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sábado, 8 de abril de 2017

Música - Entrada - Missa da Catequese - Tempo da Páscoa

CD AS CRIANÇAS CANTAM A PÁSCOA E PENTECOSTES 
PEQUENOS CANTORES DE CURITIBA – Vila Verde – PR - Regência: Ir. Custódia Maria Cardoso - CIIC


Cânticos para a Missa da Catequese - Tempo da Quaresma - Ofertório - Veja letra e partitura aqui
Publicado por Cânticos Litúrgicos para missa da Catequese em Domingo, 13 de março de 2016

Ref.: Hoje é dia de festa e alegria!
Vem cantar, vem cantar:
É a festa da ressurreição!

1. O mais santo de todos os dias
É a Páscoa da ressurreição!

2. A vitória de Cristo Jesus,
Do amor, da justiça e perdão.

3. Este dia é promessa de vida,
Muita paz venha ao teu coração.

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quinta-feira, 6 de abril de 2017

Por que a Páscoa não tem data fixa?

Ao chegar a Páscoa, muitos se perguntam: em que dia cairá? Por que não há uma data fixa?


Sabemos que a Páscoa cristã se celebra sempre num domingo, mas a cada ano variam-se as semanas e, às vezes, o mês. Entre os católicos, costumeiramente se diz que não há Páscoa antes de São José (19 de março) nem depois de São Marcos (25 de abril). 
As expressões “Páscoa baixa”, “Páscoa média” e “ Páscoa alta” estão relacionadas a esta movimentação da maior das efemérides cristãs que transita entre as últimas semanas de março e a última de abril. 
Para se calcular a data da Páscoa, quando se celebra a jubilosa Ressurreição do Senhor, são importantes duas referências: a história do povo de Israel e a ciência da astronomia. Na verdade, as duas coisas andam juntas. Na Páscoa judaica (Pessah, na língua hebraica), recorda-se a passagem da noite em que povo hebreu ficou livre da escravidão do Egito, depois de uma série de inequívocas intervenções de Deus, primeiro com pragas enviadas ao Faraó opressor, e uma sequência de bênçãos prodigiosas, como a passagem do Anjo Exterminador, a travessia do Mar Vermelho, o Maná do Deserto, as codornizes, a água que brotou da rocha e outros sinais. Tal libertação se deu no primeiro plenilúnio após o equinócio da primavera do hemisfério norte, que acontece entre os dias 19 a 21 de março. 
A morte de Cristo também se deu numa sexta-feira, antes da festa da Páscoa do povo hebreu, repousando na penumbra do sepulcro no Shabat (sábado) e ressuscitando na manhã clara do primeiro dia da semana, que os cristãos desde então chamam de Domingo, ou seja, Dies Domini (Dia do Senhor).
O equinócio é um fenômeno natural constatado pela astronomia, quando o sol, pela sua posição em relação à Terra e à Lua, emite seus raios de forma exatamente perpendicular à linha do equador, ocorrendo então a equiparação das horas do dia e da noite, tendo cada um pontualmente 12 horas. O termo ‘equinócio’ tem origem na língua latina: aequus (igual) e nox (noite). No ano há dois equinócios: o de março, entre os dias 19 e 21, que dá início a estação da primavera no hemisfério norte e outono, no hemisfério sul; e o de setembro, entre os dias 20 e 23, que estabelece o início das novas estações nos dois hemisférios, de forma inversa à anterior.
Pelos estudos cronológicos, a data fixa da morte de Cristo teria sido, mais ou menos, no dia correspondente ao 3 de abril do nosso calendário atual. A imprecisão se verifica, porque nossos calendários não conseguem ser matematicamente exatos, por haver certa discordância entre a forma de contar os dias e a realidade da incidência da luz proveniente dos astros. Vejamos que o ano não tem exatamente 365 dias, mas se compõe ainda de algumas horas, minutos e segundos (365d 5h 48m 46s). É necessário também levar em consideração o desenvolvimento da astronomia e da cronologia na história. Em vários momentos foi necessário haver medidas para acertar e corrigir distorções na organização do tempo. Por exemplo, nos tempos modernos, no ano de 1582, o Papa Gregório XIII, orientado por estudiosos da astronomia, determinou a eliminação de 10 dias no calendário, exatamente de 5 a 14 de outubro, pois havia desencontro entre a realidade solar e a contagem dos dias no ano. Isto veio também ajustar a data da Páscoa. Por causa desta louvável iniciativa do Papa mencionado, o calendário que se usa hoje se chama Calendário Gregoriano.
Vejamos, portanto, que não há Páscoa sem lua cheia e nem sem mudança de estação. Na Páscoa tudo se renova, tudo revive, tudo se ilumina da forma mais exuberante possível, pois, segundo a fé dos judeus e a dos cristãos, assim é que se revela a grande misericórdia de Deus que não quer a morte do pecador, nem a escravidão da criatura humana nas trevas do erro e da ilusão, mas quer que ele viva, e seja feliz.
A Páscoa preside todo o calendário litúrgico cristão, estando as festas móveis sujeitas à data da Páscoa, como, por exemplo, a 4ª feira de Cinzas, que dá início à quaresma quarenta dias antes da celebração pascal, além das festas posteriores à Páscoa, como Pentecostes, Corpus Christi e outras celebrações móveis.
Autor: Dom Gil Antônio Moreira – Arcebispo de Juiz de Fora
Fonte:Pe. Cristovam Iubel

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sábado, 18 de março de 2017

Mensagem de acolhida ao Pároco, Padre João na Catequese do Ipu

Reverendíssimo padre João Batista Vasconcelos,

É com grande emoção e muita alegria no coração que venho trazer-lhe esta mensagem de boas-vindas e de agradecimento pela sua presença entre nós.
        
São João Maria Vianney, o padroeiro dos padres, uma vez disse: “O sacerdócio é o amor do coração de Jesus”; e dizia também: "Depois de Deus, o sacerdote é tudo". "Ninguém pode recordar um benefício recebido de Deus, sem encontrar, ao lado desta lembrança, a figura de um padre". É pensando assim que gostaríamos de acolhe-lo com este amor que brota do coração de Jesus, e dizer para: “O senhor foi escolhido para apascentar este pequeno rebanho de Cristo, formado em sua maioria pelos pequeninos que, sabemos ser os preferidos de Jesus. Nós somos o seu rebanho, suas ovelhinhas e precisamos confessar: temos as nossas dificuldades, mas também as nossas esperanças. E saiba que a nossa maior esperança está em saber que, por ser vós um ministro de Cristo e    administrador dos mistérios de Deus, representa de forma eminente e visível, o próprio Cristo, Mestre, Pastor e Pontífice, e age em Seu nome (LG 20,21).   

Como são palavras do próprio Cristo: “Deixai vir a mim as crianças, não as impeçais (Mateus 19, 14),  Temos a certeza de que o senhor nos conduzirá à busca da santidade e ao encontro com Cristo.
No livro de Jeremias está escrito: “Dar-vos-ei pastores, segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com inteligência e sabedoria” (Jeremias 3 – 15). A partir da realização desta profecia aumenta em nós a certeza de que Papai do céu nos ama com amor infinito.
A Catequese da Paróquia São Sebastião vive dias de plenitude e Kairós. E aproveitando ao máximo estes dias queremos crescer no amor a Deus e à santa Igreja, mas também, avançarmos para águas mais profundas (Lc 5,4), de ir em busca do novo e do ainda não vivido plenamente, confiantes na força renovadora do Espírito Santo, que sopra onde quer (Jo 3,8).



A partir de agora, como Pastor, Pai e primeiro catequista, o senhor será membro de cada família, compartilhará conosco todos os sofrimentos e alegrias, cuidará de nós como o Pastor que cuida e conhece cada ovelha e seu rebanho.

Como sacerdote, apresentar-se-á a Deus em nosso nome oferecendo-Lhe nossas preces e voltará a nós para comunicar-nos o perdão e o amor de Deus, para que a nossa esperança seja plenificada em nosso serviço como discípulo de Jesus.

Que o senhor possa nos ensinar a perdoar, consolar e abençoar.

Como nosso querido Papai do céu o amou primeiro e o escolheu para nos ensinar o mistério da salvação através da catequese, ministrando sacramentalmente esta missão apostólica e evangelizadora, pedimos que nos ajude a interrogar-nos sobre o sentido da nossa vida e da nossa história; queremos completar a nossa iniciação cristã dentro dos preceitos da Igreja, mas de acordo com a vontade de Jesus, de ser discípulos e fazer novos discípulos.

Sentimos uma grande dificuldade depois que estas crianças recebem o sacramento eucarístico, pois não encontram na Igreja um espaço que dê continuidade à sua Iniciação Cristã dentro do mesmo processo e ficam como que ovelhas sem pastor. Pedimos que olhe com carinho para a mistagogia que vem após a primeira Eucaristia.

Sou criança, mas estou inserida entre a infantilidade e o princípio da juventude. Tenho o enorme prazer de, na minha inocência, ser catequista do Senhor e pequena Discípula de Cristo. Estou aqui em nome de todas as crianças, todos os catequistas e, por que não dizer, em nome de todos os pais para acolhe-lo, agora oficialmente, como nosso querido Pároco.

Pedimos a nossa querida Mãezinha do Céu, que assim como cuidou do Sacerdote de Deus, nosso Senhor Jesus Cristo, cuide com muito carinho do nosso querido Pároco, Padre João Batista.Que as graças que se derramam das mãos e o amor que transborda do Imaculado Coração da Mãe Santíssima esteja sempre presente em sua vida!


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domingo, 12 de março de 2017

Rito de Admissão a Catequese - Ano 2017

Sábado, 11 de Março de 2017, a Paróquia do Ipu realiza o “Rito de Admissão das crianças com idade de Catequese”. Participaram deste rito a catequese Medalha Milagrosa que acontece no Patronato Sousa Carvalho, a catequese N. Sra. das Dores do bairro dos canudos e a catequese N. Sra. das Graças na antiga escola Monsenhor Moraes.

A celebração foi presidida pelo nosso novo Pároco, Padre João Batista Vasconcelos com a presença de todos os catequistas destes grupos, mais de 200 catequisandos e catecúmenos com seus respectivos introdutores, a maioria pais.



O que acho lindo nesta maneira de catequisar é ver os pais entregando seus filhos aos cuidados da igreja para a catequese. Sabemos que todos os pais devem ser os primeiros catequistas dos filhos (DC 84 – nº. 238), e que todo o crescimento dos filhos deve ser permeado, pelo constante testemunho dos pais sendo um exemplo de vida cristã. Não há melhor catequese inicial que “a experiência cristã vivida no ambiente familiar, pois é um marca decisiva para a vida do cristão”. Por isso se faz necessário que os pais percebam que o acompanhamento catequético nada vai mudar na vida de seu filho se ele não tiver um testemunho que seja observado no seu dia a dia junto de sua família.

Fico entristecido ao ver que muitos pais não valorizam os ritos da igreja, principalmente aqueles que ainda não o conhecem, pois o rito de admissão na catequese é desconhecido para muitos; Porem, afirmo que não. Foi o Concílio Ecumênico Vaticano II (1961-64), instrumento maravilhoso da renovação da Igreja suscitado pelo Espírito Santo, que pediu que se restabelecesse “o Catecumenato e os sagrados ritos a serem celebrados em tempo sucessivos, conforme a tradição” (Constituição dogmática “Sacrosanctum Concilium - 1963).

No inicio da Igreja, durante o 2º, 3º e 4º século da era cristã, chamava-se “Catecumenato” o itinerário espiritual com que era iniciados na fé, na vida cristã e na comunidade os que queriam ser discípulos e membros da Igreja de Jesus Cristo. O tempo glorioso do Catecumenato foi na época dos chamados “Santos Padres da Igreja”: Santo Hipólito, Tertuliano, São João Crisóstomo, Santo Agostinho, Santo Ambrósio, etc.: um tempo de grande ardor evangelizador e missionário.

O Catecumenato, incluindo o tempo do pré-catecumenato, tinha a duração de até três anos. A última etapa do catecumenato era a Quaresma e culminava na Vigília Pascal, com a celebração dos três Sacramentos da Iniciação cristã: Batismo, Confirmação e Eucaristia. Os catecúmenos eram introduzidos por uma pessoa da comunidade chamada “Introdutor”, ou “garante”, ou “padrinho” (“madrinha”); eram acompanhados por um Catequista que lhes mostravam a verdade e o caminho de Cristo e por toda comunidade que celebrava as diversas etapas destas iniciação.


Conforme o RICA, os sagrados ritos catecumenais devem marcar o itinerário da iniciação cristã seja dos jovens e adultos, seja das crianças e adolescentes em idade de catequese. No capítulo V do RICA, com o título “Ritos de Iniciação de crianças em idade de catequese”, se diz claramente que alguns ritos devem ser usados também com as crianças da catequese: não só com que devem ser batizados, mas também com as crianças que, já batizados na infância, estão preparando-se para a Primeira Comunhão. “Com efeito - diz o Rica - as crianças que vão ser iniciadas para o Batismo pertencem, geralmente, a um grupo de companheiros já batizados, que se preparam para a Eucaristia!”

No Catequese, procuramos vivenciar o espírito do Catecumenato para uma autêntica iniciação cristã com crianças e adolescentes, e também fazer os Ritos que o RICA propõe no Cap. V: Rito de Admissão (ou: “Rito de instituição dos catecúmenos”; Rito de Purificação (ou: “Escrutínios”); Batismo e Primeira Eucaristia.

A prática de ritos na catequese com celebração eucarística são da igreja, portanto não é nada novo, más, um desafio muito grande para nós catequistas introduzir na comunidade, devido ao desconhecimento da história e dos ritos da igreja. O Padre João acrescentou o desejo que em todas as celebrações Eucarísticas na catequese tivesse a presença dos pais, o que para nós catequistas, é muito gratificante, já que é uma dificuldade grande a presença dos pais na catequese.

“A catequese é um aprendizado dinâmico da vida cristã (…) vai além do ensino, ela põe em prática a dinâmica do encontro com Jesus Cristo (…) ela educa para a vida de comunidade.” (DC 84 – 40). É preciso nos conscientizarmos de que a catequese é uma educação da fé, que tem início na família e se estende até a comunidade cristã. Que para educar hoje, na fé, as crianças e adolescentes, é necessário inovar, mas não deixar a pratica de antigas raízes da nossa fé, isto é: a oração, a missa, o comprometimento com a comunidade local entre outras coisas que devem ser praticado em família.

A catequese não acontece só uma vez por semana quando o catequizando está junto ao catequista e, não basta deixar a criança na frente da Igreja e vir buscá-la depois! Segundo o Documento de Aparecida, a “Catequese familiar” implementada de diversas maneiras, tem-se revelado como ajuda proveitosa a unidade das famílias, oferecendo, além disso, possibilidades eficientes de formar os pais de família, os jovens e as crianças, para que sejam testemunhas firmes da fé em suas respectivas comunidades. (DA,303)



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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Mensagem de Gratidão ao Padre Nonato

Ipu, 13 de fevereiro de 2017

Meu querido Pastor, confessor, Pai espiritual e amigo Padre Nonato,

Tentei improvisar no dia da missa das crianças, mas as palavras não saíram, travou a mente e as expressões ficaram presas no inconsciente do desejo de não me pronunciar. Seriam tantas as coisas que eu gostaria de dizer... e que ainda hoje insistem em não sair porque na verdade querem é ficar. Não foi só pela ação pastoral pois, nossas vidas pessoal, espiritual e social caminham lado a lado e em todas elas tive o prazer de ter um toque de sua bondade. Pode ser que para muitos serão palavras sem sentido, mas elas representam o que eu estou sentindo.
Que a vida tem contrários que a gente não entende e fica difícil de aceitar! Que tudo o que recebemos de graça tem seu preço e tantas vezes nos custa tão caro que não dá para paga-lo, pois, o valor é uma saudade que insiste em chegar antes do tempo e a distância em que nos encontramos parece ser infinita, porque o amor que nos une hoje irá nos separar... não do coração e nem de nossas lembranças, já que estes são os maiores presentes que recebemos de vós.
Ah, o Amor! Este é poderoso. Seu poder, quando bem aproveitado, prolonga as distâncias e nos inebria, fazendo-nos acreditar que o chegar não chegará nunca e nem terá nenhuma importância quando chegar se tivermos aproveitado o ir, sem destino, sem tréguas, sem tempo para descansar, em passos sem pressa, aproveitando o encanto de ir, mas acima de tudo, o prazer de ter a sua companhia, que mesmo sem estar tão presente sempre se fez presente.
O que fazer quando não sabemos como fazer? Houve momentos em que desejei parar de servir. E sem saber você me ensinou que o serviço só serve para quem serve quando não é desejado, e que as resoluções que eu buscava estavam nas dificuldades que surgiam, e que eu só conseguiria resolvê-las se fossemos problema. E foi duvidando dos meios que o senhor me direcionava que comecei a acreditar no fim que teria a minha vida. O pouco que estavas me dando era tudo o que eu precisava para multiplicar decisões. As sombras da minha vida foram dissipadas pela luz de Jesus refletidas em suas palavras, gestos e até mesmo no seu calar.
As sementes que o Senhor semeou ontem são os frutos que colhemos hoje. Destes frutos convido nossas pequenas catequistas para cantarem comigo esta música que o Roberto Carlos fez pensando em Cristo. Nós o homenageamos com esta melodia porque vemos em você um reflexo do Senhor Jesus.
 Um certo dia um homem esteve aqui
Tinha o olhar mais belo que já existiu
Tinha no cantar uma oração.
E no falar a mais linda canção que já se ouviu.

Sua voz falava só de amor
Todo gesto seu era de amor
E paz, Ele trazia no coração.

Ele pelos campos caminhou
Subiu as montanhas e falou do amor maior.
Fez a luz brilhar na escuridão
O sol nascer em cada coração que compreendeu

Que além da vida que se tem
Existe uma outra vida além e assim...
O renascer, morrer não é o fim.

Tudo que aqui Ele deixou
Não passou e vai sempre existir
Flores nos lugares que pisou
E o caminho certo pra seguir


Eu sei que Ele um dia vai voltar
E nos mesmos campos procurar o que plantou.
E colher o que de bom nasceu
Chorar pela semente que morreu sem florescer.

Mas ainda há tempo de plantar
Fazer dentro de si a flor do bem crescer
Pra Lhe entregar
Quando Ele aqui chegar

Tudo que aqui Ele deixou
Não passou e vai sempre existir
Flores nos lugares que pisou
E o caminho certo pra seguir

Tudo que aqui Ele deixou
Não passou e vai sempre existir
Flores nos lugares que pisou
E o caminho certo pra seguir
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domingo, 29 de janeiro de 2017

Início da Catequese 2017 no Processo de Iniciação a Vida Cristã

Iniciamos neste sábado, 28 de janeiro de 2017, as inscrições da catequese da Paróquia do Ipu, no Processo de Iniciação a vida cristã, na Paróquia do Ipu. Nosso tema da Iniciação à Vida Cristã para o Ano Mariano é: “Com Maria faremos tudo o que Ele Nos pedir! João 2, 5. Não é um tema novo, mas o desdobramento do Diretório Nacional de Catequese (2005), de Aparecida (2007: uma Igreja em estado de missão), da Missão Continental (2008)... e tantos apelos atuais da Igreja, colocando em evidência a catequese cristocentrica.
Por Iniciação Cristã se entende o processo pelo qual alguém é incorporado ao mistério de Cristo Jesus; não se reduz à catequese, mas inclui, sobretudo a ação celebrativo-litúrgica. A catequese é um elemento, o mais longo e importante, do complexo processo pelo qual alguém é iniciado à fé cristã. Teologicamente falando a verdadeira iniciação se dá na celebração dos sacramentos do Batismo, Eucaristia e Crisma, chamados justamente, a partir do século XIX, de Sacramentos da Iniciação. Trata-se de uma iniciação que poderíamos chamar de sacramental. A estrutura catequética está em função dessa iniciação sacramental e vital.
Diante de tantas dificuldades que a catequese enfrenta todos os anos com afastamento de crianças após a primeira Eucaristia, sentimos a urgência de desenvolver em nossas comunidades um processo de iniciação na vida cristã que comece pelo kerygma e guiado pela Palavra de Deus, permita um encontro pessoal cada vez maior com Jesus Cristo, experimentado como plenitude da humanidade e que leve à conversão, ao seguimento em uma comunidade eclesial e a um amadurecimento de fé na prática dos sacramentos. Em outras palavras, um verdadeiro discípulo de Jesus.
Este trabalho tem dado certo. Com o apoio do nosso Pároco, os encontros de catequese culminando com a santa missa na catequese tem despertado a vontade de servir  a Jesus. Após receber sua primeira comunhão as crianças retornam a catequese buscando dar seguimento a este processo.
Na Paróquia são feitas ao mesmo tempo, inscrições de crianças com idade de catequese em todas as comunidades catequizadoras da Paróquia, até mesmo nas capelas. Neste primeiro dia foi muito gratificante ver a quantidade de pais trazendo seus filhos para colocar na catequese. As inscrições ficarão abertas até o dia 15 de fevereiro. No Patronato Sousa Carvalho, sede da coordenação paroquial e casa de catequese, foram formadas duas turmas de primeira fase e duas turmas de segunda fase, restando poucas vagas. Os Pais que ainda não inscreveram seus filhos devem procurar imediatamente o centro catequético de sua comunidade para renovar ou fazer a inscrição dos seus filhos, pois o número de vagas é limitado devido a falta de catequistas. Os pais devem levar um documento de identificação e no ato da inscrição adquirir ou fazer o  pedido do material pedagógico catequético a saber:
·         Para crianças que tenham 7 anos completos o material é um caderno de atividades. Chamamos esta fase de PRÉ CATECUMENATO ou Querígma. Este é o PRIMEIRO TEMPO da catequese dentro do processo de iniciação a vida cristã.
·         Para crianças acima de 8 anos o material é uma apostila “Catequese na Infância” e o livro de orações “Orações do Cristão”. Esta é a primeira fase do SEGUNDO TEMPO da Catequese chamada de CATECUMENATO.
·         Para crianças de 9 anos ou mais o material é uma apostila “Catequese Eucarística”, o livro de orações “Orações do Cristão” e o “Evangelho”. Esta é a segunda fase do SEGUNDO TEMPO da Catequese chamada de CATECUMENATO.
·         Para as crianças que já fizeram a sua primeira Eucaristia a igreja apresenta um vasto campo de trabalho no serviço ao Reino de Deus.
o    INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA MISSIONÁRIA
o    CATEQUISTA MIRIM
o    COROINHAS
o    CORAL DA CATEQUESE






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