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sábado, 28 de setembro de 2013

EDUCAR PELA PRESENÇA - PAIS: MODELO DE VIRTUDES E VALORES HUMANOS

Eis o meu Pensamento.

             O Lar, a Família deve ser um pequeno pedaço do Céu na terra. A família é o centro do Universo, onde se esboçam os traços decisivos de formar a personalidade do ser; onde se vivenciam as experiências mais significativas de seu passado, buscando reunir energias e esperanças para a realização dos grandes sonhos do porvir. É no seio do lar que encontramos a felicidade para uma convivência harmoniosa de relações fraternas ou não se encontra em lugar nenhum. A paternidade e maternidade saudáveis e conscientes contribuem à maior benção para o filho e o cume da plenitude humana para os pais. Pai e Mãe se colocam como responsáveis pela educação das crianças sendo filhos ou não, ajudando-os na formação de seu caráter, acompanhando-os em sua juventude, orientando-os psicologicamente para que possam escolher sua profissão e seu estado de vida dentro de uma educação cristã e social. Desta maneira a família forma um triângulo de amor: pai , mãe e filho.
           Que cada Pai de um futuro bem próximo possa aprender proferir palavras alegres e incentivadoras para sua família. Que saibam praticar atos de bondade absoluta, tendo como regras básicas para o seu lar a cortesia e o amor, preparando-os assim para a semente da verdade. Decorem vossos lares com simpatia e ternura e seus primeiros visitantes serão os anjos da Paz e a Glória de Deus reinara em sua família. Se assim o fizerem eu lhes asseguro: “Vossos filhos aprenderão a amar-vos tanto quanto ao criador.”
            O lar cristão, estabelecido e dirigido em harmonia com o plano de Deus, é uma educação inigualável a ser assegurada aos filhos. O Testamento de um Pai para seus filhos deve ser a influência cristã, a santidade de vida perante Deus e o pertencer à Igreja de Cristo conforme sua vontade. Mt. 28, 19-20. Tudo Isto assegura que Deus estará conosco, até o dia do Juízo Final.

Eis o pensamento da igreja:
       Educar é a aventura mais fascinante e difícil da vida. Educar – na sua etimologia latina educere – significa conduzir para fora de si mesmo ao encontro da realidade, rumo a uma plenitude que faz crescer a pessoa.
         Este processo alimenta-se do encontro de duas liberdades: a do adulto e a do jovem. Isto exige a responsabilidade do discípulo, que deve estar disponível para se deixar guiar no conhecimento da realidade, e a do educador, que deve estar disposto a dar-se a si mesmo. Mas, para isso, não bastam meros dispensadores de regras e informações; são necessárias testemunhas que saibam ver mais longe do que os outros, porque a sua vida abraça espaços mais amplos. A testemunha é alguém que, primeiro, vive o caminho que propõe.

          Vivemos em um mundo em que a família e a própria vida se veem constantemente ameaçadas e, não raro, destroçadas. Condições de trabalho frequentemente pouco compatíveis com as responsabilidades familiares, preocupações com o futuro, ritmos frenéticos no cotidiano, emigração à procura de um adequado sustento, quando não em busca da própria e sobrevivência, acabam por tornar difícil a possibilidade de assegurar aos filhos um dos bens mais preciosos: a presença dos pais. Uma presença, que permita compartilhar de forma cada vez mais profunda, o caminho para a bem aventurança, a fim de poder transmitir a experiência e as certezas adquiridas com os anos – o que só se torna viável com a presença dos pais mais constante junto aos filhos.

         Quero dizer aos pais para não desanimarem! Com exemplos da sua vida, induzam os filhos a colocar a esperança antes de tudo em Deus, o único de quem surgem justiça e paz autênticas. Fonte: Hora da Família 2013.