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domingo, 8 de dezembro de 2013

Festa da Primeira Eucaristia na Paróquia do Ipu.

Hoje, a Paróquia do Ipu está em ação de Graças. Para a felicidade de toda a comunidade paroquial, 277 crianças que a dois anos, alguns até três anos estavam se preparando, receberam pela primeira vez, Jesus Eucarístico. Não há como explicar tanta alegria. Primeiro porque estas crianças chegaram até nós ainda muito pequenas. A história de cada uma faz parte de nossa historia,  assim como fomos marcados em suas vidas. Passamos a nos relacionar como membros desta família maravilhosa, a família dos filhos de Deus, cristãos autênticos, caminhando rumo ao discipulado. Se a festa já tem todos os motivos de glória, pois é o primeiro encontro destas crianças com Jesus, o dia escolhido é 8 de dezembro, dia da Imaculada Conceição.
A Festa começou as 7 horas com a acolhida aos catequistas, catequisandos e familiares. A capela Nossa Senhora da Medalha Milagrosa ficou tão cheia que parecia o Coração da Mãe de Deus: para todo lado que se virasse esbarrava-se em uma pessoa. As crianças, ansiosas para o grande encontro com Jesus. Os pais desejosos de estarem ao lado de seus filhos, se contentaram em vê-los celebrarem de uma maneira muito empolgante, a sua Primeira Comunhão.
Contentaram-se em vê-los porque em nossa paróquia celebramos a missa da catequese, todos os sábados com catequisandos e catequistas, e por este motivo, esta Celebração Eucarística e o coroamento do ano catequético. A Missa foi presidida pelo nosso Pároco, Padre Raimundo Nonato, com a participação do Diácono Lucas que está fazendo estágio pastoral em nossa paróquia, animada pelas crianças da Infância e Adolescência Missionária, celebrada em especial pelas crianças da catequese, pois as leituras, os cânticos e as respostas são feitas por elas. É muito emocionante, só quem está presente pode testemunhar tanta felicidade.
Depois de duas horas de missa o Padre Raimundo Nonato se senta em uma cadeira e tira uma foto com todas as crianças, mas uma de cada vez. É um verdadeiro pai, paciente, fazendo os caprichos de cada um dos seus filhos. Não tem pressa, brinca com as crianças, se for preciso repete, não deixa a criança ficar nervosa: “é a presença paterna de Deus”.

A Partir do próximo ano iniciaremos o projeto de Iniciação a Vida cristã, onde a festa começa com o rito de Admissão dos catequisandos e catecúmenos na catequese, com uma celebração em que é apresentada à comunidade paroquial, aqueles que serão os novos discípulos missionários do Senhor. Esta apresentação é feita por um introdutor. O rito de admissão será logo após o carnaval de 2014. 
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sábado, 30 de novembro de 2013

Celebrações para o Advento

Inicia-se o Advento. A chegada do Menino Deus é aguardada com imensa ansiedade pelos cristãos do mundo inteiro. Advento é a preparação para o Natal de Jesus!

Natal que, com o seu Santo poder transforma as pessoas, os ambientes, alcançando todas as camadas sociais humanas. Natal que, com a sua espiritualidade inexplicável faz brotar até nas faces mais sisudas um sorriso acolhedor, amigo e solidário.

Aproxima-se o Natal, e com ele o tempo de renovar as esperanças, para nascer de novo, se assim cada ser humano desejar. Afinal de contas, isso só poderá acontecer se o amor de Deus penetrar no coração de cada um. Porém, para isso acontecer é preciso que, cada ser humano, abra (por dentro) a porta do seu coração, vez que, o corpo humano é uma moradia cuja porta e a fechadura só abrem pelo lado de dentro.

Nesta primeira semana do advento vamos retirar a chave do nosso coração, guardada naquele local tão bem escondido, no meio de tantas desventuras, desilusões e tentações que nos afasta da verdadeira Felicidade, O Reino de Deus. Vamos abri-lo e prepara-lo para a chegada do Menino Deus. Vamos limpa-lo e torná-lo digno do nosso Rei. Vamos fazer da nossa família um presépio e do nosso coração uma manjedoura. Para isso, passaremos a semana meditando no amor de Deus por nós, através do perdão, concedido aos homens desde o paraíso.


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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Vamos viver um advento santo?



O tempo do Advento é um tempo de preparação para a vinda do Senhor. Esta preparação se dá com esperança, da renovação, da oração e da caridade. São quatro semanas que antecedem a data em que celebramos a encarnação do Verbo em nossa história. E a Igreja entoa, então, o cântico de esperança pela chegada do príncipe da paz, o Emanuel (Deus conosco). O refrão: “Vem Senhor, vem nos salvar. Vem sem demora nos dar a paz”, cântico que expressa toda a nossa certeza de que Jesus vem nos trazer a Paz duradoura.

Na primeira semana acenderemos a vela da ESPERANÇA: Alegre chegada e amorosa acolhida. A chegada de uma pessoa importante é sempre bem preparada e desejada. Ora, o Senhor Jesus é a pessoa mais importante em nossa vida e na história. Por isso, a sua chegada merece uma boa e santa preparação. Para que isto aconteça vamos refletir durante toda semana o valor e a busca do perdão.

Na segunda semana acenderemos a vela da  RENOVAÇÃO: O Advento é tempo de conversão e penitência. A cor roxa usada na liturgia lembra essa atitude. Jesus se encarna para fazer do homem uma nova criatura. A Igreja recomenda aos fiéis o sacramento da confissão, que é um grande instrumento de renovação espiritual e de preparação para o Natal. Já que agora sabemos o valor do perdão, vamos refletir na necessidade de arrependimento e busca de conversão, lembrando da fé dos Patriarcas e profetas.


Na terceira semana acenderemos a vela da ORAÇÃO: A oração é elemento primordial da espiritualidade cristã. Precisamos rezar mais e melhor neste advento em preparação ao Natal do Senhor. Aprender a rezar é aprender a viver. A oração nos leva a alegria, pois nos aproxima do nosso Deus. Celebramos, através da oração, a proximidade do Natal. O coração começa a palpitar de alegria. É a nossa salvação que se aproxima.

Na quarta semana acenderemos a vela da CARIDADE FRATERNA: A caridade é a essência do nosso ser e agir cristão. Por isso, somos chamados a rever nossos relacionamentos de amizade, de fraternidade, de convivência na família, com os amigos, com os colegas de trabalho e com a vizinhança. A novena do Natal em família, além de ser um momento forte de evangelização de nossas famílias, é um instrumento precioso de aprofundamento de nossas relações de amizades e de comunhão fraterna. Ninguém melhor do que Nossa Senhora para nos ensinar tudo isto. Acolhemos a mãe, aquela que dará a Luz ao Filho de Deus, o Verbo Encarnado.


Mas não para por ai.  Neste Natal vamos oferecer a Jesus um coração reconciliado com os irmãos e amigos. Para tanto, precisamos dar e receber o perdão! É por isso que vamos fazer a nossa preparação sem pressa. Serão quatro semanas de oração intensa. Aos domingos iremos acender as Velas da Coroa do Advento, seguindo a espiritualidade do advento. Todos os dias acenderemos as velas do terço do Natal. Durante cinco dias rezaremos um mistério do terço, meditando nos temas propostos para o advento. Os outros dias serão para a celebração de Gratidão e de Esperança. No Natal acenderemos uma quinta vela, a vela do menino Jesus e faremos uma lina celebração de Natal.

Reza conosco e  Na véspera de Natal será sorteado Um Dvd “Jesus amigo da família” - (90 min.) Um Filme lindíssimo, contado pelas crianças que viveram na época de Jesus. Para concorrer é muito fácil: 
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domingo, 24 de novembro de 2013

Coroa do Advento - Como fazer


Um dos mais importantes símbolos do Natal é a coroa do Advento que, por meio de seu formato circular e de suas cores, silenciosamente expressa a esperança e convida à alegre vigilância. O círculo não tem princípio, nem fim. É sinal do amor de Deus que é eterno, sem princípio e nem fim, e também do nosso amor a Deus e ao próximo que nunca deve terminar. Além disso, o círculo dá uma ideia de “elo”, de união entre Deus e as pessoas, como uma grande “Aliança”. 
Vamos fazer uma coroa do Advento, montar o nosso Presépio e criar o nosso espaço de oração? Muita gente começa enfeitar as casas para o Natal ainda em novembro. Eu diria que é muito cedo, pois até a festa de Cristo Rei ainda é tempo comum. A festa de Cristo Rei é hoje, dia 24 de novembro de 2013. Nós temos toda esta semana para preparar nossa coroa do Advento. A que estamos ilustrando esta postagem é de 2011. Convidamos você a comprar os enfeites para amanhã iniciarmos nossa Coroa.
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Material a ser usado na Dinâmica:
Um castiçal para sete velas comuns.
Um castiçal para quatro velas grandes.
Quatro velas grandes nas cores Roxa, verde, rosa e branca
Quatro pacotes de velas comuns nas mesmas cores acima.
enfeites dos mais variados, de acordo com sua criatividade.
Podem preparar a manjedoura mas não se preocupe em colocar, pois tem o tempo certo. 
Estaremos montando nossa coroa do Advento na nossa página de dinâmicas na catequese.
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Advento, Natal - Preparação para a vinda do Senhor - Ano Litúrgico

Você sabe como é dividido o ano litúrgico? Sabia que o Ano litúrgico é diferenciado pelas letras A,B e C? Como vc monta sua árvore de Natal e sua coroa do Advento? Costuma fazer as Novenas de Natal? Que acha de ganhar um dvd com toda a história de jesus contada pelas crianças que viveram na época de Jesus?

A Constituição Sacrosanctum Concilium determinou: «Prepare se para os fiéis, com maior abundância, a mesa da Palavra de Deus: abram se mais largamente os tesouros da Bíblia, de modo que, dentro de um período de tempo estabelecido, sejam lidas ao povo as partes mais importantes da Sagrada Escritura». 

Os peritos e responsáveis pela reforma litúrgica que se seguiu acharam por bem que esse período de tempo tivesse a duração de três anos, ou seja, que as leituras escutadas na celebração da Eucaristia dominical, voltassem a escutar-se passados três anos, e que cada ano fosse indicado com as letras A, B, C. 

A cada ano, a liturgia das celebrações segue uma sequencia de leituras próprias, divididas em anos A, B e C.
- No ano “A” a leitura principal do evangelho na celebração segue o Evangelho de São Mateus;
-No ano “B”, a leitura principal do evangelho segue o Evangelho de São Marcos;
-No ano “C”, a leitura principal do evangelho segue o Evangelho de São Lucas.

Já o Evangelho de São João é reservado para as ocasiões especiais, principalmente as grandes Festas e Solenidades, para este evangelho não existe um ano litúrgico.

Como é calculado o ano litúrgico:

Para saber qual é o Ano A, B ou C, procede-se da maneira seguinte: Imaginemos que o ciclo começou no primeiro ano da contagem cristã. Deste modo, o Ano 1 teria sido o Ano A, o Ano 2 o Ano B, o Ano 3 o Ano C, e os Anos 6, 9, 12... novamente o Ano C. Deste modo o Ano C sempre será múltiplo divisível por três . Para saber facilmente se o ano em que estamos é múltiplo de três basta somar os algarismos do ano.

Ex: 2013 = 2+0+1+3= 6. 6 é múltiplo de 3, então 2013, o ano litúrgico será ano C. Assim o ano de 2012 é o ciclo B, e o ano de 2011 foi o ano litúrgico A e 2016 = 2+0+1+6 = 9 múltiplo de 3 será novamente ano C. Não existe erro! É fácil

Mas atenção!!! Existe um início antecipado!!!!

O ano litúrgico não é igual o ano civil. O início do Ano Litúrgico é sempre no primeiro domingo do Advento (cerca de quatro semanas antes do Natal) e se encerra com a solenidade de Cristo Rei do Universo do ano seguinte. É bom ficar atento para não confundir. O Ano em que estamos é 2013 e por isso ano "C" , porem, no primeiro domingo do advento, se iniciará o ano "A" para 2014. Não confunda isso. 

"Já que na próxima semana, dia 1º de dezembro de 2013 estaremos iniciando Ano A com a primeira semana do Advento, que tal começarmos este grande ciclo litúrgico com uma ampla preparação espiritual para a vinda do Salvador"? 

Tem que ser uma bela preparação, já que o nosso Salvador é princípio e fim de tudo. Ele é o Alfa e ómega". Estas letras são, respetivamente, a primeira e última do alfabeto grego (α e ω). O que significa que Jesus Cristo ou Deus simboliza a eternidade. Aquele que está no começo de tudo, de acordo com o primeiro capítulo do Evangelho segundo São João; e acompanhará tudo até o fim do mundo. Tudo começou a partir “DELE” e tudo se encerrará “NELE”. E não podemos esquecer o livro de Isaías 44:6 - …Eu era o primeiro, e Eu sou o último, e fora de Mim não há Deus.

Para que todos possam acompanhar, vamos fazer a “Dinâmica do Advento” com a Montagem da nossa coroa do advento acompanhada pelo nosso blog “Dinâmicas na Catequese” para a montagem da coroa e do presépio, enquanto que ao mesmo tempo iremos fazer a nossa novena de Natal no nosso blog de “Orações para estar na presença de Deus”. Na verdade não será uma novena de Natal e sim Celebração do Advento.  As postagens serão feitas sempre nos sábados para que possamos rezar juntos com as nossas famílias no domingo. É importante que estas orações sejam feitas em família, pois até mesmo Deus quis uma família para nascer. Convide todos os membros de sua família.


Promoção e sorteio

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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Os Frutos do Ano da Fé - Festa de Cristo Rei

No próximo dia 24 de novembro, Domingo de Cristo Rei, será celebrado o encerramento do Ano da Fé. Em muitas igrejas, mais uma vez, as comunidades farão a solene renovação da profissão da fé.Há, nesse ato, uma força testemunhal muito expressiva: de fato, não cremos apenas de modo individual e subjetivo, mas em comunidade, juntamente com muitos outros, que professam a mesma fé. A Igreja é uma grande comunidade de fé, formada de inúmeras comunidades menores e, finalmente, de pessoas, que creem pessoalmente e vivem a comunhão de fé com grande comunidade eclesial.

Na Paróquia de São Sebastião de Ipu o encerramento do Ano da Fé será demostrado de uma forma bem amorosa. Além de nossa Profissão de Fé, iremos realizar uma linda procissão, como nunca se viu no Ipu. Na verdade serão 4 procissões, duas serão acompanhadas pelos Padres Nonato e Elanio, uma acompanhada pelo diácono Lucas e a terceira que sairá do Santuário das Graças será acompanhada pela comunidade Cristo Rei. As procissões serão direcionadas assim: uma saindo da Comunidade joão Paulo II onde estão construindo a capela João Paulo II, outra saindo da comunidade da lagoinha próximo ao escondido, uma terceira saindo do Santuário na Boa Vista e a quarta saindo da igreja de São Vicente e Santa Luiza na mina. As quatro procissões se encontrarão no Patamar da Matriz de São Sebastião para juntos celebrarmos a Festa de Cristo Rei e o encerramento do Ano da Fé. (Catequese Paroquial)

Não cremos sozinhos, mas com a Igreja toda; e cremos como a Igreja crê - a Igreja que vive hoje neste mundo e também a Igreja celeste! São incalculáveis aqueles que viveram esta mesma fé e já nos precederam na “casa do Pai”. Eles são nossos irmãos na fé, testemunhas e exemplos de fé, que continuam a nos ajudar a prosseguir e perseverar no caminho da fé. Estamos, pois em boa companhia e bem amparados!

O Ano da Fé foi uma bênção, pois nos ajudou a tomar consciência renovada da preciosidade da fé da Igreja e da importância de professá-la com convicção e alegria. O Ano da Fé termina, mas a vivência da fé continua; temos agora o nosso compromisso de testemunhar a fé com intensidade e de traduzir q fé em frutos de vida cristã. Não basta ter iniciado bem o caminho: é preciso perseverar nele, para alcançar a meta da nossa fé: a vida eterna e a comunhão plena com Deus.

Primeiros frutos da fé deveriam ser a gratidão e alegria. A fé é um dom precioso, recebido de Deus, e que requer a nossa resposta diária através das atitudes de fé. A fé leva a viver em contínua sintonia e comunhão com Deus e a ter as luzes de Deus (“lumen fidei”), para iluminar todas as circunstâncias da vida. A fé ajuda a discernir para fazer as escolhas certas. Viver a fé é viver unidos a Deus; é viver “por Cristo, com Cristo e em Cristo”, para usar a expressão de São Paulo.

Outra conseqüência do Ano da Fé deverá ser o cultivo da fé. Podemos imaginar a fé como uma planta, que precisa ser cultivada para viver, florescer e produzir frutos. A fé precisa ser alimentada no encontro pessoal frequente com Deus na oração. Sem oração, a fé enfraquece e morre, como a planta, que não recebe água. Alimento essencial da fé é também a Palavra de Deus, acolhida quer na Liturgia, quer em outras ocasiões, como também na leitura pessoal e orante da Sagrada Escritura.

Para crescer e amadurecer, a fé precisa ser esclarecida mediante o estudo; de fato, nossa fé também se expressa em conteúdos e afirmações; não é mero sentimento, mas também afirmação e convicção. Para ter uma compreensão melhor da fé da nossa Igreja, é importante ler e conhecer o Catecismo da Igreja Católica; ele é a explicação que a própria Igreja dá oficialmente sobre os motivos e as bases da nossa fé, sobre seus conteúdos, sobre como a fé é celebrada na Liturgia e nos Sacramentos, sobre as conseqüências da fé para sua vida, mediante a observância dos mandamentos e sobre como a fé é traduzida no testemunho e na vivência diária.

Finalmente, a fé verdadeira produz frutos, que são as “obras da fé”, sem as quais ela seria estéril: “a fé , sem obras, é morta em sim mesma”, afirma S.Tiago. Frutos da fé são as boas obras da justiça, caridade e solidariedade, que revelam a fecundidade e autenticidade da fé. São ainda as virtudes humanas e cristãs, que traduzem o jeito de viver de quem está em sintonia com Deus. É também a prática sincera e perseverante da religião, expressão da adoração e do louvor de Deus.


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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Papa Francisco nomeia novo bispo de Crateús (CE)


A nunciatura apostólica no Brasil divulgou na manhã desta quarta-feira, 06 de novembro, que o papa Francisco nomeou monsenhor Ailton Menegussi como bispo da vacante diocese de Crateús (CE), atualmente pároco da Paróquia São Francisco, em Barra de São Francisco, no Espírito Santo.

Monsenhor Ailton nasceu em 1962, em Córrego das Flores – Nova Venécia (ES). Recebeu a ordenação presbiteral em 1998 e exerceu o ministério em diversas paróquias como pároco e vigário episcopal. Também foi reitor do Seminário Maior de Filosofia e Teologia da diocese de São Mateus (2004-2012). Atuou como coordenador diocesano do Serviço de Animação Vocacional (2007-2012), membro do Conselho de Presbíteros (2004-2012). Desde 1996, colabora com a produção da Folha de Culto Diocesano “Celebrando a Vida”. É especialista em Psicopedagogia pela Escola de Formadores de Santa Catarina.
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terça-feira, 29 de outubro de 2013

Protagonismo Laical será tema prioritário da próxima Assembleia Geral da CNBB


O protagonismo do laicato na missão da Igreja será um dos temas prioritários da Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, em 2014. Para colaborar na reflexão do episcopado, a Comissão para o Laicato da CNBB promove, de 29 a 31 de outubro, em Brasília (DF) a sexta edição do Seminário dos Bispos Referenciais para os Leigos e Comunidades Eclesiais de Base (CEBs).

Também participam do evento os assessores, representantes das CEBs, movimentos, associações, congregações religiosas e novas comunidades. As comissões episcopais para Vida e Família, Catequese, Liturgia, Cultura e Educação e Ação Missionária enviaram os representantes para o seminário. “Estamos discutindo quem é o leigo na Igreja e qual o seu papel diante dos desafios do mundo moderno”, explica o bispo de Tocantinópolis (TO) e membro da Comissão para o Laicato, dom Giovane Pereira Melo.

A reflexão se realiza no contexto da celebração dos 50 anos do Concílio Vaticano II, em que se resgatou a missão e a vocação do leigo na Igreja e no mundo. Dom Giovane conta os grandes desafios que se apresentam para a atuação do laicato. “Temos um contexto eclesial ainda bastante clericalista. E por isso, refletimos também sobre a autonomia do leigo, como ele pode ser sujeito da Igreja, vivendo a sua vocação”.

Blog da CNBB
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domingo, 13 de outubro de 2013

Segunda edição da XI Semana Catequética em Ipu

Desde o começo do mundo que Deus se comunica com o ser humano, e este por sua vez, responde com a sua fé. Deus se revela pela a Ação criadora, a Palavra que gera vida e comunica o amor pessoal pelo homem. O homem por sua vez responde com uma escuta atenta a comunicação de Deus, e assim a palavra ouvida é assimilada pela fé, numa entrega de todo o seu ser, como o fizeram diversas figuras bíblicas, Abraão, Isaac, Jacó, Moisés etc.
Esta comunicação de Deus é essencialmente interpessoal e apaixonada, pois se dá em uma troca de relacionamentos, é manifestação de Alguém a alguém. Nesta relação amorosa entre Deus e o homem, o não ouvir ou, o não responder aos apelos do Senhor, o endurecer o coração é um pecado grave com ressonância na ação evangelizadora da Igreja, pois se pode subentender que isto acontece devido uma catequese fragmentada.

A catequese é para a Igreja uma Ação Pastoral que não pode ficar omissa ao reino de Deus e aos sinais dos tempos. Ela deve ser compreendida como um elo entre a criatura e seu criador. É missão da catequese fazer ecoar a Palavra de Deus, e fazer o homem enxergar a realidade a partir da interioridade. Para que isso aconteça, a catequese precisa ser bem organizada, respeitando as exigências e os limites de cada destinatário. A principal tarefa da catequese é despertar a conversão dos catequisandos, levando-os a um amadurecimento da fé para uma transformação da vida. Para isso, a Bíblia meditada é de suma importância, pois ela ao ser comunicada deve levar aquele que escuta a uma experiência com o Cristo.
A catequese precisa ser uma verdadeira e autentica experiência com a Pessoa de Jesus Cristo. Cada catequista deve deixar A Palavra de Deus se manifestar em suas atitudes e palavras. Mas para isso, é preciso desenvolver, em nossas comunidades, um processo de iniciação à vida cristã que conduza a um encontro pessoal e prazeroso com O Cristo, ou seja, nos tornarmos uma Igreja, casa da Iniciação à vida cristã.
Preocupada com as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 2011-2015, a Paróquia do Ipu realizou a XI Semana Catequética com um estudo mais aprofundado do 5º capítulo do documento 97 para todos os catequistas da catequese infantil.  O tema foi:
Neste estudo procuraremos descobrir:
1 Os sujeitos e os agentes da Iniciação Cristã
2 O sujeito do processo de iniciação
3 Animadores da iniciação: ministérios e funções
4 A Família no processo da Iniciação à Vida Cristã
5 Os catequistas do catecumenato propriamente dito
Como houve uma ausência de 40% dos catequistas, Padre Raimundo Nonato, vai proporcionar mais uma oportunidade para estes catequistas colocarem sua formação dentro da Ação Evangelizadora da Igreja, a saber:
1) Igreja em estado permanente de missão (MISSÁO)
2)      Igreja: casa da Iniciação á vida cristã (PALAVRA/SACRAMENTOS)
3)      Igreja: lugar de animação bíblica da vida e da pastoral (PALAVRA)
4)      Igreja: comunidade de comunidades (COMUNIDADE)
5) Igreja a serviço da vida plena para todos. (SÓCIO-TRANSFORMADORA)

Dando destaque a segunda e terceira urgência, ele oferece aos catequistas a oportunidade de aprender com Jesus os passos de um discipulado autêntico, catequisando-se para uma Iniciação a Vida cristã onde se faz necessário um retornar à comunidade, assumir a missão a partir do encontro pessoal com Ele (Jesus) na pessoa do pobre e na presença Real na Eucaristia, mantendo assim a sua identidade de Discípulo Missionário. Esta segunda oportunidade esta sendo colocada a disposição dos catequistas pelo valor que nosso Pároco dá a formação dos seus agentes pastorais para o trabalho evangelizador, principalmente dentro da catequese, já que a mesma deve ser a base da formação cristã.
Esta segunda edição da XI Semana catequética vai acontecer neste próximo final de semana, dias 19 e 20 de Outubro no Auditório do Patronato Sousa Carvalho.  O encontro terá início as 7 horas do sábado, encerando-se as 12 horas do domingo.

Queremos lembrar que a Caminhada de Jesus com os discípulos de Emaús é um modelo de INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ. Jesus é “A Palavra de Deus” – “O Verbo Encarnado” - a resposta para todos os problemas humanos. A Pedagogia Catequética de Jesus com os discípulos de Emaús é um modelo catequético a ser seguido pela catequese que deseja colher frutos para este desafio que a igreja nos apresenta.


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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Abertas as inscrições para Curso à distância sobre a Campanha da Fraternidade 2014

cartaz2014Tem início, no dia 30 de setembro, o Curso à distância sobre os conteúdos do Texto Base da Campanha da Fraternidade (CF) 2014, que terá como tema “Fraternidade e Tráfico Humano” e lema “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1). O curso é uma novidade e conta com a supervisão da equipe executiva da CF,  da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). 
O secretário executivo da CF, padre Luiz Carlos Dias, explica que o objetivo do curso é “oferecer uma nova modalidade de capacitação sobre os conteúdos da Campanha da Fraternidade e, assim, contribuir com a formação que ocorre nos regionais e em várias dioceses do Brasil”.
O curso será oferecido em quatro módulos, com total de 40 horas e duração de 40 dias. Abordará especificamente o Texto Base da CF 2014, focado no método: Ver, Julgar e Agir. As unidades do curso são: 1-) O tráfico humano no contexto da globalização, com foco na mobilidade e trabalho e as formas de enfrentamento ao tráfico humano, 2-) A iluminação no Antigo e Novo Testamento, 3-) Propostas para o enfrentamento do tráfico humano e canais de denúncia e 4-) Histórico e sentido da Campanha da Fraternidade no Brasil.
Durante o curso os participantes terão contato com as práticas de tráfico humano em suas várias formas, com condições de denunciar as situações de tráfico e de como agir concretamente nestes casos. “A CNBB tem buscado meios para cumprir a missão de capacitar os agentes que atuam nas pastorais para que estejam cada vez mais preparados”, destaca padre Luiz Dias.
As inscrições podem ser feitas pelo site: www.solarconsultoria.com
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terça-feira, 8 de outubro de 2013

Dia do Nascituro encerra Semana Nacional da Vida

nascituroO dia 8 de outubro de cada ano é dedicado aos nascituros Em homenagem ao novo ser humano, à criança que ainda vive dentro da barriga da mãe. A data conhecida como Dia do Nascituro, foi uma decisão da 43ª Assembleia Geral, realizada em 2005, em Itaici (SP), e marca o encerramento da Semana Nacional da Vida, que ocorre de 1º a 7 de outubro. Neste período, dioceses e comunidades de todo Brasil organizam atividades e celebrações em prol da vida.
De acordo do o secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, o momento é importante para suscitar a reflexão sobre o valor da vida. “A Semana Nacional da Vida e o Dia do Nascituro são ocasiões para que toda a Igreja continue afirmando sua posição favorável à vida desde o seio materno até o seu fim natural, bem como a dignidade da mulher e a proteção das crianças”, afirma.
dom petrini1Uma iniciativa que visa proteger, defender e valorizar a vida humana é o abaixo-assinado pela aprovação do projeto de lei 478/2007, conhecido como Estatuto do Nascituro. O bispo de Camaçari (BA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a vida e a Família (CEPVF), da CNBB, dom João Carlos Petrini, enviou uma carta aos bispos e arcebispos do Brasil para que, em suas respectivas localidades, promovam a coleta de assinaturas para aprovação do projeto.
O presidente da comissão sugere que atividades públicas, e também no âmbito da comunidade, sejam feitas para coletar assinaturas em favor da aprovação do Estatuto do Nascituro, na Câmara dos Deputados, em apoio aos deputados que pedem a alteração da lei 12845/2013, que visa atendimento obrigatório a vítimas de violência sexual, mas que obriga também a administração da pílula do dia seguinte (pílula abortiva). Para coleta de assinaturas clique aqui.
“O ser humano que é gerado no ventre de uma mulher, com a participação de um homem, não é fabricado por aquele homem e aquela mulher, não é um produto que eles produzem, é sempre uma criatura de Deus. O homem e a mulher são apenas instrumentos de uma vontade criadora infinitamente maior, a vontade de Deus, que nos quer, e quer a nossa vida”, explica o bispo.
Ainda, segundo dom Petrini, “a vida é um dom de inestimável valor, feito de amor e ternura infinita, porque a vida humana é relação com o Mistério Infinito, Eterno e Criador que a quer e a ama. Trata-se de um dom inegociável tanto no mercado quanto nos parlamentos”, afirmou.
padre.rafael.fornasierPara o assessor da CEPVF, padre Rafael Fornasier, a aprovação do projeto é necessária, uma vez que a lei defende a vida da criança após o nascimento, mas não a protege no útero materno. “O Estatuto do Nascituro é projeto de lei que quer reforçar os direitos garantidos na Constituição Federal, também para a criança ainda no ventre materno, de tal maneira que o aborto não seja legalizado no Brasil, por desconsiderar a criança no ventre materno”, explica o padre.
O abaixo assinado, para a aprovação do Estatuto do Nascituro deve ser encaminhado ao Congresso Nacional. “As assinaturas serão entregues ao possível relator do projeto de lei, como uma forma de demonstração de que há muita gente contrária ao aborto no Brasil, e quer uma defesa mais clara, da criança no ventre materno e da mulher”, explica padre Rafael Fornasier.
Coleta de assinaturas
dompetriniiiiEm carta enviada aos bispos e arcebispos do Brasil, dom João Carlos Petrini, pede para que atividades públicas, e também no âmbito da comunidade, sejam realizadas para coletar assinaturas em favor da aprovação do Estatuto do Nascituro (PL 478/2007), na Câmara dos Deputados, em apoio aos deputados que pedem a alteração da lei 12845/2013, que visa atendimento obrigatório a vítimas de violência sexual, mas que obriga também a administração da pílula do dia seguinte (pílula abortiva).
“A vida é um dom de inestimável valor, feito de amor e ternura infinita, porque a vida humana é relação com o Mistério Infinito, Eterno e Criador que a quer e a ama. Trata-se de um dom inegociável tanto no mercado quanto nos Parlamentos”, afirmou o presidente da CEPVF.
Logo após a SNV, no dia 8, acontece o Dia do Nascituro, data que celebra os direitos à proteção da vida e da saúde, à alimentação, ao respeito e a um nascimento sadio, do novo ser humano, a criança que ainda vive dentro da barriga da mãe. Junto à SNV, o Dia do nascituro fecha o período que objetiva suscitar nas consciências, nas famílias e na sociedade, o reconhecimento do sentido e valor da vida humana em todos os seus momentos.
Assista o vídeo de dom Petrini sobre a Semana Nacional da Vida, clicando aqui.
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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Promover a família beneficiará a todos, afirma o Papa

Vaticano, 14 Set. 13 / 08:00 am (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco enviou uma mensagem aos participantes da 47ª Semana Social dos católicos italianos iniciada nesta quinta-feira na cidade de Turim (Itália) e os chamou a “evidenciar o laço que une o bem comum à promoção da família fundada no matrimônio“. A mensagem foi dirigida ao Presidente da Conferência Episcopal Italiana (CEI), Cardeal Angelo Bagnasco, e nele Francisco recorda que a família é uma escola privilegiada de generosidade que educa a superar o individualismo que existe na sociedade.

A família, indicou o Papa, é mais que um tema, é vida, “é caminho de gerações que se transmitem a fé junto com o amor”, “é fadiga, paciência, e também projeto, esperança e futuro”. E tudo isto se converte em levedura cada dia na massa de toda a sociedade para o seu maior bem comum. Além disso, o futuro da mesma sociedade está enraizado nos jovens e nos anciões, que são a memória viva.
Por isso, advertiu que “um povo que não se ocupa dos anciões, das crianças e dos jovens não tem futuro”.
Sobre a Igreja, indicou que esta oferece “uma concepção da família que é a do livro do Gênesis, da unidade na diferença entre homem e mulher” e como tal “merece ser sustentada eficazmente”.
Nesse sentido, advertiu que as consequências das eleições culturais e políticas que se referem à família afetam os diversos âmbitos da vida de um país: desde o problema demográfico às demais questões referentes ao trabalho até a mesma “visão antropológica que está na base de nossa civilização”.
Conforme informou a Rádio Vaticano, o Santo Padre reconheceu “os sofrimentos de tantas famílias” devido à falta de trabalho ou aos conflitos internos ou os fracassos da experiência conjugal e manifestou a todos a sua proximidade, de uma vez que recordou o testemunho simples de tantas famílias “que vivem a experiência do matrimônio e do ser progenitores com alegria” e sem medo de encarar também os momentos da cruz que vivida em união com a do Senhor, não impede o caminho do amor, mas ao contrário, pode fazê-lo mais forte.
Em sua mensagem, também recordou ao Beato José Toniolo, um leigo católico que apesar das dificuldades soube percorrer caminhos profícuos “para trabalhar na busca e na construção do bem comum”, destacando que seu exemplo “constitui um estímulo sempre válido para os católicos leigos de hoje para que procurem vias eficazes para a mesma finalidade”.
Finalmente, expressou seu desejo de que esta Semana Social contribua “de modo eficaz evidenciar o laço que une o bem comum à promoção da família fundada no matrimônio, acima de preconceitos e ideologias”.

As Semanas Sociais na Itália começaram em 1907. Um de seus principais promotores foi o Beato José Toniolo. Esta é a primeira Semana Social que se celebra depois de sua beatificação realizada em 28 de abril de 2012. 
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sábado, 5 de outubro de 2013

Abertura do Ano Vocacional Diocesano - Diocese de Sobral


05 de outubro de 2013 a 30 de Agosto/2014
“O Senhor nos escolheu e nos enviou em missão”


É com muita alegria que nós, como Igreja particular de Sobral, estamos nos preparando fervorosamente para o “grande jubileu” que acontecerá em 2015 por ocasião do aniversário de 100 anos de fundação de nossa Diocese de Sobral. Por conta dessa grande festividade, já celebramos no ano passado o Ano Mariano; estamos celebrando o Ano Catequético que termina no dia 05 de outubro de 2013 e nessa data faremos a abertura do Ano Vocacional diocesano, que seguirá até 30 de Agosto/2014, com o tema: O Senhor nos escolheu e nos enviou em missão e o lema: “Eu vos escolhi e vos designei” (Jo, 15,14).

O Ano Vocacional Diocesano tem como grande objetivo ajudar a Igreja a perceber-se como “assembleia dos vocacionados”. Levará também a uma animação vocacional que inclua todas as vocações, de que a comunidade tem necessidade para cumprir a sua missão. É tempo especial em nossa Igreja diocesana para refletirmos e trabalharmos pelas vocações e também para a formação de Equipes Vocacionais nas paróquias.
Queremos também consolidar uma cultura vocacional permanente na diocese de Sobral por meio da valorização dos diferentes dons e carismas de nossas comunidades.


Com o desejo que esse tempo seja uma expressão forte do chamado de Deus em nossa diocese, juntamente com a Equipe da Pastoral Vocacional diocesana, venho solicitar o apoio de todos os presbíteros, das congregações, grupos de casais, comunidades novas e movimentos.
Para que esse ano seja um tempo de graça em nossa diocese, é necessário que cada presbítero possa assumir o compromisso de estimular os grupos de jovens, catequistas, casais e leigos/as engajados para viver com empenho e entusiasmo esse tempo vocacional em nossa diocese.
Podemos participar do Ano Vocacional de várias formas. Uma delas é usando o material que será entregue às paróquias, material este que contém cunho vocacional, catequético, celebrativo, lúdico e litúrgico. Sugiro também que rezemos em uma das missas de final de semana e nas quintas-feiras a Oração do Ano Vocacional. Não esqueçamos de usar a nossa criatividade e propor outras atividades e momentos vocacionais em nossas Paróquias e comunidades.

Que frutos o Ano Vocacional deixará para nossa Igreja?
Destaco 5 frutos deste Ano Vocacional:
* A formação equipes vocacionais nas paróquias da Arquidiocese de Curitiba mediante a disponibilização de material apropriado e visita as comunidades.
* O trabalho de despertar, discernir, cultivar e acompanhar a vocação dos iniciados na fé, das crianças, adolescentes e jovens.
* O reforço da consciência de que todos são responsáveis na animação vocacional.
* A reflexão sobre a teologia das vocações e a dimensão da missionariedade a luz do Documento de Aparecida e do Documento Geral para Ação Evangelizadora.
* O resgate da importância do batismo, como caminho de compromisso eclesial e fonte de todas as vocações.
Todos os presbíteros estão convocados para esta abertura, juntamente com caravanas de suas respectivas Paróquias e Áreas Pastorais, no dia 05 de outubro de 2013 às 17h30min no Largo de Santa Clara e São Francisco – Sobral, em frente ao Santuário São Francisco. Teremos as tendas vocacionais dos diversos grupos e Congregações que apresentarão de uma maneira criativa as diversas vocações existentes em nossa diocese. A Santa Missa será às 19h seguida de um Show com a banda Missionário Shalom.
Contamos com a participação e ajuda de todos e que tenhamos um abençoado e frutuoso Ano Vocacional.

D. Odelir José, mccj
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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

FESTA DE SÃO FRANCISO - PROJETO DE VIDA PESSOAL E FAMILIAR - PROJETO DE VIDA CRISTÃ


Desde muito jovem idealizei e tenho lutado com todas as forças para por em prática um “projeto de vida” baseado na formação cristã. Um projeto de vida nada mais é do que um conjunto de expectativas e organizações quanto ao futuro, um sonho, o que vai ser e como será.
Quando idealizamos um projeto de vida sabemos que não irá acontecer exatamente como sonhamos, pois nossas ideologias sofrem alterações com o passar dos anos, a partir do ambiente em que se vive, das amizades que se constrói, dos conhecimentos que se adquire, das habilidades e aptidões que se descobre e se desenvolve.
A minha educação teve uma influência muito grande da minha família, mas não posso deixar de destacar os ambientes que buscava, pois aprendi muito com o sofrimento de pessoas que tive relacionamentos, e isto proporcionou um sentido próprio para minha vida.
Hoje, agradeço a Deus o santos e anjos que encontrei ao longo do caminho, pessoas que me proporcionaram um contato com o sagrado, me apresentaram Jesus Cristo, a quem me apaixonei e norteei a definição do meu caminho.
Acredito que todo mundo tenha um projeto de vida. Este projeto envolve todo o seu ser, insubstituível e irrepetível (sua vida é única e não pode ser copiada). Cada pessoa já nasce com uma razão de existência, embora muita gente discorde, ela traz consigo uma missão para o bem da humanidade. É evidente que o seu projeto de vida vai ter que ser posto em prática a partir do que existe ao seu redor, porém não significa que terá que ser de acordo com o a proposta de sua sociedade.
A Humanidade está evoluindo de acordo com a evolução da Sociedade, contudo, Somos nós que formamos a sociedade e por isso temos que dar a nossa contribuição. Temos sonhos, ideais que não podem se frustrado só porque a sociedade está adentrando um caminho que não é o proposto no projeto do Reino de Deus.
Precisamos ter em mente que a sociedade é formada de famílias. Cada família é uma célula da comunidade, da igreja, da sociedade, ou seja, de toda Nação. Se a família não tiver um projeto de vida coerente, baseada em critérios cristãos que perpetue sua existência, tende a falir enquanto família e com isso toda a sociedade entrará em colapso?
A credibilidade e a fé da Igreja estão diretamente ligadas à família. A evolução de uma sociedade depende diretamente das influências que as famílias exercem sobre elas. A elevação ou decadência do mundo serão determinadas de acordo com os costumes e a moral apresentada à nossa Juventude, futuro incerto se não tiverem seu caráter moldados em hábitos virtuosos, domínio de sua temperança e escolhas adequadas do seu jeito de viver, suas possibilidades de fazer escolhas diante das oportunidades que lhes são oferecidas, optar pelas alternativas que sejam mais significativas, que correspondam mais às exigências do seu coração e de um projeto sustentável, que será perpetuado em seus filhos e nos filhos de seus filhos.
Acredito que a maior dificuldade enfrentada pela família sejam os meios de comunicação. A educação da família esta forjada em informações que são bombardeadas todos os dias dia, o dia todo, de uma maneira que as pessoas não percebem, mas vão forjando seus ideais de acordo com os ideais de uma sociedade consumista que valoriza mais o ter do que o ser. Qualifico este tipo de formação como infiltração. A família não deseja, mas quando menos espera está impregnada.
Uma família cristã precisa priorizar a atenção, os bons costumes, os momentos de presença dos membros, a conversa informal e a formal, a troca de relacionamentos e experiências, as alegrias e as tristezas, sempre com um objetivo comum.
Estes valores se contrapõem ao apelo do individualismo proposto pela mídia em geral, e são tão expressivos e de importância perene para a vida humana e familiar, valorizando e perpetuando o sentido da vida.
Muita gente fala em projeto pessoal como se fosse uma ilha e não dependesse de ninguém. Sei que os educadores e psicólogos discordam, porem afirmo que não existem projetos individuais. Todo projeto de vida requer a participação de muita gente que é envolvida direta ou indiretamente. Há uma necessidade vital que a família se una numa “empreitada de muitas mãos”, e aquele que seria um projeto pessoal torna-se familiar.

Para que fique claro, acredito que um Pai não pode ser feliz vendo a desventura dos seus filhos. Assim como também imagino que existe um peso muito grande na consciência de um filho ver a infelicidade de um pai. Chamo de egoísmo quando escuto alguém dizer: “construirei minha própria família”.  Até mesmo Deus, para modelar uma linhagem, nasceu de uma família que se uniu na confiança e no amor, formando a Sagrada Família de Nazaré, origem da Família Cristã. Um projeto de vida autenticamente cristão abre espaço para Deus, porque apenas Nele reside a garantia de um amor autêntico e duradouro, pois só Ele e Amor. O resto é paixão, e o que é pior, passageira... quando acaba, os membros partem para uma nova experiência, e cada vez se frustram mais, deixando uma semente doentia que não germinará no amor e sim na busca desenfreada do sucesso pessoal indefinido e sem perspectiva de perpetuação. 
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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

CNBB divulga cartaz e subsídios da Campanha da Fraternidade 2014: “Fraternidade e Tráfico Humano”

cartaz2014
Os subsídios da Campanha da Fraternidade 2014 já estão disponíveis nas Edições CNBB. São diversos materiais como o manual, texto base, via sacra, celebrações ecumênicas, folhetos quaresmais, CD e DVD, banner, cartaz, entre outros. Com o objetivo de trabalhar os conteúdos da campanha nas escolas, foram produzidos também subsídios de formação voltados aos jovens do ensino fundamental e médio, além de encontros catequéticos para crianças e adolescentes.
O cartaz da CF 2014, que se encontra disponível para download, traz o tema “Fraternidade e Tráfico Humano” e lema “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1). Os demais produtos podem ser adquiridos no site: www.edicoescnbb.org.br ou pelo telefone: (61) 2193.3001.
Baixe aqui o Cartaz da CF 2014.
Entenda o significado do cartaz:
1-O cartaz da Campanha da Fraternidade quer refletir a crueldade do tráfico humano. As mãos acorrentadas e estendidas simbolizam a situação de dominação e exploração dos irmãos e irmãs traficados e o seu sentimento de impotência perante os traficantes. A mão que sustenta as correntes representa a força coercitiva do tráfico, que explora vítimas que estão distantes de sua terra, de sua família e de sua gente.
2-Essa situação rompe com o projeto de vida na liberdade e na paz e viola a dignidade e os direitos do ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus. A sombra na parte superior do cartaz expressa as violações do tráfico humano, que ferem a fraternidade e a solidariedade, que empobrecem e desumanizam a sociedade.
3-As correntes rompidas e envoltas em luz revigoram a vida sofrida das pessoas dominadas por esse crime e apontam para a esperança de libertação do tráfico humano. Essa esperança se nutre da entrega total de Jesus Cristo na cruz para vencer as situações de morte e conceder a liberdade a todos. “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1), especialmente os que sofrem com injustiças, como as presentes nas modalidades do tráfico humano, representadas pelas mãos na parte inferior.
4-A maioria das pessoas traficadas é pobre ou está em situação de grande vulnerabilidade. As redes criminosas do tráfico valem-se dessa condição, que facilita o aliciamento com enganosas promessas de vida mais digna. Uma vez nas mãos dos traficantes, mulheres, homens e crianças, adolescentes e jovens são explorados em atividades contra a própria vontade e por meios violentos. (Fonte: CNBB).
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terça-feira, 1 de outubro de 2013

1º de Outubro - Santa Teresinha do Menino Jesus (de Lisieux)


A vida da santa Teresa de Lisieux, ou santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face, seu nome de religiosa e como o povo carinhosamente a prefere chamar, marca na história da Igreja uma nova forma de entregar-se à religiosidade. No lugar do medo do "Deus duro e vingador", ela coloca o amor puro e total a Jesus como um fim em si mesmo para toda a existência eterna. Um amor puro, infantil e total, como deixaria registrado nos livros "Infância espiritual" e "História de uma alma", editados a partir de seus escritos. Sua vida foi breve, mas plena de dedicação e entrega. Morreu virgem como Maria, a Mãe que venerava, e jovem como o amor que vivenciava a Jesus, pela pura ação do Espírito Santo.

Teresinha nasceu em Alençon, na França, em 2 de janeiro de 1873. Foi batizada com o nome de Maria Francisca Martin e desde então destinada ao serviço religioso, assim como suas quatro irmãs. Os pais, quando jovens, sonhavam em servir a Deus. Mas circunstâncias especiais os impediram e a mãe prometeu ao Senhor que cumpriria seu papel de genitora terrena, mas que suas filhas trilhariam o caminho da fé. E assim foi, com entusiasmada aceitação por parte de Teresinha desde a mais tenra idade.
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domingo, 29 de setembro de 2013

EDUCAR COM FORTALEZA E “DOCILIDADE DE ALMA”

PALAVRA DO MAGISTÉRIO 

     Educar é algo exigente, às vezes árduo para as nossas capacidades humanas, sempre limitadas. Mas educar torna-se uma missão maravilhosa, se for levada a cabo em colaboração com Deus, que é o primeiro e autêntico educador de cada pessoa humana.

     João Batista foi um grande educador de seus discípulos, porque os conduziu ao encontro com Jesus, de Quem tinha dado testemunho. Não se exaltou a si mesmo, não quis manter os discípulos ligados a si. E, no entanto, João era um grande profeta, e a sua fama era enorme.

     Quando Jesus chegou, ele retirou-se e indicou-O: “Depois de mim virá outro, mais poderoso do que eu ... Eu batizei-vos com água; Ele, porém, batizar-vos-á no Espírito Santo” (Mc 1, 7-8).

     O verdadeiro educador não vincula as pessoas a si mesmo, não é possessivo. Quer que o filho, ou o discípulo, aprenda a conhecer a verdade, e estabeleça com ela uma relação pessoal. O educador cumpre o seu dever até o fim, e não faz falta a sua presença atenta e fiel; mas a sua finalidade é que o educando ouça a voz da verdade falar ao seu coração, e que a siga num caminho pessoal.
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A Alegria de ser Franciscano - Venha conhecer.

Conta-se que um dia o rei francês, Carlos IX, perguntou a um poeta, qual é, no seu entender a pessoa mais feliz. O poeta respondeu: “Deus!” O rei rebateu: “Isso eu sei, mas quero saber quem é o ser mais feliz sobre a terra”. Então o poeta disse: “É simples: a pessoa mais feliz é aquela que busca aproximar-se o mais possível de Deus, isto é, a pessoa virtuosa”. Não existe virtude maior do que estar em paz com Deus, com a própria consciência e com o próximo.
Esta é uma felicidade duradoura. Os nossos antepassados nos passaram um conceito triste do Sagrado, dos santos e até do próprio Deus. Muitas pessoas acham que o ser religioso é um ser triste, melancólico, que precisa viver em constante sacrifício. O sacrifício se faz necessário, mas quando se faz por amor e não por obrigação. Lendo e meditando a Bíblia descobrimos tantos textos que exaltam a alegria e a colocam como dom do Espírito Santo, que deve ser cultivado e vivido!
Quando conheci a Ordem Franciscana no Ipu descobri uma alegria contagiante que os diferenciava de outras Pastorais. O prazer de participarem dos encontros, das viagens, do partilhar, do celebrar, do encontro com os irmãos... Então me aprofundei um pouco na história de São Francisco para descobrir de onde surgira tanta alegria em viver o Evangelho de uma maneira diferenciada.
Eu já sabia da felicidade dos santos em testemunhar a alegria de ser cristão, fazendo em primeiro lugar a vontade de Deus e assim se enriquecendo do Amor Divino. Uma vez cheio do Espírito Santo, consequentemente do Amor de Deus, o cristão transborda este amor ao seu semelhante. Fazendo o irmão feliz a pessoa se sente realizado e reflete a Felicidade de Deus.
Quem  Evangeliza leva a Boa Notícia de que Deus nos ama e nos quer salvar. Lembra-nos que o amor é a essência da vida e brota do Coração do Senhor. Quem ama contagia, reflete bondade, esperança, caridade, ainda que passe por provações. Por isso, o cristão é alguém naturalmente feliz, alegre, pois tem motivos concretos para isso. Sabe pela fé que Deus é a fonte e razão de sua alegria. Não é algo passageiro, pois sabemos pelas histórias dos santos que esta alegria é transcendental.
São Francisco de Assis é conhecido como santo alegre e bem humorado. Quando se apaixonou pelo Evangelho, deixou as riquezas e as mordomias da casa paterna, a festa com seus amigos, abandonou a segurança (aos olhos da sociedade) de um futuro garantido mas medíocre. Deu-se conta que ser jovem, ter dinheiro, conforto, família rica, festas... não lhe dava alegria, paz, felicidade...Mergulhando, passo a passo, no Evangelho, sente o amor de Deus que se revela no pobre, no necessitado, no carente, sente Deus que se revela na natureza, nas flores e plantas, nas criaturas mais insignificantes. Deixa-se amar e busca corresponder a este amor. Experimenta que Deus é tudo! Para quem vive isto, tem motivos suficientes para ter o coração em festa. Por isso todos o viam sempre alegre, cantarolando, sorridente... O desafio é imitá-lo.
O contágio do carisma Franciscano, dotado de um temperamento festivo, alegre e otimista, deu marca a alegria humana e cristã. Além disso, ele a incluiu como projeto na sua primeira regra. “Cuidem-se os frades para não se mostrarem tristes e com rosto fechado como os hipócritas, mas sim, felizes no Senhor, jubilosos e muito alegres” (Francisco de Assis).
A alegria franciscana é uma virtude cultivada nas relações fraternas. Para isso o próprio Francisco prescreveu para que a alegria fosse o clima permanente e dominante nos encontros da fraternidade. Alegria que se cultiva em ambiente de leveza e experiência celebrativa.
Venha conhecer esta alegria franciscana, conhecendo a Ordem Franciscana aqui no Ipu. É simples: entre em contato com nossa fraternidade informando o seu nome completo, endereço e, seu telefone de contato. Nós da OFS lhe daremos todas as orientações necessárias assim como informaremos local e data das reuniões da Fraternidade. Desde já, convidamos você a nos fazer uma visita, e conhecer nossos irmãos e matar todas as curiosidades para tornar-se franciscano/a secular (leigo/a casado/a ou solteiro/a) e praticar um jeito diferente de evangelizar a si próprio/a, a sua família e os irmãos e irmãs do seu convívio.
Eis as nossas coordenadas:
Ordem Franciscana Secular de Ipu,
Fraternidade de São Sebastião
Contatos:
Candida Ribeiro de Mesquita
Fone: (88) 3683-1295
Francisco Rodrigues
Fone: (88) 9606-1151
Beto
Fone: (88) 9956-1240
Ou fale com um dos irmãos que você conheça que fazem parte da Ordem Franciscana Secular.


“Um ser humano vale o que é aos olhos de Deus e nada mais.”

(São Francisco de Assis)
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