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terça-feira, 29 de outubro de 2013

Protagonismo Laical será tema prioritário da próxima Assembleia Geral da CNBB


O protagonismo do laicato na missão da Igreja será um dos temas prioritários da Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, em 2014. Para colaborar na reflexão do episcopado, a Comissão para o Laicato da CNBB promove, de 29 a 31 de outubro, em Brasília (DF) a sexta edição do Seminário dos Bispos Referenciais para os Leigos e Comunidades Eclesiais de Base (CEBs).

Também participam do evento os assessores, representantes das CEBs, movimentos, associações, congregações religiosas e novas comunidades. As comissões episcopais para Vida e Família, Catequese, Liturgia, Cultura e Educação e Ação Missionária enviaram os representantes para o seminário. “Estamos discutindo quem é o leigo na Igreja e qual o seu papel diante dos desafios do mundo moderno”, explica o bispo de Tocantinópolis (TO) e membro da Comissão para o Laicato, dom Giovane Pereira Melo.

A reflexão se realiza no contexto da celebração dos 50 anos do Concílio Vaticano II, em que se resgatou a missão e a vocação do leigo na Igreja e no mundo. Dom Giovane conta os grandes desafios que se apresentam para a atuação do laicato. “Temos um contexto eclesial ainda bastante clericalista. E por isso, refletimos também sobre a autonomia do leigo, como ele pode ser sujeito da Igreja, vivendo a sua vocação”.

Blog da CNBB
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domingo, 13 de outubro de 2013

Segunda edição da XI Semana Catequética em Ipu

Desde o começo do mundo que Deus se comunica com o ser humano, e este por sua vez, responde com a sua fé. Deus se revela pela a Ação criadora, a Palavra que gera vida e comunica o amor pessoal pelo homem. O homem por sua vez responde com uma escuta atenta a comunicação de Deus, e assim a palavra ouvida é assimilada pela fé, numa entrega de todo o seu ser, como o fizeram diversas figuras bíblicas, Abraão, Isaac, Jacó, Moisés etc.
Esta comunicação de Deus é essencialmente interpessoal e apaixonada, pois se dá em uma troca de relacionamentos, é manifestação de Alguém a alguém. Nesta relação amorosa entre Deus e o homem, o não ouvir ou, o não responder aos apelos do Senhor, o endurecer o coração é um pecado grave com ressonância na ação evangelizadora da Igreja, pois se pode subentender que isto acontece devido uma catequese fragmentada.

A catequese é para a Igreja uma Ação Pastoral que não pode ficar omissa ao reino de Deus e aos sinais dos tempos. Ela deve ser compreendida como um elo entre a criatura e seu criador. É missão da catequese fazer ecoar a Palavra de Deus, e fazer o homem enxergar a realidade a partir da interioridade. Para que isso aconteça, a catequese precisa ser bem organizada, respeitando as exigências e os limites de cada destinatário. A principal tarefa da catequese é despertar a conversão dos catequisandos, levando-os a um amadurecimento da fé para uma transformação da vida. Para isso, a Bíblia meditada é de suma importância, pois ela ao ser comunicada deve levar aquele que escuta a uma experiência com o Cristo.
A catequese precisa ser uma verdadeira e autentica experiência com a Pessoa de Jesus Cristo. Cada catequista deve deixar A Palavra de Deus se manifestar em suas atitudes e palavras. Mas para isso, é preciso desenvolver, em nossas comunidades, um processo de iniciação à vida cristã que conduza a um encontro pessoal e prazeroso com O Cristo, ou seja, nos tornarmos uma Igreja, casa da Iniciação à vida cristã.
Preocupada com as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 2011-2015, a Paróquia do Ipu realizou a XI Semana Catequética com um estudo mais aprofundado do 5º capítulo do documento 97 para todos os catequistas da catequese infantil.  O tema foi:
Neste estudo procuraremos descobrir:
1 Os sujeitos e os agentes da Iniciação Cristã
2 O sujeito do processo de iniciação
3 Animadores da iniciação: ministérios e funções
4 A Família no processo da Iniciação à Vida Cristã
5 Os catequistas do catecumenato propriamente dito
Como houve uma ausência de 40% dos catequistas, Padre Raimundo Nonato, vai proporcionar mais uma oportunidade para estes catequistas colocarem sua formação dentro da Ação Evangelizadora da Igreja, a saber:
1) Igreja em estado permanente de missão (MISSÁO)
2)      Igreja: casa da Iniciação á vida cristã (PALAVRA/SACRAMENTOS)
3)      Igreja: lugar de animação bíblica da vida e da pastoral (PALAVRA)
4)      Igreja: comunidade de comunidades (COMUNIDADE)
5) Igreja a serviço da vida plena para todos. (SÓCIO-TRANSFORMADORA)

Dando destaque a segunda e terceira urgência, ele oferece aos catequistas a oportunidade de aprender com Jesus os passos de um discipulado autêntico, catequisando-se para uma Iniciação a Vida cristã onde se faz necessário um retornar à comunidade, assumir a missão a partir do encontro pessoal com Ele (Jesus) na pessoa do pobre e na presença Real na Eucaristia, mantendo assim a sua identidade de Discípulo Missionário. Esta segunda oportunidade esta sendo colocada a disposição dos catequistas pelo valor que nosso Pároco dá a formação dos seus agentes pastorais para o trabalho evangelizador, principalmente dentro da catequese, já que a mesma deve ser a base da formação cristã.
Esta segunda edição da XI Semana catequética vai acontecer neste próximo final de semana, dias 19 e 20 de Outubro no Auditório do Patronato Sousa Carvalho.  O encontro terá início as 7 horas do sábado, encerando-se as 12 horas do domingo.

Queremos lembrar que a Caminhada de Jesus com os discípulos de Emaús é um modelo de INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ. Jesus é “A Palavra de Deus” – “O Verbo Encarnado” - a resposta para todos os problemas humanos. A Pedagogia Catequética de Jesus com os discípulos de Emaús é um modelo catequético a ser seguido pela catequese que deseja colher frutos para este desafio que a igreja nos apresenta.


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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Abertas as inscrições para Curso à distância sobre a Campanha da Fraternidade 2014

cartaz2014Tem início, no dia 30 de setembro, o Curso à distância sobre os conteúdos do Texto Base da Campanha da Fraternidade (CF) 2014, que terá como tema “Fraternidade e Tráfico Humano” e lema “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1). O curso é uma novidade e conta com a supervisão da equipe executiva da CF,  da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). 
O secretário executivo da CF, padre Luiz Carlos Dias, explica que o objetivo do curso é “oferecer uma nova modalidade de capacitação sobre os conteúdos da Campanha da Fraternidade e, assim, contribuir com a formação que ocorre nos regionais e em várias dioceses do Brasil”.
O curso será oferecido em quatro módulos, com total de 40 horas e duração de 40 dias. Abordará especificamente o Texto Base da CF 2014, focado no método: Ver, Julgar e Agir. As unidades do curso são: 1-) O tráfico humano no contexto da globalização, com foco na mobilidade e trabalho e as formas de enfrentamento ao tráfico humano, 2-) A iluminação no Antigo e Novo Testamento, 3-) Propostas para o enfrentamento do tráfico humano e canais de denúncia e 4-) Histórico e sentido da Campanha da Fraternidade no Brasil.
Durante o curso os participantes terão contato com as práticas de tráfico humano em suas várias formas, com condições de denunciar as situações de tráfico e de como agir concretamente nestes casos. “A CNBB tem buscado meios para cumprir a missão de capacitar os agentes que atuam nas pastorais para que estejam cada vez mais preparados”, destaca padre Luiz Dias.
As inscrições podem ser feitas pelo site: www.solarconsultoria.com
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terça-feira, 8 de outubro de 2013

Dia do Nascituro encerra Semana Nacional da Vida

nascituroO dia 8 de outubro de cada ano é dedicado aos nascituros Em homenagem ao novo ser humano, à criança que ainda vive dentro da barriga da mãe. A data conhecida como Dia do Nascituro, foi uma decisão da 43ª Assembleia Geral, realizada em 2005, em Itaici (SP), e marca o encerramento da Semana Nacional da Vida, que ocorre de 1º a 7 de outubro. Neste período, dioceses e comunidades de todo Brasil organizam atividades e celebrações em prol da vida.
De acordo do o secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, o momento é importante para suscitar a reflexão sobre o valor da vida. “A Semana Nacional da Vida e o Dia do Nascituro são ocasiões para que toda a Igreja continue afirmando sua posição favorável à vida desde o seio materno até o seu fim natural, bem como a dignidade da mulher e a proteção das crianças”, afirma.
dom petrini1Uma iniciativa que visa proteger, defender e valorizar a vida humana é o abaixo-assinado pela aprovação do projeto de lei 478/2007, conhecido como Estatuto do Nascituro. O bispo de Camaçari (BA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a vida e a Família (CEPVF), da CNBB, dom João Carlos Petrini, enviou uma carta aos bispos e arcebispos do Brasil para que, em suas respectivas localidades, promovam a coleta de assinaturas para aprovação do projeto.
O presidente da comissão sugere que atividades públicas, e também no âmbito da comunidade, sejam feitas para coletar assinaturas em favor da aprovação do Estatuto do Nascituro, na Câmara dos Deputados, em apoio aos deputados que pedem a alteração da lei 12845/2013, que visa atendimento obrigatório a vítimas de violência sexual, mas que obriga também a administração da pílula do dia seguinte (pílula abortiva). Para coleta de assinaturas clique aqui.
“O ser humano que é gerado no ventre de uma mulher, com a participação de um homem, não é fabricado por aquele homem e aquela mulher, não é um produto que eles produzem, é sempre uma criatura de Deus. O homem e a mulher são apenas instrumentos de uma vontade criadora infinitamente maior, a vontade de Deus, que nos quer, e quer a nossa vida”, explica o bispo.
Ainda, segundo dom Petrini, “a vida é um dom de inestimável valor, feito de amor e ternura infinita, porque a vida humana é relação com o Mistério Infinito, Eterno e Criador que a quer e a ama. Trata-se de um dom inegociável tanto no mercado quanto nos parlamentos”, afirmou.
padre.rafael.fornasierPara o assessor da CEPVF, padre Rafael Fornasier, a aprovação do projeto é necessária, uma vez que a lei defende a vida da criança após o nascimento, mas não a protege no útero materno. “O Estatuto do Nascituro é projeto de lei que quer reforçar os direitos garantidos na Constituição Federal, também para a criança ainda no ventre materno, de tal maneira que o aborto não seja legalizado no Brasil, por desconsiderar a criança no ventre materno”, explica o padre.
O abaixo assinado, para a aprovação do Estatuto do Nascituro deve ser encaminhado ao Congresso Nacional. “As assinaturas serão entregues ao possível relator do projeto de lei, como uma forma de demonstração de que há muita gente contrária ao aborto no Brasil, e quer uma defesa mais clara, da criança no ventre materno e da mulher”, explica padre Rafael Fornasier.
Coleta de assinaturas
dompetriniiiiEm carta enviada aos bispos e arcebispos do Brasil, dom João Carlos Petrini, pede para que atividades públicas, e também no âmbito da comunidade, sejam realizadas para coletar assinaturas em favor da aprovação do Estatuto do Nascituro (PL 478/2007), na Câmara dos Deputados, em apoio aos deputados que pedem a alteração da lei 12845/2013, que visa atendimento obrigatório a vítimas de violência sexual, mas que obriga também a administração da pílula do dia seguinte (pílula abortiva).
“A vida é um dom de inestimável valor, feito de amor e ternura infinita, porque a vida humana é relação com o Mistério Infinito, Eterno e Criador que a quer e a ama. Trata-se de um dom inegociável tanto no mercado quanto nos Parlamentos”, afirmou o presidente da CEPVF.
Logo após a SNV, no dia 8, acontece o Dia do Nascituro, data que celebra os direitos à proteção da vida e da saúde, à alimentação, ao respeito e a um nascimento sadio, do novo ser humano, a criança que ainda vive dentro da barriga da mãe. Junto à SNV, o Dia do nascituro fecha o período que objetiva suscitar nas consciências, nas famílias e na sociedade, o reconhecimento do sentido e valor da vida humana em todos os seus momentos.
Assista o vídeo de dom Petrini sobre a Semana Nacional da Vida, clicando aqui.
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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Promover a família beneficiará a todos, afirma o Papa

Vaticano, 14 Set. 13 / 08:00 am (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco enviou uma mensagem aos participantes da 47ª Semana Social dos católicos italianos iniciada nesta quinta-feira na cidade de Turim (Itália) e os chamou a “evidenciar o laço que une o bem comum à promoção da família fundada no matrimônio“. A mensagem foi dirigida ao Presidente da Conferência Episcopal Italiana (CEI), Cardeal Angelo Bagnasco, e nele Francisco recorda que a família é uma escola privilegiada de generosidade que educa a superar o individualismo que existe na sociedade.

A família, indicou o Papa, é mais que um tema, é vida, “é caminho de gerações que se transmitem a fé junto com o amor”, “é fadiga, paciência, e também projeto, esperança e futuro”. E tudo isto se converte em levedura cada dia na massa de toda a sociedade para o seu maior bem comum. Além disso, o futuro da mesma sociedade está enraizado nos jovens e nos anciões, que são a memória viva.
Por isso, advertiu que “um povo que não se ocupa dos anciões, das crianças e dos jovens não tem futuro”.
Sobre a Igreja, indicou que esta oferece “uma concepção da família que é a do livro do Gênesis, da unidade na diferença entre homem e mulher” e como tal “merece ser sustentada eficazmente”.
Nesse sentido, advertiu que as consequências das eleições culturais e políticas que se referem à família afetam os diversos âmbitos da vida de um país: desde o problema demográfico às demais questões referentes ao trabalho até a mesma “visão antropológica que está na base de nossa civilização”.
Conforme informou a Rádio Vaticano, o Santo Padre reconheceu “os sofrimentos de tantas famílias” devido à falta de trabalho ou aos conflitos internos ou os fracassos da experiência conjugal e manifestou a todos a sua proximidade, de uma vez que recordou o testemunho simples de tantas famílias “que vivem a experiência do matrimônio e do ser progenitores com alegria” e sem medo de encarar também os momentos da cruz que vivida em união com a do Senhor, não impede o caminho do amor, mas ao contrário, pode fazê-lo mais forte.
Em sua mensagem, também recordou ao Beato José Toniolo, um leigo católico que apesar das dificuldades soube percorrer caminhos profícuos “para trabalhar na busca e na construção do bem comum”, destacando que seu exemplo “constitui um estímulo sempre válido para os católicos leigos de hoje para que procurem vias eficazes para a mesma finalidade”.
Finalmente, expressou seu desejo de que esta Semana Social contribua “de modo eficaz evidenciar o laço que une o bem comum à promoção da família fundada no matrimônio, acima de preconceitos e ideologias”.

As Semanas Sociais na Itália começaram em 1907. Um de seus principais promotores foi o Beato José Toniolo. Esta é a primeira Semana Social que se celebra depois de sua beatificação realizada em 28 de abril de 2012. 
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sábado, 5 de outubro de 2013

Abertura do Ano Vocacional Diocesano - Diocese de Sobral


05 de outubro de 2013 a 30 de Agosto/2014
“O Senhor nos escolheu e nos enviou em missão”


É com muita alegria que nós, como Igreja particular de Sobral, estamos nos preparando fervorosamente para o “grande jubileu” que acontecerá em 2015 por ocasião do aniversário de 100 anos de fundação de nossa Diocese de Sobral. Por conta dessa grande festividade, já celebramos no ano passado o Ano Mariano; estamos celebrando o Ano Catequético que termina no dia 05 de outubro de 2013 e nessa data faremos a abertura do Ano Vocacional diocesano, que seguirá até 30 de Agosto/2014, com o tema: O Senhor nos escolheu e nos enviou em missão e o lema: “Eu vos escolhi e vos designei” (Jo, 15,14).

O Ano Vocacional Diocesano tem como grande objetivo ajudar a Igreja a perceber-se como “assembleia dos vocacionados”. Levará também a uma animação vocacional que inclua todas as vocações, de que a comunidade tem necessidade para cumprir a sua missão. É tempo especial em nossa Igreja diocesana para refletirmos e trabalharmos pelas vocações e também para a formação de Equipes Vocacionais nas paróquias.
Queremos também consolidar uma cultura vocacional permanente na diocese de Sobral por meio da valorização dos diferentes dons e carismas de nossas comunidades.


Com o desejo que esse tempo seja uma expressão forte do chamado de Deus em nossa diocese, juntamente com a Equipe da Pastoral Vocacional diocesana, venho solicitar o apoio de todos os presbíteros, das congregações, grupos de casais, comunidades novas e movimentos.
Para que esse ano seja um tempo de graça em nossa diocese, é necessário que cada presbítero possa assumir o compromisso de estimular os grupos de jovens, catequistas, casais e leigos/as engajados para viver com empenho e entusiasmo esse tempo vocacional em nossa diocese.
Podemos participar do Ano Vocacional de várias formas. Uma delas é usando o material que será entregue às paróquias, material este que contém cunho vocacional, catequético, celebrativo, lúdico e litúrgico. Sugiro também que rezemos em uma das missas de final de semana e nas quintas-feiras a Oração do Ano Vocacional. Não esqueçamos de usar a nossa criatividade e propor outras atividades e momentos vocacionais em nossas Paróquias e comunidades.

Que frutos o Ano Vocacional deixará para nossa Igreja?
Destaco 5 frutos deste Ano Vocacional:
* A formação equipes vocacionais nas paróquias da Arquidiocese de Curitiba mediante a disponibilização de material apropriado e visita as comunidades.
* O trabalho de despertar, discernir, cultivar e acompanhar a vocação dos iniciados na fé, das crianças, adolescentes e jovens.
* O reforço da consciência de que todos são responsáveis na animação vocacional.
* A reflexão sobre a teologia das vocações e a dimensão da missionariedade a luz do Documento de Aparecida e do Documento Geral para Ação Evangelizadora.
* O resgate da importância do batismo, como caminho de compromisso eclesial e fonte de todas as vocações.
Todos os presbíteros estão convocados para esta abertura, juntamente com caravanas de suas respectivas Paróquias e Áreas Pastorais, no dia 05 de outubro de 2013 às 17h30min no Largo de Santa Clara e São Francisco – Sobral, em frente ao Santuário São Francisco. Teremos as tendas vocacionais dos diversos grupos e Congregações que apresentarão de uma maneira criativa as diversas vocações existentes em nossa diocese. A Santa Missa será às 19h seguida de um Show com a banda Missionário Shalom.
Contamos com a participação e ajuda de todos e que tenhamos um abençoado e frutuoso Ano Vocacional.

D. Odelir José, mccj
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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

FESTA DE SÃO FRANCISO - PROJETO DE VIDA PESSOAL E FAMILIAR - PROJETO DE VIDA CRISTÃ


Desde muito jovem idealizei e tenho lutado com todas as forças para por em prática um “projeto de vida” baseado na formação cristã. Um projeto de vida nada mais é do que um conjunto de expectativas e organizações quanto ao futuro, um sonho, o que vai ser e como será.
Quando idealizamos um projeto de vida sabemos que não irá acontecer exatamente como sonhamos, pois nossas ideologias sofrem alterações com o passar dos anos, a partir do ambiente em que se vive, das amizades que se constrói, dos conhecimentos que se adquire, das habilidades e aptidões que se descobre e se desenvolve.
A minha educação teve uma influência muito grande da minha família, mas não posso deixar de destacar os ambientes que buscava, pois aprendi muito com o sofrimento de pessoas que tive relacionamentos, e isto proporcionou um sentido próprio para minha vida.
Hoje, agradeço a Deus o santos e anjos que encontrei ao longo do caminho, pessoas que me proporcionaram um contato com o sagrado, me apresentaram Jesus Cristo, a quem me apaixonei e norteei a definição do meu caminho.
Acredito que todo mundo tenha um projeto de vida. Este projeto envolve todo o seu ser, insubstituível e irrepetível (sua vida é única e não pode ser copiada). Cada pessoa já nasce com uma razão de existência, embora muita gente discorde, ela traz consigo uma missão para o bem da humanidade. É evidente que o seu projeto de vida vai ter que ser posto em prática a partir do que existe ao seu redor, porém não significa que terá que ser de acordo com o a proposta de sua sociedade.
A Humanidade está evoluindo de acordo com a evolução da Sociedade, contudo, Somos nós que formamos a sociedade e por isso temos que dar a nossa contribuição. Temos sonhos, ideais que não podem se frustrado só porque a sociedade está adentrando um caminho que não é o proposto no projeto do Reino de Deus.
Precisamos ter em mente que a sociedade é formada de famílias. Cada família é uma célula da comunidade, da igreja, da sociedade, ou seja, de toda Nação. Se a família não tiver um projeto de vida coerente, baseada em critérios cristãos que perpetue sua existência, tende a falir enquanto família e com isso toda a sociedade entrará em colapso?
A credibilidade e a fé da Igreja estão diretamente ligadas à família. A evolução de uma sociedade depende diretamente das influências que as famílias exercem sobre elas. A elevação ou decadência do mundo serão determinadas de acordo com os costumes e a moral apresentada à nossa Juventude, futuro incerto se não tiverem seu caráter moldados em hábitos virtuosos, domínio de sua temperança e escolhas adequadas do seu jeito de viver, suas possibilidades de fazer escolhas diante das oportunidades que lhes são oferecidas, optar pelas alternativas que sejam mais significativas, que correspondam mais às exigências do seu coração e de um projeto sustentável, que será perpetuado em seus filhos e nos filhos de seus filhos.
Acredito que a maior dificuldade enfrentada pela família sejam os meios de comunicação. A educação da família esta forjada em informações que são bombardeadas todos os dias dia, o dia todo, de uma maneira que as pessoas não percebem, mas vão forjando seus ideais de acordo com os ideais de uma sociedade consumista que valoriza mais o ter do que o ser. Qualifico este tipo de formação como infiltração. A família não deseja, mas quando menos espera está impregnada.
Uma família cristã precisa priorizar a atenção, os bons costumes, os momentos de presença dos membros, a conversa informal e a formal, a troca de relacionamentos e experiências, as alegrias e as tristezas, sempre com um objetivo comum.
Estes valores se contrapõem ao apelo do individualismo proposto pela mídia em geral, e são tão expressivos e de importância perene para a vida humana e familiar, valorizando e perpetuando o sentido da vida.
Muita gente fala em projeto pessoal como se fosse uma ilha e não dependesse de ninguém. Sei que os educadores e psicólogos discordam, porem afirmo que não existem projetos individuais. Todo projeto de vida requer a participação de muita gente que é envolvida direta ou indiretamente. Há uma necessidade vital que a família se una numa “empreitada de muitas mãos”, e aquele que seria um projeto pessoal torna-se familiar.

Para que fique claro, acredito que um Pai não pode ser feliz vendo a desventura dos seus filhos. Assim como também imagino que existe um peso muito grande na consciência de um filho ver a infelicidade de um pai. Chamo de egoísmo quando escuto alguém dizer: “construirei minha própria família”.  Até mesmo Deus, para modelar uma linhagem, nasceu de uma família que se uniu na confiança e no amor, formando a Sagrada Família de Nazaré, origem da Família Cristã. Um projeto de vida autenticamente cristão abre espaço para Deus, porque apenas Nele reside a garantia de um amor autêntico e duradouro, pois só Ele e Amor. O resto é paixão, e o que é pior, passageira... quando acaba, os membros partem para uma nova experiência, e cada vez se frustram mais, deixando uma semente doentia que não germinará no amor e sim na busca desenfreada do sucesso pessoal indefinido e sem perspectiva de perpetuação. 
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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

CNBB divulga cartaz e subsídios da Campanha da Fraternidade 2014: “Fraternidade e Tráfico Humano”

cartaz2014
Os subsídios da Campanha da Fraternidade 2014 já estão disponíveis nas Edições CNBB. São diversos materiais como o manual, texto base, via sacra, celebrações ecumênicas, folhetos quaresmais, CD e DVD, banner, cartaz, entre outros. Com o objetivo de trabalhar os conteúdos da campanha nas escolas, foram produzidos também subsídios de formação voltados aos jovens do ensino fundamental e médio, além de encontros catequéticos para crianças e adolescentes.
O cartaz da CF 2014, que se encontra disponível para download, traz o tema “Fraternidade e Tráfico Humano” e lema “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1). Os demais produtos podem ser adquiridos no site: www.edicoescnbb.org.br ou pelo telefone: (61) 2193.3001.
Baixe aqui o Cartaz da CF 2014.
Entenda o significado do cartaz:
1-O cartaz da Campanha da Fraternidade quer refletir a crueldade do tráfico humano. As mãos acorrentadas e estendidas simbolizam a situação de dominação e exploração dos irmãos e irmãs traficados e o seu sentimento de impotência perante os traficantes. A mão que sustenta as correntes representa a força coercitiva do tráfico, que explora vítimas que estão distantes de sua terra, de sua família e de sua gente.
2-Essa situação rompe com o projeto de vida na liberdade e na paz e viola a dignidade e os direitos do ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus. A sombra na parte superior do cartaz expressa as violações do tráfico humano, que ferem a fraternidade e a solidariedade, que empobrecem e desumanizam a sociedade.
3-As correntes rompidas e envoltas em luz revigoram a vida sofrida das pessoas dominadas por esse crime e apontam para a esperança de libertação do tráfico humano. Essa esperança se nutre da entrega total de Jesus Cristo na cruz para vencer as situações de morte e conceder a liberdade a todos. “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1), especialmente os que sofrem com injustiças, como as presentes nas modalidades do tráfico humano, representadas pelas mãos na parte inferior.
4-A maioria das pessoas traficadas é pobre ou está em situação de grande vulnerabilidade. As redes criminosas do tráfico valem-se dessa condição, que facilita o aliciamento com enganosas promessas de vida mais digna. Uma vez nas mãos dos traficantes, mulheres, homens e crianças, adolescentes e jovens são explorados em atividades contra a própria vontade e por meios violentos. (Fonte: CNBB).
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terça-feira, 1 de outubro de 2013

1º de Outubro - Santa Teresinha do Menino Jesus (de Lisieux)


A vida da santa Teresa de Lisieux, ou santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face, seu nome de religiosa e como o povo carinhosamente a prefere chamar, marca na história da Igreja uma nova forma de entregar-se à religiosidade. No lugar do medo do "Deus duro e vingador", ela coloca o amor puro e total a Jesus como um fim em si mesmo para toda a existência eterna. Um amor puro, infantil e total, como deixaria registrado nos livros "Infância espiritual" e "História de uma alma", editados a partir de seus escritos. Sua vida foi breve, mas plena de dedicação e entrega. Morreu virgem como Maria, a Mãe que venerava, e jovem como o amor que vivenciava a Jesus, pela pura ação do Espírito Santo.

Teresinha nasceu em Alençon, na França, em 2 de janeiro de 1873. Foi batizada com o nome de Maria Francisca Martin e desde então destinada ao serviço religioso, assim como suas quatro irmãs. Os pais, quando jovens, sonhavam em servir a Deus. Mas circunstâncias especiais os impediram e a mãe prometeu ao Senhor que cumpriria seu papel de genitora terrena, mas que suas filhas trilhariam o caminho da fé. E assim foi, com entusiasmada aceitação por parte de Teresinha desde a mais tenra idade.
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