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domingo, 29 de setembro de 2013

EDUCAR COM FORTALEZA E “DOCILIDADE DE ALMA”

PALAVRA DO MAGISTÉRIO 

     Educar é algo exigente, às vezes árduo para as nossas capacidades humanas, sempre limitadas. Mas educar torna-se uma missão maravilhosa, se for levada a cabo em colaboração com Deus, que é o primeiro e autêntico educador de cada pessoa humana.

     João Batista foi um grande educador de seus discípulos, porque os conduziu ao encontro com Jesus, de Quem tinha dado testemunho. Não se exaltou a si mesmo, não quis manter os discípulos ligados a si. E, no entanto, João era um grande profeta, e a sua fama era enorme.

     Quando Jesus chegou, ele retirou-se e indicou-O: “Depois de mim virá outro, mais poderoso do que eu ... Eu batizei-vos com água; Ele, porém, batizar-vos-á no Espírito Santo” (Mc 1, 7-8).

     O verdadeiro educador não vincula as pessoas a si mesmo, não é possessivo. Quer que o filho, ou o discípulo, aprenda a conhecer a verdade, e estabeleça com ela uma relação pessoal. O educador cumpre o seu dever até o fim, e não faz falta a sua presença atenta e fiel; mas a sua finalidade é que o educando ouça a voz da verdade falar ao seu coração, e que a siga num caminho pessoal.
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A Alegria de ser Franciscano - Venha conhecer.

Conta-se que um dia o rei francês, Carlos IX, perguntou a um poeta, qual é, no seu entender a pessoa mais feliz. O poeta respondeu: “Deus!” O rei rebateu: “Isso eu sei, mas quero saber quem é o ser mais feliz sobre a terra”. Então o poeta disse: “É simples: a pessoa mais feliz é aquela que busca aproximar-se o mais possível de Deus, isto é, a pessoa virtuosa”. Não existe virtude maior do que estar em paz com Deus, com a própria consciência e com o próximo.
Esta é uma felicidade duradoura. Os nossos antepassados nos passaram um conceito triste do Sagrado, dos santos e até do próprio Deus. Muitas pessoas acham que o ser religioso é um ser triste, melancólico, que precisa viver em constante sacrifício. O sacrifício se faz necessário, mas quando se faz por amor e não por obrigação. Lendo e meditando a Bíblia descobrimos tantos textos que exaltam a alegria e a colocam como dom do Espírito Santo, que deve ser cultivado e vivido!
Quando conheci a Ordem Franciscana no Ipu descobri uma alegria contagiante que os diferenciava de outras Pastorais. O prazer de participarem dos encontros, das viagens, do partilhar, do celebrar, do encontro com os irmãos... Então me aprofundei um pouco na história de São Francisco para descobrir de onde surgira tanta alegria em viver o Evangelho de uma maneira diferenciada.
Eu já sabia da felicidade dos santos em testemunhar a alegria de ser cristão, fazendo em primeiro lugar a vontade de Deus e assim se enriquecendo do Amor Divino. Uma vez cheio do Espírito Santo, consequentemente do Amor de Deus, o cristão transborda este amor ao seu semelhante. Fazendo o irmão feliz a pessoa se sente realizado e reflete a Felicidade de Deus.
Quem  Evangeliza leva a Boa Notícia de que Deus nos ama e nos quer salvar. Lembra-nos que o amor é a essência da vida e brota do Coração do Senhor. Quem ama contagia, reflete bondade, esperança, caridade, ainda que passe por provações. Por isso, o cristão é alguém naturalmente feliz, alegre, pois tem motivos concretos para isso. Sabe pela fé que Deus é a fonte e razão de sua alegria. Não é algo passageiro, pois sabemos pelas histórias dos santos que esta alegria é transcendental.
São Francisco de Assis é conhecido como santo alegre e bem humorado. Quando se apaixonou pelo Evangelho, deixou as riquezas e as mordomias da casa paterna, a festa com seus amigos, abandonou a segurança (aos olhos da sociedade) de um futuro garantido mas medíocre. Deu-se conta que ser jovem, ter dinheiro, conforto, família rica, festas... não lhe dava alegria, paz, felicidade...Mergulhando, passo a passo, no Evangelho, sente o amor de Deus que se revela no pobre, no necessitado, no carente, sente Deus que se revela na natureza, nas flores e plantas, nas criaturas mais insignificantes. Deixa-se amar e busca corresponder a este amor. Experimenta que Deus é tudo! Para quem vive isto, tem motivos suficientes para ter o coração em festa. Por isso todos o viam sempre alegre, cantarolando, sorridente... O desafio é imitá-lo.
O contágio do carisma Franciscano, dotado de um temperamento festivo, alegre e otimista, deu marca a alegria humana e cristã. Além disso, ele a incluiu como projeto na sua primeira regra. “Cuidem-se os frades para não se mostrarem tristes e com rosto fechado como os hipócritas, mas sim, felizes no Senhor, jubilosos e muito alegres” (Francisco de Assis).
A alegria franciscana é uma virtude cultivada nas relações fraternas. Para isso o próprio Francisco prescreveu para que a alegria fosse o clima permanente e dominante nos encontros da fraternidade. Alegria que se cultiva em ambiente de leveza e experiência celebrativa.
Venha conhecer esta alegria franciscana, conhecendo a Ordem Franciscana aqui no Ipu. É simples: entre em contato com nossa fraternidade informando o seu nome completo, endereço e, seu telefone de contato. Nós da OFS lhe daremos todas as orientações necessárias assim como informaremos local e data das reuniões da Fraternidade. Desde já, convidamos você a nos fazer uma visita, e conhecer nossos irmãos e matar todas as curiosidades para tornar-se franciscano/a secular (leigo/a casado/a ou solteiro/a) e praticar um jeito diferente de evangelizar a si próprio/a, a sua família e os irmãos e irmãs do seu convívio.
Eis as nossas coordenadas:
Ordem Franciscana Secular de Ipu,
Fraternidade de São Sebastião
Contatos:
Candida Ribeiro de Mesquita
Fone: (88) 3683-1295
Francisco Rodrigues
Fone: (88) 9606-1151
Beto
Fone: (88) 9956-1240
Ou fale com um dos irmãos que você conheça que fazem parte da Ordem Franciscana Secular.


“Um ser humano vale o que é aos olhos de Deus e nada mais.”

(São Francisco de Assis)
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sábado, 28 de setembro de 2013

EDUCAR PELA PRESENÇA - PAIS: MODELO DE VIRTUDES E VALORES HUMANOS

Eis o meu Pensamento.

             O Lar, a Família deve ser um pequeno pedaço do Céu na terra. A família é o centro do Universo, onde se esboçam os traços decisivos de formar a personalidade do ser; onde se vivenciam as experiências mais significativas de seu passado, buscando reunir energias e esperanças para a realização dos grandes sonhos do porvir. É no seio do lar que encontramos a felicidade para uma convivência harmoniosa de relações fraternas ou não se encontra em lugar nenhum. A paternidade e maternidade saudáveis e conscientes contribuem à maior benção para o filho e o cume da plenitude humana para os pais. Pai e Mãe se colocam como responsáveis pela educação das crianças sendo filhos ou não, ajudando-os na formação de seu caráter, acompanhando-os em sua juventude, orientando-os psicologicamente para que possam escolher sua profissão e seu estado de vida dentro de uma educação cristã e social. Desta maneira a família forma um triângulo de amor: pai , mãe e filho.
           Que cada Pai de um futuro bem próximo possa aprender proferir palavras alegres e incentivadoras para sua família. Que saibam praticar atos de bondade absoluta, tendo como regras básicas para o seu lar a cortesia e o amor, preparando-os assim para a semente da verdade. Decorem vossos lares com simpatia e ternura e seus primeiros visitantes serão os anjos da Paz e a Glória de Deus reinara em sua família. Se assim o fizerem eu lhes asseguro: “Vossos filhos aprenderão a amar-vos tanto quanto ao criador.”
            O lar cristão, estabelecido e dirigido em harmonia com o plano de Deus, é uma educação inigualável a ser assegurada aos filhos. O Testamento de um Pai para seus filhos deve ser a influência cristã, a santidade de vida perante Deus e o pertencer à Igreja de Cristo conforme sua vontade. Mt. 28, 19-20. Tudo Isto assegura que Deus estará conosco, até o dia do Juízo Final.

Eis o pensamento da igreja:
       Educar é a aventura mais fascinante e difícil da vida. Educar – na sua etimologia latina educere – significa conduzir para fora de si mesmo ao encontro da realidade, rumo a uma plenitude que faz crescer a pessoa.
         Este processo alimenta-se do encontro de duas liberdades: a do adulto e a do jovem. Isto exige a responsabilidade do discípulo, que deve estar disponível para se deixar guiar no conhecimento da realidade, e a do educador, que deve estar disposto a dar-se a si mesmo. Mas, para isso, não bastam meros dispensadores de regras e informações; são necessárias testemunhas que saibam ver mais longe do que os outros, porque a sua vida abraça espaços mais amplos. A testemunha é alguém que, primeiro, vive o caminho que propõe.

          Vivemos em um mundo em que a família e a própria vida se veem constantemente ameaçadas e, não raro, destroçadas. Condições de trabalho frequentemente pouco compatíveis com as responsabilidades familiares, preocupações com o futuro, ritmos frenéticos no cotidiano, emigração à procura de um adequado sustento, quando não em busca da própria e sobrevivência, acabam por tornar difícil a possibilidade de assegurar aos filhos um dos bens mais preciosos: a presença dos pais. Uma presença, que permita compartilhar de forma cada vez mais profunda, o caminho para a bem aventurança, a fim de poder transmitir a experiência e as certezas adquiridas com os anos – o que só se torna viável com a presença dos pais mais constante junto aos filhos.

         Quero dizer aos pais para não desanimarem! Com exemplos da sua vida, induzam os filhos a colocar a esperança antes de tudo em Deus, o único de quem surgem justiça e paz autênticas. Fonte: Hora da Família 2013.

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Discurso do Papa Francisco aos catequistas - 27/09/2013


DISCURSO

Discurso do Papa aos catequistas na Jornada dos Catequistas no Vaticano, por ocasião do Ano da Fé
Sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Queridos catequistas,

Estou feliz que no Ano da Fé haja este encontro para vocês: a catequese é um pilar para a educação da fé, e precisamos de bons catequistas! Obrigada por este serviço à Igreja e na Igreja. Mesmo se às vezes possa ser difícil, trabalha-se tanto, empenha-se e não se veem os resultados desejados, educar na fé é belo! Ajudar as crianças, os rapazes, os jovens, os adultos a conhecer e a amar sempre mais o Senhor é uma das aventuras educativas mais belas, constrói-se a Igreja! “Ser” catequistas! Vejam bem, não disse “fazer” os catequistas, mas “sê-lo”, porque envolve a vida. Conduz-se ao encontro com Jesus com as palavras e com a vida, com o testemunho. E “ser” catequistas requer amor, amor sempre mais forte por Cristo, amor pelo seu povo santo. E este amor, necessariamente, parte de Cristo.

O que significa este partir de Cristo para um catequista, para vocês, também para mim, porque também eu sou um catequista?

1. Primeiro de tudo, partir de Cristo significa ter familiaridade com Ele. Jesus o recomenda com insistência ao discípulos na Última Ceia, quando estava prestes a viver o dom mais alto do amor, o sacrifício da Cruz. Jesus utiliza a imagem da videira e dos ramos e diz: permaneçam no meu amor, permaneçam ligados a mim, como o ramo está ligado à videira. Se somos unidos a Ele, podemos dar frutos, e esta é a familiaridade com Cristo.

A primeira coisa, para um discípulo, é estar com o Mestre, escutá-lo, aprender com Ele. E isto vale sempre, é um caminho que dura toda a vida! Para mim, por exemplo, é muito importante permanecer diante do Tabernáculo; é um estar na presença do Senhor, deixar-se olhar por Ele. E isto aquece o coração, mantém aceso o fogo da amizade, te faz sentir que Ele verdadeiramente te olha, está próximo a você e te quer bem. Entendo que para vocês não é assim simples: especialmente para quem é casado e tem filhos, é difícil encontrar um tempo longo de calma. Mas, graças a Deus, não é necessário fazer tudo do mesmo modo; na Igreja há variedade de vocações e variedade de formas espirituais; o importante é encontrar o modo adequado para estar com o Senhor; e isto se pode, é possível em toda etapa da vida. Neste momento, cada um pode se perguntar: como vivo este “estar” com Jesus? Tenho aqueles momentos em que permaneço na sua presença, em silêncio, deixo-me guiar por Ele? Deixo que o seu fogo aqueça o meu coração? Se no nosso coração não há o calor de Deus, do seu amor, da sua ternura, como podemos nós, pobres pecadores, aquecer os corações dos outros?

2. O segundo elemento é este: partir de Cristo significa imitá-Lo no sair de si e ir ao encontro do outro. Esta é uma experiência bela, e um pouco paradoxal. Por que? Porque quem coloca no centro da própria vida Cristo sai do centro! Mais se une a Jesus e Ele se torna o centro da tua vida, mais Ele te faz sair de ti mesmo, te descentraliza e te abre aos outros. Este é o verdadeiro dinamismo do amor, este é o movimento do próprio Deus! Deus é o centro, mas é sempre doação de si, relação, vida que se comunica... Assim nos tornamos também nós se permanecemos unidos a Cristo, Ele nos faz entrar neste dinamismo do amor. Onde há verdadeira vida em Cristo, há abertura ao outro, há saída de si para ir ao encontro do outro em nome de Cristo.

O coração do catequista vive sempre esse movimento de "sístole – diástole": união com Jesus, encontro com o outro. Sístole – diástole. Se falta um destes dois movimentos não bate mais, não vive. Recebe como dom o Kerigma, e por sua vez o oferece como dom. É esta a natureza do próprio Kerigma: é um dom que gera missão, que impulsiona sempre para fora de si mesmo. São Paulo dizia: “O amor de Cristo nos impulsiona”, mas este  “nos impulsiona”, pode se traduzir também em “nos possui”. É assim: o amor te atrai e te envia, te toma e te doa aos outros. Nesta tensão se move o coração do cristão, em particular o coração do catequista: união com Jesus e encontro com o outro? Se alimenta no relacionamento com Ele, mas para levá-Lo aos outros? Eu digo uma coisa para vocês: eu não entendo como um catequista pode permanecer parado, sem este movimento.

3. O terceiro elemento está sempre nessa linha: partir de Cristo significa não ter medo de ir com eles às periferias. Me vem à mente a história de Jonas, uma figura verdadeiramente interessante, especialmente nos nosso tempos de mudanças e incertezas. Jonas é um homem piedoso, com um a vida tranquila e organizada, isso o leva a ter os seus esquemas bem claros e a julgar tudo e todos com estes esquemas, de modo rígido. Por isso, quando o Senhor o chama e lhe diz para ir a Nínive, a grande cidade pagã, Jonas não quer ir. Nínive está fora de seus esquemas, é a periferia de seu mundo. E então, ele escapa, foge, embarca em um navio que vai para longe. Releiam o livro de Jonas! É breve, mas é uma palavra muito instrutiva, especialmente para nós que estamos na Igreja.

Que coisa nos ensina? Nos ensina a não ter medo de sair dos nosso esquemas para seguir a Deus, porque Deus vai sempre além, Deus não tem medo das periferias. Deus é sempre fiel e criativo, não é fechado e por isso nunca é rígido, nos acolhe, nos vem ao encontro, nos compreende. Para ser fiel, para ser criativo, é necessário saber mudar. Para permanecer com Deus necessita saber sair, não ter medo de sair. Se um catequista se deixa dominar pelo medo, é um covarde; se um catequista está tranquilo ele acaba sendo uma estátua de museu; se um catequista é rígido se torna encarquilhado  e estéril. Pergunto a vocês: alguém quer ser um covarde, estátua de museu ou estéril?

Mas atenção! Jesus não diz: ide, e se virem. Não! Jesus disse: Ide, eu estou convosco! Essa é a nossa beleza e a nossa força. Se nós partimos, se saímos para levar o seu  Evangelho com amor, com verdadeiro espírito apostólico, com parresia, Ele caminha conosco, nos precede, é o primeiro sempre. Vocês aprenderam o sentido dessa palavra. E isso é fundamental para nós: Deus sempre nos precede! Quando pensamos estar longe, em uma  extrema periferia, e talvez temos um pouco de temor, na verdade Ele já está lá. Jesus nos espera no coração daquele irmão, em sua carne ferida, em sua vida oprimida, em sua alma sem fé. Jesus está ali, naquele irmão. Ele sempre nos precede.

Caros catequistas, digo a vocês obrigado por aquilo que fazem, mas, sobretudo, porque vocês estão na Igreja, no Povo de Deus em caminho. Permaneçamos com Cristo, procuremos ser sempre uma  só coisa com Ele; O sigamos imitando-O em seu movimento de amor, no seu ir ao encontro do homem; e saiamos, abramos as portas, tenhamos a audácia de trilhar novas estradas para o anúncio do Evangelho! 

Fonte Capa CN Notícias
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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

VALORES QUE PERMANECEM - MEMÓRIA DA EDUCAÇÃO DOS FILHOS NA FÉ

Ninguém é igual a ninguém. Sendo assim, a educação dada aos filhos também não são iguais, pois cada um traz na memória, relapsos da educação recebida de seus pais. Em minha opinião o que mais afeta a educação familiar é a tentativa de interferência da sociedade, não na formação familiar, mas na obrigatoriedade de cumprir certas leis que só atrapalham a formação moral das crianças. As mudanças se dão de diversas formas, e conforme os filhos forem afetados reagirão em conflito consigo mesmo na tentativa de suprir ou mudar a maneira de educar.



As mudanças devem acontecer para melhorar a convivência familiar, contudo os valores humanos e cristãos do amor responsável para a felicidade permanecem atualíssimos: a prática da liberdade racional, do respeito mútuo, do valor da fé, da obediência a Deus e ainda, o senso de dever e direito dos pais na educação dos filhos.
No passado os pais eram referencia para os filhos. Avaliava-se a índole de uma pessoa pelo pai. Hoje, a formação apresentada pela sociedade tenta afastar a autoridade dos pais, deixando os filhos a mercê da mesma sociedade que vai marginaliza-los se não acompanhar os padrões do consumismo imediato. Perdemos nossa autoridade de Pais para sermos reféns dos nossos filhos. A afetividade também se modificou, caracterizada antes por sentimentos fortes, altamente elaborados, justificados e duradouros, mas contidos por normas severas, desloca-se para a expressão livre, momentânea, sem referência, de estados emotivos exagerados.
O que antes chamávamos de disciplina hoje é rotulado de posse, domínio, exploração dos filhos. As companhias que os nossos filhos mantém hoje, os seus hábitos e princípios adotados, demonstra o tipo de vida que serão induzidos e o tipo de sociedade que teremos no futuro.
O Lar, a Família deve ser um pequeno pedaço do Céu na terra. A família é o centro do Universo, onde se esboçam os traços decisivos de formar a personalidade do ser; onde se vivenciam as experiências mais significativas de seu passado, buscando reunir energias e esperanças para a realização dos grandes sonhos do porvir. É no seio do lar que encontramos a felicidade para uma convivência harmoniosa de relações fraternas ou não se encontra em lugar nenhum.
A paternidade e maternidade saudáveis e conscientes contribuem à maior benção para o filho e o cume da plenitude humana para os pais. Pai e Mãe se colocam como responsáveis pela educação das crianças sendo filhos ou não, ajudando-os na formação de seu caráter, acompanhando-os em sua juventude, orientando-os psicologicamente para que possam escolher sua profissão e seu estado de vida dentro de uma educação cristã e social. Desta maneira a família forma um triângulo de amor: pai, mãe e filho.
Nunca foi e nunca será ultrapassado dar uma boa educação a seus filhos, baseado na moral, amor, obediência e bons relacionamentos. Procuro educar meus filhos sempre pensando na educação recebida de meus pais, principalmente no que diz respeito a fé.
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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

DESAFIOS CRISTÃOS NA EDUÇÃO DOS FILHOS NA FÉ

 Esta é a catequese que fazemos na segunda novena de São Francisco, com meditações tiradas da hora da família. Ainda temos um reforço missionário antes da novena com a exibição de um vídeo da Campanha Missionária 2013, Juventude em missão.
       Vocês não são do mundo, mas eu os escolhi. (Jo 15:19) Sabemos que não somos deste mundo, mas é nele que vivemos e talvez por necessidades ou conveniência participamos das coisas deste mundo. Todos os dias somos atacados pela evolução da sociedade com propostas irresistíveis, principalmente aos jovens para afastarem-se de Deus.  As dificuldades da vida,  diversos motivos nos levam a abandonar o evangelho e tentam nos desanimar para que possamos abandonar os nossos objetivos.

A sociedade em que vivemos está seriamente marcada por contrastes e mudanças rápidas, modismos, crises de valores e de padrões, atingindo diretamente a estrutura familiar. As crianças, adolescentes e jovens são os mais atacados, principalmente pela liberdade precoce que os pais estão dando aos seus filhos. A Igreja doméstica que sonhamos está longe de acontecer na maioria  dos ambientes familiares. Os pais, em sua maioria, estão perplexos, se sentindo atados, sem saber como agir diante dos desafios encontrados para educar seus filhos, principalmente no que diz respeito a educação da fé.
Os Pais não podem ficar sentados no sofá, assistindo tv, enquanto seus filhos aderem a tantas realidades contraditórias. Com tantos desafios que a família está enfrentando só vemos uma maneira: Investirmos em uma Pastoral Familiar que adentre os lares e seduzam as famílias para um propósito de vida mais coerente com a proposta do Evangelho. A catequese precisa em primeiro lugar atingir os pais. Ensina-nos o DNC: “Não se pode imaginar uma catequese com jovens, adolescentes e crianças sem um trabalho específico com os pais”. O envolvimento de Cenáculos, grupos de oração e novenas em família tem que passarem de simples orações pré-paradas, para meditações da vida de acordo com os valores cristãos. A catequese familiar é insubstituível: “catequistas que ensinam pelo exemplo, sensibilização e pratica da fé”. Mas para chegar a isso, devemos fazer um longo caminho, principalmente na formação de nossos catequistas, pois o trabalho que eles terão que desenvolver será de muito carinho, sensibilidade, dedicação e persistência.
A prioridade dos educadores da fé, a partir dos pais está no fazer catequético. A catequese precisa sair das salas para adentrar os lares, o seio da família, pois é neste ambiente que brota a disponibilidade e a educação para a vivência da religiosidade. “De fato, a catequese familiar precede, acompanha e enriquece todas as outras formas de catequese”(DGC, n. 226; CT, n. 68). A catequese precisa aliar-se à família, unindo a educação familiar à educação para os valores do Evangelho, conduzindo-os até o ponto em que a própria vida de família se torna itinerário de fé e escola de vida cristã. Os encontros de famílias para meditação e oração devem tornar-se rotina em nossas comunidades.
A sociedade evolui conforme a evolução da família. Se a instituição familiar vier a falir toda a sociedade entrará em colapso e isto é um fato. Tudo isto porque a sociedade é formada de famílias. Cada família é uma célula da comunidade, da igreja, da sociedade, ou seja, de toda Nação. A credibilidade e a fé da Igreja estão diretamente ligadas à família. A evolução de uma sociedade depende diretamente das influências que a famílias exercem sobre elas. A elevação ou decadência do mundo serão determinadas de acordo com os costumes e a moral apresentada à nossa Juventude, futuro incerto se não tiverem seu caráter moldados em hábitos virtuosos, domínio de sua temperança e escolhas adequadas do seu jeito de viver.
Os bispos alertam que o principal desafio que as famílias devem enfrentar na educação cristã dos seus filhos está na questão da dimensão antropológica, ou seja, a maneira, a visão, a concepção e compreensão de quem é o ser humano:
Pois existe uma ditadura do relativismo segundo o qual não existe uma verdade única, objetiva, geral para todos sobre quem é o ser humano e, por conseguinte, tampouco sobre o matrimônio e sobre a família. Essa visão relativista evidencia o individualismo, em que cada um faz o que quer e como quiser. Cada um pra si e Deus para ninguém.
A verdade é que a maioria dos pais de hoje deixam seus filhos a mercê da sociedade sem nem um vínculo familiar. Os pais criam seus filhos sem nem um esclarecimento, sem regras ou limites, sem participarem do desenvolvimento diário. Muitos pais passam dias sem ver seus filhos e acham tudo isto normal para os dias de hoje. Não sabem eles que este tipo de educação se transformará em consequências voluntariosas, intemperantes em apetites e paixões sem coerências, influenciando diretamente na formação da sociedade. A comunidade precisa responsabilizar-se pela tarefa educativa da fé das novas gerações para fortificar-se a si mesma e para que, permanentemente, ela seja renovada e dinamizada; e envolver as famílias para tal é parte inerente da missão do catequista, pois em seu ministério deve ter consciência de ser o elo entre todos os polos da comunidade cristã.
São Paulo ao escrever para a comunidade dos Romanos 12.2. diz: “E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.”   A palavra que está no original e que foi traduzida como “transformai-vos” é a mesma que é usada no relato da transfiguração de Jesus Cristo (cf. Mt 17.1,2). Daí “transformar” ser igual a “transfigurar”.  Mudar Radicalmente da água para o vinho, mas não conforme o modelo do mundo e sim conforme o modelo do homem perfeito que é Jesus.

Como São Paulo, eu não me conformo com a ditadura que a sociedade tenta impor, mascarada com as palavras de racismo e preconceito. A moral está na palavra de Deus e se for preconceito aprendi na Palavra de Deus. 
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PAI E MÃE, PRIMEIROS E AUTÊNTICOS TRANSMISSORES DA FÉ



As novenas de São Francisco na Paróquia do Ipu ficam marcadas na vida dos cristãos pelos temas abordados. O nosso Pároco aproveita os festejos para refletir o material da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família (CEPVF), da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Intitulado “Hora da Família”. É muito importante estas reflexões com a celebração pela maneira dinâmica que o Pároco apresenta.

O tema deste ano é um dos temas mais importantes para a família que quer ver os filhos crescendo em sabedoria, estatura e graça como o evangelho fala de Jesus (cf Lc 2, 52) e foi muito bem explicado na homilia do Pe Nonato, por ocasião da missa de abertura dos festejos. É uma necessidade de todo cristão para a sua realização e salvação conhecer o plano de amor que Deus deseja para todos os seus filhos, revelado e realizado em Cristo (cf 1Tm 1, 15-16). Deus através dos Apóstolos, falou de muitas formas aos nossos pais (cf Hb 1,1; todo o AT), e por Jesus Cristo (cf Hb 1, 2-4) Verbo Encarnado.
Nesta primeira novena, o tema ainda foi bem direto, sem deixar dúvidas: “PAI E MÃE, PRIMEIROS E AUTÊNTICOS TRANSMISSORES DA FÉ”. Todo Pai e Mãe tem a obrigação e o dever de incutir nos seus filhos a fé que professa através de sua igreja. Não posso aceitar um pai, a quem Deus confia uma vida, colocar nas mãos de qualquer um a educação da fé de seus filhos. Quem assim procede, não pode reclamar quando eles se desvirtuam ou se perdem por completo nas margens da sociedade.
Toda família cristã tem que se sentir e assim agir como Igreja doméstica – pai, mãe e filhos – participando da missão de Jesus, confiada à nossa Igreja. A família é fonte geradora e mantenedora de vida, assim como também a principal responsável pela transmissão da fé em Jesus, único Salvador, presente na Eucaristia. Pensando assim, a família torna-se responsável pela salvação de seus filhos. O lar cristão é o lugar ideal para a educação e o testemunho da fé e dos valores cristãos. Assim, os pais são para seus filhos os autênticos primeiros anunciadores de sua fé.

É uma preocupação minha o testemunho cristão. Para isso, cada Pai e Mãe precisa viver em primeiro lugar o discipulado missionário no seio de família, para depois levar a outros, colocando sua casa e sua família a serviço do Reino de Deus. Os pais transmitem a fé aos seus filhos com o testemunho de sua vida e com sua palavra. Todo pai ou mãe deveria ser um catequista, primeiro de seus filhos, mas sempre preocupado com sua comunidade. Fazendo de sua família uma igreja doméstica, os pais necessitam estar em estreita relação com a Paróquia e a Escola que seus filhos frequentam, interessados nos valores exercidos na mesma, se são cristãos ou não.
O Catecismo da Igreja Católica (cf. 2221-2225) nos ensina que os pais são os primeiros e autênticos responsáveis pela educação dos filhos. Testemunham esta responsabilidade, primeiro pela criação dum lar onde estão presentes a ternura, as regras, o perdão, o respeito, a fidelidade e o serviço desinteressado ... Há se os pais de nossa sociedade entendessem isso! Não teríamos tanta violência, principalmente com crianças...

A maior responsabilidade dos pais é dar bons exemplos aos filhos, e, se preciso, reconhecer diante deles os próprios defeitos, que os ajudará a serem mais capazes de os guiar e corrigir ... Disto eu não tenho dúvidas, pois o que aqui escrevo é o que vivo no meu lar.

Mas, para que tudo isto possa acontecer, os casais precisam começar por abençoar e sacramentar seus relacionamentos, pois afirmo que não pode haver graça maior do que viver em harmonia com a igreja, fazendo de sua vida conjugal um berço de amor, onde seus filhos sejam gerados no desejo de uma vida cristã. Conscientizem-se, portanto, os pais da importância da família verdadeiramente cristã na vida e no progresso do próprio Povo de Deus.
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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Abertura do Ano Vocacional em preparação para os 100 anos de criação da Diocese

A Diocese de Sobral, realizará no próximo dia 5 de outubro, na praça São Francisco, a abertura do Ano Vocacional. Este é mais um evento que marca o terceiro ano do quinquênio de preparação para os 100 anos de criação da Diocese.
Início às 17:30h
Celebração Eucarística presidida por D. Odelir
Show com a Banda Missionário Shalom

Veja o convite de Dom Odelir
 
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terça-feira, 24 de setembro de 2013

Alvorada - Abertura dos Festejos de São Francisco em Ipu

Teve início nesta terça feira, dia 24 de setembro de 2013, os festejos de São Francisco de Assis com uma alvorada festiva. Este nome de alvorada se dá por ser o início, a abertura da festa religiosa.
 Os festejos em honra a São Francisco na cidade do Ipu foi idealizado pelo Sr. Francisco das Chagas Paz, que se encontrando com sua esposa, Dona Raimunda Mello, bastante doente a ponto de não encontrar uma medicação para os seus males, resolveu fazer uma promessa com São Francisco e alcançou a graça. O Sr. Francisco das Chagas para pagar sua promessa, foi com sua família a pé para Canindé. As graças foram tantas que ao voltar, procurou Mons. Gonçalo de Oliveira Lima e pediu para o vigário celebrar a Festa ao santo protetor.
 O Senhor Paz recebeu também o apoio irrestrito dos seguintes ipuenses: Francisco Gerson Assis (Chico Gerson), Plácido Passos e Pedro César Tavares, que através de sua família, tradicionalmente enfeita a imagem do Santo das Chagas de Cristo para o dia da festa até os dias de hoje. A primeira festa ao santo  milagreiro se deu no ano de 1936 (Dados colhidos dos Arquivos de João Anastácio Martins - João Chiquinha e Valdemira Coelho – Blog Prof. Chico Melo)
A Abertura dos festejos deste ano teve  início na residência  do Sr. Dião Tavares. Muita gente a pé, motos e carros acompanharam a procissão Até a igreja Matriz, com uma breve passagem em frente ao Patronato e a Maternidade e Hospital Dr Francisco Araújo , para receberem a benção dos veículos.
Ao chegar ao patamar da Igreja Matriz, O Pároco Padre Raimundo Nonato convidou os jovens da família Tavares para o hasteamento da bandeira de São Francisco. Logo em seguida teve início a missa de abertura dos festejos.
Toda a arrecadação financeira dos festejos será direcionada para a reforma da igreja Matriz. Você pode colaborar com esta reforma de diversas maneiras: comprando ou vendendo cartelas de bingo que terá como prêmios uma moto, uma tv led29, 2 prêmios em dinheiro. Você pode adquirir as cartelas com qualquer um agente pastoral ou na secretaria da Paroquial.
Em sua Homilia, Padre Nonato falou da necessidade da Família crescer em estatura e graça diante de Deus e da sociedade. Elucidou parte por parte, cada característica crista da evolução familiar. Veja na integra, parte de sua homilia.
Amanhã, a primeira novena terá início as 19 horas com o primeiro vídeo da novena missionária “ Juventude em missão. O vídeo tem apenas 5 minutos de duração, por isso não atrase para não perder. Este vídeo faz parte da Campanha Missionária 2013.

Veja mais foto no nosso Álbum Festa de São Francisco 2013
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Campanha Missionária 2013

Por Equipe POM   
03 / Jul / 2013 00:00

Campanha Missionária 2013

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Em sintonia com a Campanha da Fraternidade (CF 2013) e a Jornada Mundial da Juventude (JMJ Rio 2013), o tema da Campanha Missionária deste ano é “Juventude em Missão”. O lema tirado do profeta Jeremias: “A quem eu te enviar, irás” (Jr 1, 7b), recorda que Deus continua a chamar e a enviar pessoas para anunciar a Boa Notícia de Jesus a todos os povos. A Missão é a principal razão de ser da nossa Igreja e seus missionários e missionárias representam uma grande riqueza. Pela Campanha Missionária, toda a comunidade cristã é convidada a renovar seu compromisso batismal em conformidade ao mandato de Jesus Cristo, “Ide fazei discípulos todas as nações” (Mt 28, 19).
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Apresentação dos subsídios

No Brasil, as Pontifícias Obras Missionárias (POM), com sede em Brasília (DF), têm a responsabilidade de organizar, todos os anos, a Campanha Missionária, na qual colaboram a CNBB por meio da Comissão para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial, a Comissão para a Amazônia e outros organismos que compõem o Conselho Missionário Nacional (COMINA). Todos os itens da Campanha já foram enviados às 276 dioceses e prelazias do Brasil para serem distribuídos entre as paróquias e comunidades.
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Novena Missionária

O livrinho da Novena contém 60 páginas de conteúdo. Para cada dia, o texto apresenta: 1) breve leitura da realidade, 2) iluminação desde a Palavra de Deus, 3) testemunho de jovens missionários, 4) reflexões, 5) orações e 6) convite ao compromisso. O objetivo é criar comunhão com os diversos aspectos da Missão e incentivar para o compromisso.
A Novena pode ser feita pelos grupos de reflexão, grupos de rua, nas casas de família, nas comunidades ou escolas.

Nas páginas centrais a Novena publica também a Mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial das Missões 2013.

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DVD

Pelo quarto ano consecutivo, a Novena vem acompanhada do DVD com destaque para os testemunhos de jovens missionários atuando em diversas frentes. Essa dinâmica tem ajudado famílias e comunidades a viverem com maior intensidade o Mês das Missões. Onde for possível, sugerimos inserir o DVD no roteiro da Novena, assistindo às narrativas do vídeo, conforme as indicações do livrinho. Pode também ser utilizado durante as homilias dominicais, reuniões das pastorais, conselhos paróquias e comunitários, grupos e movimentos, e até mesmo nos encontros de oração.
Assista aos vídeos abaixo ou direto no Youtube. CLIQUE AQUI
  
  
  
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Cartaz

Destaca o tema da Campanha Missionária 2013: “Juventude em Missão”, e o lema: “A quem eu te enviar, irás” (Jr 1, 7b). A figura do Globo recorda a dimensão Universal da Missão em todos os continentes do mundo. Os jovens a caminho, rumo ao infinito, lembram que, para a Missão além-fronteiras, a Igreja conta com a vitalidade e a generosidade da juventude. Representam ainda os missionários e missionárias que, seguindo o mandato de Jesus, colocam-se a caminho até os confins do mundo.
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Orações dos fiéis

Os quatro Folhetos Dominicais trazem informações sobre o trabalho missionário e orações dos fiéis para as celebrações dos quatro domingos do Mês das Missões. Ajudam a refletir e rezar em sintonia com a Campanha Missionária e podem ser utilizados nas missas, liturgias da Palavra, cultos, reuniões das pastorais, grupos de oração e movimentos.
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Envelopes

O envelope deve ser utilizado exclusivamente para a Coleta do Dia Mundial das Missões, feita no penúltimo domingo do mês de outubro (este ano, dias 19 e 20). As ofertas realizadas em todas as comunidades, paróquias e instituições católicas devem ser integralmente enviadas às Pontifícias Obras Missionárias (POM) que as repassam ao Fundo Universal de Solidariedade para apoiar projetos em todo o mundo.
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domingo, 15 de setembro de 2013

Dinâmica dos Discípulos de Emaús - Aprendendo com Jesus - Introdução -

O grande acontecimento seria a morte e Ressurreição do Senhor. Antes do nascer do sol o grande mistério já havia acontecido. A confirmação já havia sido anunciada a Maria Madalena, a Joana e a Maria, mãe de Tiago, porém os discípulos não acreditaram no testemunho delas. As santas mulheres foram ao sepulcro levando perfumes que tinham preparado para ungir o corpo morto de Jesus (v.1), porém não conseguiram, pois Ele já não estava morto «no primeiro dia da semana». O Sepulcro estava aberto, o corpo não se encontrava no local... Perturbadas com o caso, isto é, não sabiam o que havia acontecido, procuravam uma explicação lógica.

 Para responder aos seus anseios apareceu-lhes dois seres angelicais, de vestes resplandecentes. As palavras dos seres angélicos apresentam a ressurreição com toda a clareza, de maneira negativa: Porque buscais o Vivente entre os mortos? e de modo positivo: Não está aqui. Ressuscitou (v.5.6).
Para clarear o que apresentamos na nossa introdução, vemos que as mulheres ao retornar ao cenáculo contaram o ocorrido aos 11 apóstolos e aos demais (v. 9). Os demais eram os discípulos que se refugiavam com medo dos soldados romanos, por serem discípulos do crucificado.
Depois do anúncio da ressurreição aos Apóstolos, feito pelas mulheres (v.9-11), Pedro, para ter a certeza e superar a incredulidade dos outros Apóstolos, foi ao sepulcro, mas não encontrou nada além dos panos no chão e voltou para casa, atordoado com o sucedido (v.12). Não acreditando na Ressurreição de Jesus, esquecidos de seus ensinamentos e prevendo que seriam perseguidos por serem seus discípulos, restava-lhes o medo, a desilusão e a opção de sair de Jerusalém. Vemos aqui a desintegração da comunidade cristã. Tudo acabou, a comunidade se dispersa, não há nem alegria nem esperança.
Para nós fica claro que a evangelização é uma tarefa difícil se não estivermos iluminados pelo Espírito Santo, e isso só é possível para quem tem uma vida constante de oração. A Oração através da Palavra de Deus e a obediência ao Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo. Ele é o primeiro e grande catequista. A partir de agora vamos aprender como fazer para sermos um bom discípulo e sabermos evangelizar.
Agora teremos 7 passos que irá nos mostrar a pedagogia catequética de Jesus. Contamos com a participação de vocês. Além de estarem colaborando para o entendimento da Palavra de Deus, vão estar concorrendo a 1 Dvd com 10 filmes bíblicos em desenho animado.


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