieira
Arcebispo de Manus
Vice-presidente da CNBB

Dom Dimas Lara Barbosa
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Secretário Geral da CNBB

Assessoria de Imprensa da CNBB

E-mail: imprensa@cnbb.org.br

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sábado, 19 de março de 2011

Ordenação Sacerdotal na cidade do Ipu

A ordenação Sacerdotal é um momento muito especial em uma comunidade. É um momento de grande importância tanto para cada um dos que irão ser ordenados, como para a Igreja inteira.

Durante todos estes dias estivemos orando por cada um destes nossos irmãos chamados, que hoje receberão o selo sacramental do Presbiterado. Desejamos que eles edifiquem a Igreja com seu próprio sacerdócio, o próprio serviço, o qual — pela força recebida de Cristo — «amontoa e não desperdiça» (Cfr. Mt. 12, 30).

Hoje, a nossa oração será mais intensa. Junto com toda a igreja, rezaremos pelos seus pais, as famílias, os ambientes com que até agora se relacionaram, os Seminários, as Dioceses, as Congregações Religiosas que passaram, e pelas quais irão compartilhar os seus Sacerdócios.

Rezaremos também ao Senhor da messe, que chamou cada um desses jovens como operário para a sua messe, hoje, no dia de São José operário, para que nesta messe persevereis até ao fim.

Hoje, como Zacarias disse no dia do nascimento de João, a Igreja dirás para vocês: E tu menino serás chamado Profeta do Altíssimo (Lc. 1, 76).

Na hierarquia da Igreja, estes eleitos recebem hoje o segundo grau: “A Ordem do Presbiterado”. A Ordem Sacerdotal está dividida em três graus hierárquica: Ordem do diaconato, Ordem do Presbiterado e Ordem do Episcopado.

Os eleitos são: Gerson Luiz Gomes do bairro dos Pereiros,Herlandino Sampaio do bairro dos Canudos e Marcos Neves do bairro do Escondido. A Celebração está prevista para acontecer no patamar da Igreja Matriz, hoje sábado, dia 19 de Março, dia em que a Igreja comemora São José Operário, celebrada pelo Bispo da diocese de Sobral dom Odelir José Magri.

Está sendo aguardada a presença de quase todos os padres da diocese, os seminaristas e muitas pessoas de outras paróquias onde os diáconos realizaram seus estágios pastorais.

A primeira missa dos novos Padres será amanhã. As 7 horas a missa do Padre Marcos Neves na Matriz. As 9 horas a missa do Padre Herlandino também na Matriz. As 17 horas a missa do Padre Gerson na Capela de Nossa Senhora no Patronato.

Este acontecimento na cidade de Ipu será eternizado em nossa história. Contaremos aos nossos netos como o Ipu foi abençoado no dia em que três diáconos, filhos da terra, sagraram-se padres, sacerdotes para sempre, no seio de nossa Igreja Matriz de São Sebastião. É Deus que revela o seu amor por nós e pede a nossa resposta.

Que a perseverança dos nossos novos Padres seja o fruto das orações que hoje elevamos ao Senhor! Perseverem como profetas do Altíssimo! Perseverai como sacerdotes de Jesus Cristo! Produzi frutos abundantes!

Hoje rezamos por vocês! Amanhã vocês nos conduzirão ao Céu.

Texto de Osorio Soares e Foto de Eventos dos Cenáculos

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A Ordem Sacerdotal

A Ordem Sacerdotal (do latim Ordo, dinis: boa disposição das coisas) é um dos sete sacramentos da Igreja Católica e confere o poder e a graça de exercer funções e ministérios eclesiásticos que se referem ao culto de Deus e à salvação das almas, e de o desempenhar santamente. A força do Espírito Santo vem indicada e transmitida pela imposição das mãos, pelas palavras proferidas e pela unção dos santos óleos, depois do silêncio e da oração, transformando estes homens batizados, antes simples mortais, em sacerdotes de Cristo, com poderes de consagrar o pão e o vinho no Corpo e no Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, perdoar os pecados e de conferir, conforme o seu grau, os outros sacramentos.

Por divina instituição e pelo sacramento da Ordem, estes jovens estão constituídos ministros sagrados, isto é, são consagrados e delegados a fim de que, personificando a Cristo Cabeça, cada qual no seu respectivo grau, apascentem o povo de Deus, desempenhando o papel de ensinar, santificar e governar (cf. Direito Canónico: Cânon 1008).

Na Igreja Católica, somente um varão batizado pode receber validamente a ordenação sagrada. A Ordem é verdadeiro sacramento da Nova Lei, instituído por Jesus Cristo, na sua última ceia (cf. Lucas; 22, 19; e também: Mateus: 16, 19 e 18,18; João: 15,16 e 20, 21-23.

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quinta-feira, 17 de março de 2011

Bispo recusa comenda e impõe constrangimento ao Senado Federal

Num plenário esvaziado, apenas com alguns parlamentares, parentes e amigos do homenageado, o bispo cearense de Limoeiro do Norte, Dom Manuel Edmilson Cruz, impôs um espetacular constrangimento ao Senado Federal, ontem.

Dom Manuel chegou a receber a placa de referência da Comenda dos Direitos Humanos Dom Hélder Câmara das mãos do senador Inácio Arruda (PCdoB/CE). Mas, ao discursar, ele recusou a homenagem em protesto ao reajuste de 61,8% concedido pelos próprios deputados e senadores aos seus salários.

“A comenda hoje outorgada não representa a pessoa do cearense maior que foi Dom Hélder Câmara. Desfigura-a, porém. De seguro, sem ressentimentos e agindo por amor e com respeito a todos os senhores e senhoras, pelos quais oro todos os dias, só me resta uma atitude: recusá-la”.

O público aplaudiu a decisão. O bispo destacou que a realidade da população mais carente, obrigada a enfrentar filas nos hospitais da rede pública, contrasta com a confortável situação salarial dos parlamentares. E acrescentou que o aumento “é um atentado, uma afronta ao povo brasileiro, ao cidadão contribuinte. Fere a dignidade do povo brasileiro que com o suor de seu rosto santifica o trabalho diário.


Parabéns Dom Manuel!!!!

Vamos repassar.


Fonte: Email

Carlos A. Soares


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quarta-feira, 16 de março de 2011

Hino da CF 2011 com letra

Campanha da Fraternidade 2011 “Fraternidade e a Vida no Planeta”.
O trabalho traz o hino da CF com a letra.
De acordo com o assessor de música litúrgica da CNBB, padre José Carlos Sala, o hino poder ser executado em algum momento mais adequado da celebração, a critério da equipe de celebração e de quem preside.
A letra do hino suscita uma profunda reflexão sobre a sustentabilidade da vida no planeta e faz veemente convite para cuidar da vida: “Nossa mãe terra, Senhor, geme de dor noite e dia. Será de parto esta dor ou simplesmente agonia? Vai depender só de nós...” (refrão do hino).

CD Campanha da Fraternidade 2011.


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terça-feira, 15 de março de 2011

Graves questões ambientais são destaque do 1º dia do Seminário Nacional de Mudanças Climáticas

Abertura_II_Seminrio_Nacional“A causa indígena nos traz um serviço supra-evangélico de despojamento de abertura ecumênica e macro-ecumênica que nos ajuda a encontrar Jesus”. A frase, de dom Pedro Casaldáliga, bispo emérito de São Félix do Araguaia (MT) foi citada pelo secretário executivo do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Eden Magalhães, hoje, 14, na abertura do 2º Seminário Nacional de Mudanças Climáticas e Justiça Social, que acontece no Centro de Formação Vicente Cañas, que fica próximo a cidade de Luziânia (GO).

O evento, que segue até o próximo dia 16, têm a participação de 90 pessoas, entre agentes de pastoral, especialistas em clima, professores, movimentos da sociedade civil, ONG’s e entidades privadas, de diversos lugares do Brasil e do exterior. Eles debatem, à luz do texto-base da Campanha da Fraternidade 2011, as mudanças climáticas, o aquecimento global e as consequências da ação humana no favorecimento a esses efeitos climáticos.

Ivo_Poletto_2O evento é promovido pelo Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social (FMCJF), organismo ligado a Comissão Episcopal Pastoral para a Caridade, Justiça e Paz, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Segundo o sociólogo e coordenador do (FMCJF), Ivo Poletto, o clima global vive uma transformação muito abrupta, mais do que os especialistas puderam prever. “Por isso a importância desse seminário nacional, para que possamos compreender melhor o que está acontecendo para que possamos ver o que está se fazendo e o principal, incluir a maior quantidade de pessoas na questão o que se pode fazer, acho que esse é o grande ponto, o despertar para uma nova consciência, social e cultural em relação ao meio ambiente e ao ecossistema em que cada um está inserido”, destacou Ivo Poletto.

Dom_Demtrio_3Para o bispo de Jales (SP) e presidente da Cáritas Brasileira, dom Demétrio Valentini, um fator importante para esse ‘despertar’, sugerido por Ivo Poletto, se da com o lançamento da Campanha da Fraternidade 2011, que trata de “Fraternidade e a Vida no Planeta”. “A CF 2011 trata de dois aspectos importantes para a preservação da vida no planeta. Mudanças Climáticas e o aquecimento global. Se conseguirmos estancar o aquecimento global, consequentemente o primeiro voltará ao seu normal. Acho que os cientistas estão ainda muito superficiais em suas análises sobre o clima, por isso destaco a ação da Igreja, em buscar uma atitude logo sobre o clima. Por isso é uma atitude louvável da Igreja em despertar o consciente nacional sobre essa problemática que atinge a todo o mundo moderno, com suas características mercadológicas e consumistas.

Ato Público

O Simpósio será encerrado com a realização de um ato público, na próxima quarta-feira, 16 de março, a partir das 14 horas. Na ocasião, estarão presentes, a ministra-chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário Nunes, o ministro da secretaria geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, um representante do Ministério do Meio Ambiente e o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Caridade, Justiça e Paz, da CNBB, dom Pedro Luiz Stringhini.

O convite para que representantes do Estado participem do ato tem como objetivo trazê-los para o debate sobre a perspectiva da construção de políticas publicas sobre mudanças climáticas. Além disso, os participantes também aprovarão uma carta-compromisso, em que se estabelecerão metas a serem cumpridas e ações concretas para combater o aquecimento global em território nacional. O ato público acontecerá no Centro Cultural de Brasília (CCB), que fica na 601 Norte, módulo B.

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segunda-feira, 14 de março de 2011

2º Simpósio Nacional de Mudanças Climáticas e Justiça Social


Começa hoje, 14 de março, o 2º Simpósio Nacional de Mudanças Climáticas e Justiça Social. O evento, promovido pelo Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social (FMCJS), organismo ligado a Comissão Episcopal Pastoral para a Caridade, Justiça e Paz, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), será realizado no Centro de Formação Vicente Cañas, no Jardim Ingá (GO) e vai até a próxima-quarta-feira, dia 16.

O encontro, de acordo com Ivo Poletto, coordenador do Fórum, tem por objetivo disseminar informações, gerar consciência crítica e mobilizar a sociedade civil visando contribuir para o enfrentamento das causas estruturais do aquecimento global que provoca mudanças climáticas em todo o planeta.

Na pauta do Simpósio, temas como: acesso e utilização dos recursos do planeta; mudanças climáticas no Brasil – política, legislação e papel do Estado; Código Florestal; impactos socioambientais das mudanças climáticas e das soluções propostas; perspectivas da produção de alimentos; integração com o bioma local; adaptação e resiliência; situação do planeta e propostas de ação de governos e povos – Cochabamba a Durban e Rio +20.

Diversos especialistas participarão das discussões, entre eles, Luiz Zarref, representante do MST/Via Campesina; Lucia Ortiz, da ONG Amigos da Terra; Carlos Nobre, da Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento (Seped/MCT); Maureen Santos, da Fase e FMCJS; Andrea Young, do Núcleo de Estudos de População (Nepo/Unicamp); Maria José Pachecco, do Conselho Pastoral dos Pescadores (CPP), Pe. Nelito Dornellas e dom Luiz Demétrio Valentini, da CNBB.



ATO PÚBLICO

Na agenda do Simpósio, também está prevista a realização de um ato público, marcado para o dia 16, a partir das 14 horas. Na ocasião, estarão presentes, a ministra-chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário Nunes, o ministro da secretaria geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, um representante do Ministério do Meio Ambiente e o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Caridade, Justiça e Paz, da CNBB, dom Pedro Luiz Stringhini.

O convite para que representantes do Estado participem do ato tem como objetivo trazê-los para o debate sobre a perspectiva da construção de políticas publicas sobre mudanças climáticas. Além disso, os participantes também aprovarão uma carta-compromisso, em que se estabelecerão metas a serem cumpridas e ações concretas para combater o aquecimento global em território nacional. O ato público acontecerá no Centro Cultural de Brasília (CCB), que fica na 601 Norte, módulo B.

Serviço

2º Simpósio Nacional de Mudanças Climáticas e Justiça Social

Quando: 14 a 16 de março

Onde: Centro de Formação Vicente Cañas, Jardim Ingá

Informações:

Cleymenne Cerqueira – Cimi (61) 2106-1667/9979-7059 – imprensa@cimi.org.br
Ricardo Piantino e Thays Puzzi – Cáritas Brasileira (61) 3214-5422/3214-5415
Rodrigo Eneas – CNBB (61) 8409-1028 – imprensa2@cnbb.org.br
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sábado, 5 de março de 2011

PARA A GLÓRIA DE DEUS E A SALVAÇÃO DO MUNDO!

Foto, correio da semana
“Naquele tempo, depois do amanhecer, Jesus chamou seus discípulos e escolheu…”. Assim começa a narração da escolha dos Discípulos de Jesus, e ainda hoje prevalece assim. Todo sacerdote é um escolhido por Cristo, por iniciativa do Pai e na atração do Espírito.
O que está para acontecer na cidade de Ipu é algo nunca visto antes por nós ipuenses, e talvez, nunca mais veremos. Três diáconos, Gerson Luiz Gomes, Herlandino Sampaio, Marcos Neves estarão recebendo sua Ordenação Presbiteral no dia 19 de Março, dia consagrado a São José, na Igreja Matriz de São Sebastião em Ipu.

O ocorrido vai marcar a vida de muita gente, já que a ordenação diáconal destes três jovens para o serviço da Igreja católica foi a primeira do Nosso Bispo Dom Odelir José.

Todo Ipuense é um convidado especial para tão importante celebração em nossa Paróquia.

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quinta-feira, 3 de março de 2011

CNBB abre Campanha da Fraternidade na Quarta-feira de Cinzas


Na próxima quarta-feira, 9, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) abre oficialmente a Campanha da Fraternidade 2011 (CF), que tem por tema: “Fraternidade e a Vida no Planeta” e lema: “A criação geme em dores de parto” (Rm 8,22). O ato de lançamento nacional, aberto à imprensa, acontece no auditório Dom Helder Câmara, na sede da CNBB, em Brasília, às 14h30, e será presidido pelo secretário geral da Conferência dos Bispos, dom Dimas Lara Barbosa.

A programação será bastante objetiva, iniciando com a apresentação da mensagem do papa Bento XVI, saudando a Campanha. Em seguida, o secretário executivo da CF, padre Luiz Carlos Dias, exporá os objetivos da Campanha, bem como a dinâmica de sua realização nas dioceses, paróquias e comunidades do país. O secretário geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa, encerra o ato falando sobre as expectativas da Igreja com a Campanha. Terminada a cerimônia, dom Dimas atende os jornalistas, numa coletiva de imprensa.

Esta é a 47ª Campanha da Fraternidade desde que foi criada em 1964. A conscientização sobre o aquecimento global e as mudanças climáticas está entre os principais objetivos da Campanha. A busca de ações que preservem a vida no planeta é outra meta da CF.

Com 124 páginas e dividido em quatro partes, o texto-base, carro-chefe da CF, apresenta o conteúdo a ser discutido ao longo da Campanha. Na primeira, faz uma análise da realidade procurando estabelecer as causas do aquecimento global e das mudanças climáticas. Toca na relação que há entre o aquecimento global e as atividades humanas; questiona o modelo energético do país; denuncia o desmatamento e as queimadas, responsáveis por 50% da emissão de gases de efeito estufa no Brasil; interpela o agronegócio e o atual modelo de desenvolvimento. A Campanha vai alertar, ainda, para a ameaça à biodiversidade e para o risco da escassez de água no planeta.

A segunda parte do texto-base busca na bíblia, na teologia e na palavra da Igreja a fundamentação do tema e do lema da CF. Já na terceira parte, aponta diversas atitudes que podem ser tomadas por pessoas, comunidades, governo, empresas e instituições, com o objetivo de preservar a vida no planeta terra.

Para o secretário geral da CNBB, a Igreja é motivada pela fé quando discute temas como o proposto pela CF deste ano. “A fé nos torna específicos numa discussão como essa. A nossa fundamentação é teológica e se baseia no próprio projeto de Deus para com a criação e para com o ser humano”, explica dom Dimas. “A ecologia humana é um tema fundamental trazido pelo papa João Paulo II e, depois, por Bento XVI. De acordo com o papa, o centro do universo está na pessoa humana e, muitas vezes, as políticas públicas não levam em conta esses dois pontos, principalmente as pessoas mais vulneráveis, os mais pobres”, acrescenta.

O secretário executivo da CF, padre Luiz Carlos Dias, diz que a preocupação da Igreja com o meio ambiente está ligada à sua missão de defender a vida. “A Igreja demonstra suas preocupações com o estado de nosso planeta, que precisa de cuidados para que continue a oferecer as condições necessárias para a vida nele instalada”, disse o secretário.

Esta não é a primeira vez que a CF aborda o tema meio ambiente. Em 1979, a Campanha discutiu o tema “Por um mundo mais humano – Preserve o que é de todos”; em 2004, “Fraternidade e Água – Água, fonte de vida”; e, em 2007, a Amazônia foi lembrada: “Fraternidade e Amazônia – vida e missão neste chão”.

Serviços

Coletiva de imprensa - Abertura da Campanha da Fraternidade 2011, “Fraternidade e a Vida no Planeta” .
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terça-feira, 1 de março de 2011

Aquecimento global e mudanças climáticas são colocados em debate pela CF-2011

cartazcf2011“Contribuir para a conscientização das comunidades cristãs e pessoas de boa vontade sobre a gravidade do aquecimento global e das mudanças climáticas, e motivá-las a participar dos debates e ações que visam enfrentar o problema e preservar as condições de vida no planeta”.

Este é o objetivo da Campanha da Fraternidade 2011 (CF), que será aberta, em nível nacional, na Quarta-feira de Cinzas, 9 de março, na sede da CNBB.

Com o tema “Fraternidade e a Vida no Planeta” e o lema “A criação geme em dores de parto”, a CF chama a atenção especialmente para as questões do aquecimento global e das mudanças climáticas.

Motivada pela fé

Segundo o secretário geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa, é a fé que motiva a Igreja a discutir temas como o proposto pela CF-2011. “A fé nos torna específicos numa discussão como essa. A nossa fundamentação é teológica e se baseia no próprio projeto de Deus para com a criação e para com o ser humano”, explica.

Dom Dimas destacou ainda que a ecologia humana é de “suma importância” para as discussões porque trata a vida como um todo e não distingue a vida do planeta da vida dos seres humanos. “A ecologia humana é um tema fundamental trazido pelo papa João Paulo II e, depois, por Bento XVI. De acordo com o papa, o centro do universo está na pessoa humana e, muitas vezes, as políticas públicas não levam em conta esses dois pontos, principalmente as pessoas mais vulneráveis, os mais pobres”.

A partir de março, o debate do tema proposto pela Campanha ganha as paróquias, comunidades e os mais diversos espaços.“A temática é uma preocupação social da Igreja que quer despertar as pessoas para a educação ambiental porque, a partir do nosso dia-a-dia, precisamos diminuir o consumo e tomar algumas medidas que impliquem em menos gasto e mais educação para a vida do nosso planeta”, sublinhou o secretário executivo da CF, padre Luiz Carlos Dias.

De acordo com o secretário, os temas sociais apresentados pelas Campanhas da Fraternidade refletem o papel da Igreja junto à sociedade. “A Igreja toma esses temas como reflexão para servir à sociedade, porque implicam em sofrimento, dores, morte. A Igreja, imbuída da missão de evangelizar, procura levar a luz de Deus àquela situação, para que brote a vida no seio da sociedade”, disse o padre.

Objetivos e estratégias

Além do objetivo geral, CF apresenta alguns objetivos específicos como viabilizar meios para formação da consciência ambiental; promover discussões sobre a problemática; mostrar a gravidade e a urgência dos problemas ambientais. Algumas estratégias também são adotadas como mobilizar pessoas, Igrejas e a sociedade para assumirem o protagonismo na construção de alternativas para a superação dos problemas socioambientais; denunciar situações e apontar responsabilidades no que diz respeito aos problemas ambientais decorrentes do aquecimento global.

Coleta da Solidariedade

Um dos gestos concretos propostos pela CF é a Coleta da Solidariedade, que deverá ser feita em todas as dioceses do país no dia 17 de abril. Do total arrecadado, as dioceses destinam 40% para o Fundo Nacional de Solidariedade (FNS). Os outros 60% ficam nas dioceses, formando o Fundo Diocesano de Solidariedade (FDS), para o atendimento a projetos locais. Os recursos arrecadados na Coleta da Solidariedade são destinados prioritariamente a projetos que atendam os objetivos propostos pela CF-2011. No ano passado, os 40% enviados pelas dioceses para o FNS somaram R$ 3.807.769,55

Fonte CNBB




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